Postado em 23/10/2009 9:00 por Felipe Botelho
As muitas faces do Amor
Em uma pesquisa feita recentemente na Inglaterra, 90% das pessoas entrevistadas declararam ter-se apaixonado ao menos uma vez na vida por volta dos 18, 20 anos, enquanto 20% disseram que haviam experimentado a paixão até três vezes ao longo da vida. Quando perguntadas se estavam apaixonadas no momento da pesquisa, 61% das mulheres responderam que de fato estavam numa fase de intenso envolvimento afetivo, contra apenas 43% dos homens. Isso revelou que o sexo feminino talvez tenha realmente uma facilidade maior de se envolver afetivamente, e que homens e mulheres encaram de forma diferente as questões do amor.

Um estudo realizado por psicólogos americanos concluiu que os homens são mais lúdicos, isto é, são pouco práticos e muito mais influenciados pelos atrativos físicos na escolha das parceiras. Fazem sua escolha em função da beleza e da atração sexual.
As mulheres, por sua vez, revelaram-se muito mais racionais, práticas e ponderadas do que os homens. Elas se interessam pelos aspectos essenciais, a ponto de avaliar antecipadamente se o homem seria um bom pai para seu filho e também se ele daria um bom companheiro, um amigo fiel, um amante responsável.
Outra grande verdade é que, embora o amor não permaneça inalterado, ele pode durar a vida inteira. Depois de uma fase inicial de euforia, em que o sexo ocupa um lugar prioritário, o verdadeiro amor vai-se desenvolvendo, crescendo e amadurecendo. Mesmo que tenha surgido de uma intensa atração física, ao longo dos anos pode se transformar num amor baseado na amizade e numa vida mais compartilhada, na qual o sexo tem grande importância, sim, mas não é a única razão para a manutenção do vínculo. O amor maduro consegue conviver bem até com as flutuações da sexualidade, que alterna períodos de intensa paixão com momentos de menor freqüência sexual.
Apesar de tantas oscilações, o amor é um sentimento que vale a pena ser vivido, pois é capaz de transformar intensamente a vida das pessoas, dando forças para seguir em frente e emprestando uma grande beleza à realidade do dia-a-dia.

Um estudo realizado por psicólogos americanos concluiu que os homens são mais lúdicos, isto é, são pouco práticos e muito mais influenciados pelos atrativos físicos na escolha das parceiras. Fazem sua escolha em função da beleza e da atração sexual.
As mulheres, por sua vez, revelaram-se muito mais racionais, práticas e ponderadas do que os homens. Elas se interessam pelos aspectos essenciais, a ponto de avaliar antecipadamente se o homem seria um bom pai para seu filho e também se ele daria um bom companheiro, um amigo fiel, um amante responsável.
Outra grande verdade é que, embora o amor não permaneça inalterado, ele pode durar a vida inteira. Depois de uma fase inicial de euforia, em que o sexo ocupa um lugar prioritário, o verdadeiro amor vai-se desenvolvendo, crescendo e amadurecendo. Mesmo que tenha surgido de uma intensa atração física, ao longo dos anos pode se transformar num amor baseado na amizade e numa vida mais compartilhada, na qual o sexo tem grande importância, sim, mas não é a única razão para a manutenção do vínculo. O amor maduro consegue conviver bem até com as flutuações da sexualidade, que alterna períodos de intensa paixão com momentos de menor freqüência sexual.
Apesar de tantas oscilações, o amor é um sentimento que vale a pena ser vivido, pois é capaz de transformar intensamente a vida das pessoas, dando forças para seguir em frente e emprestando uma grande beleza à realidade do dia-a-dia.









1. o amor (a capacidade e a coragem de amar) é o maior sentimento capaz de transformar e evoluir o ser humano;