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	<channel>
		<title><![CDATA[Falando "Naquilo" - Seção: Comportamento]]></title>
		<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br]]></link>
		<description><![CDATA[]]></description>
		<language>pt-br</language>
		<image>
			<title><![CDATA[Falando "Naquilo"]]></title>
			<url><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/blog/falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/content/blogtv.gif]]></url>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br]]></link>
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		<item>
			<title><![CDATA[Chamando todas as lésbicas de ocasião! - O guia do sexo entre mulheres para garotas heteros]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/20/chamando-todas-as-lesbicas-de-ocasiao--o-guia-do-sexo-entre-mulheres-para-garotas-heteros]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 20/11/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img width="400" height="222" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/lesbi.gif" /><br />
A bicuriosidade &ndash; mulheres que querem ir para a cama com outras só para ver como é &ndash; é um fenômeno cada vez mais comum, que, em vez de ser mal visto socialmente, costuma conferir uma aura instantânea de &ldquo;moderna&rdquo; e &ldquo;descolada&rdquo; à garota que se autodefine assim. Estão aí os boatos sobre as peguetes lésbicas de figuras como Madonna, Kate Moss, Pink e Naomi Campbell que não me deixam mentir. Sem falar que toda mulher com um mínimo de sanidade no mundo inteiro levanta a mão na mesma hora quando questionada se gostaria de curtir um rala-e-rola básico com a Angelina Jolie, musa das fantasias lésbicas de toda garota heterossexual.</p>		<p>O grande guru do sexo, dr. Kinsey, já dizia que uma em cada quatro mulheres de 30 anos já se sentiu sexualmente atraída por outra mulher. E que, chegando aos 40, uma a cada cinco já consumou pelo menos uma relação lésbica. É difícil encontrar estatísticas atuais confiáveis sobre o assunto (embora as envolvidas, pelo visto, não achem nada difícil encontrar o seu prazer dessa forma), porque boa parte das mulheres não se sente à vontade para assumir as próprias fantasias ou experiências. Pela minha vivência pessoal como psicóloga e sexóloga e, também pesquisadora do tema e pelas conversas que costumo ouvir, eu desconfio que a estimativa de Kinsey seja conservadora demais. Há muitas mulheres heteros que, além de alimentarem fantasias lésbicas bem animadas, dizem que não hesitariam em vivenciá-las na pratica caso surgisse a oportunidade. Se elas pensam assim, eu imagino que muitas de vocês, devam estar pensando igual. <br />
<br />
Enfim, algumas questões que devam ser tratadas aqui. Eis um guia para o sexo entre mulheres para principiantes, que contou com a revisão e aprovação de um grupo selecionado de mulheres bicuriosas, lésbicas e bissexuais.<br />
<br />
Mãos meladas: técnicas que dão certo para acariciar qualquer mulher<br />
A dobradinha: cruze o dedo médio por cima do indicador e insira os dois desse jeito na vagina da moça, girando o punho como se apertasse um parafuso. Use a mão livre para descrever rápidos círculos em cima do clitóris, não se esquecendo do gel lubrificante se a região estiver seca.<br />
<br />
Na pressão: despeje uma porção generosa de lubrificante nas polpas dos dedos e use-as para fazer movimentos circulares em torno do clitóris. Comece com círculos amplos e lentos, e vá diminuindo o diâmetro e aumentando a velocidade aos poucos. A pressão também deve variar &ndash; comece apoiando levemente os dedos para fazer os círculos amplos e pese mais a mão à medida que eles diminuírem. Lembre-se de mudar a direção do movimento de vez em quando.<br />
<br />
O caminho da felicidade: finja que seus dedos são duas pernas e &ldquo;caminhe&rdquo; delicadamente para cima e para baixo na região do clitóris, agitando as pontas deles para potencializar as sensações produzidas.<br />
<br />
Pegando por trás: peça à moça que se sente com as pernas bem afastadas e acomode-se por trás, com as suas pernas por fora das dela. Abraçando-a por trás, use uma das mãos para estimular os seios e outra para massagear o clitóris. Essa posição também permite que vocês se beijem enquanto isso acontece.<br />
<br />
Fonte: Guia do Sexo entre mulheres para garotas lésbicas, extraído do livro: Consultório Sexual, autora Tracey Cox, editora Matrix, pág. 297 e 298.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/20/chamando-todas-as-lesbicas-de-ocasiao--o-guia-do-sexo-entre-mulheres-para-garotas-heteros">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93741">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/20/chamando-todas-as-lesbicas-de-ocasiao--o-guia-do-sexo-entre-mulheres-para-garotas-heteros#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/20/chamando-todas-as-lesbicas-de-ocasiao--o-guia-do-sexo-entre-mulheres-para-garotas-heteros]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 20 Nov 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/20/chamando-todas-as-lesbicas-de-ocasiao--o-guia-do-sexo-entre-mulheres-para-garotas-heteros]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como eu posso saber se já não é o momento de parar de procurar a pessoa ideal e me ajeitar com aquilo que pude arrumar?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/19/como-eu-posso-saber-se-ja-nao-e-o-momento-de-parar-de-procurar-a-pessoa-ideal-e-me-ajeitar-com-aquilo-que-pude-arrumar]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 19/11/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img width="315" height="450" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/CASAL.jpg" /><br />
&ldquo;Se ajeitar com o que tem&rdquo;, ou seja, aceitar que você não vai achar a pessoa dos seus sonhos e por isso deve se contentar com a segunda, terceira ou quarta melhor é um conceito interessante. Se você passou a vida inteira se esforçando em busca do par ideal e já passou dos 85 anos sem ter encontrado ninguém que servisse, realmente &ldquo;se ajeitar&rdquo; pode ser a coisa mais prudente a fazer. Mas se você está com 25 e começou a surtar porque todas as suas amigas estão se casando, muita calma nessa hora. Eu tenho que admitir que esse papo de &ldquo;se ajeitar&rdquo; me embrulha um pouco o estômago (e talvez com você aconteça a mesma coisa), porque eu acharia mil vezes melhor continuar solteira e curtindo meus amigos a ficar com alguém por quem eu não tivesse admiração, respeito ou atração de verdade. Mas essa é a minha maneira de ver as coisas.</p>		<p>Há algumas questões interessantes que podem ajudar na sua reflexão: essa pessoa &ldquo;ideal&rdquo; que eu tanto busco existe só na minha imaginação? Ou, em outras palavras: o seu par perfeito pode existir mesmo ou será que não é hora de parar e reavaliar as suas exigências? Você é do sexo feminino e deseja ter filhos? Mulheres que estão chegando aos 40 anos e começam a ficar inquietas pensando nessa história do relógio biológico podem ter seus critérios de seleção alterados por causa disso. Com que freqüência você tem a oportunidade de conhecer gente solteira? Se isso só acontece uma vez a cada dez anos, é natural que pense em arrastar para o altar a primeira pessoa disponível que aparecer à sua frente. E, por fim, procure determinar o que é mais importante para você: química e uma ligação espiritual e emocional intensa ou compatibilidade, companheirismo e respeito pela instituição do casamento? Se for a primeira opção, se ajeitar com qualquer coisa que não esteja à altura não vai trazer felicidade de qualquer maneira. Pessoas que valorizam mais o segundo modelo têm mais chances de ser feliz tomando uma decisão assim.</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/19/como-eu-posso-saber-se-ja-nao-e-o-momento-de-parar-de-procurar-a-pessoa-ideal-e-me-ajeitar-com-aquilo-que-pude-arrumar">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93654">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/19/como-eu-posso-saber-se-ja-nao-e-o-momento-de-parar-de-procurar-a-pessoa-ideal-e-me-ajeitar-com-aquilo-que-pude-arrumar#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/19/como-eu-posso-saber-se-ja-nao-e-o-momento-de-parar-de-procurar-a-pessoa-ideal-e-me-ajeitar-com-aquilo-que-pude-arrumar]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 19 Nov 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/19/como-eu-posso-saber-se-ja-nao-e-o-momento-de-parar-de-procurar-a-pessoa-ideal-e-me-ajeitar-com-aquilo-que-pude-arrumar]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ASSEXUADOS]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/assexuados]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 18/11/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Texto: &nbsp;Ângela Regina Freitas da Silva - Psicóloga e sexóloga do Projeto AmbSex<br />
<img width="400" height="507" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/assex.jpg" /><br />
&nbsp;Esse tema é polêmico porque num mundo cheio de apelos eróticos como o nosso, fica difícil imaginar que existam pessoas que não se interessem pelo sexo afinal, fazer sexo transformou-se numa obrigação e significado de virilidade.</p>		<p>Essas pessoas são chamadas assexuadas, onde o desejo sexual não é reprimido, simplesmente ele não existe; são capazes de canalizar a libido para outras esferas da sua vida, não havendo o sofrimento. Caso contrário, estaria caracterizada alguma disfunção sexual (ex: anafrodisia que,é a falta de vontade, desejo sexual hipoativo que é a diminuição do desejo) que conforme a necessidade pode ser tratada por psicólogos especializados em sexualidade. Obviamente, que em alguns casos o sofrimento existe no sentido de haver o preconceito por serem encaradas como &ldquo;anormais&rdquo;, gerando baixa auto-estima, ansiedade e nesse caso também procurar um psicoterapeuta irá ajudar.<br />
<br />
Pode acontecer em algum momento na vida de um individuo sexuado não sentir mais atração sexual e como foi dito anteriormente, conviver muito bem com isso. Um exemplo clássico é o caso da atriz Lady Francisco que na sua época foi considerada um símbolo sexual, e há algumas décadas optou pela assexualidade. O inverso também pode ocorrer, pois acima das nomenclaturas, como seres humanos, todos estão sujeitos a mudanças. <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/assexuados">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93653">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/assexuados#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/assexuados]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 18 Nov 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/assexuados]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Existem mesmo coisas que jamais devem ser ditas num relacionamento?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/17/existem-mesmo-coisas-que-jamais-devem-ser-ditas-num-relacionamento]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 17/11/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img width="319" height="320" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/DISCUS~1.JPG" /><br />
Aos montes. Há certas coisas que, depois que são proferidas em voz alta, não há conversa, justificativa ou explicação capaz de deter a mudança definitiva que provocarão na relação a dois. As piores e mais cruéis delas (&ldquo;Eu não amo você, e nunca amei!&rdquo;) tendem a ser despejadas aos gritos durante as brigas, e há outras (&ldquo;O seu traseiro é enorme, e calça nenhuma vai mudar esse fato&rdquo;) que nós deixamos escapar em momentos de irritação intensa.</p>		<p>Em ambas as circunstâncias, quando você cai em si o estrago já está feito, e pior: às vezes ele é irreparável. Eu sou uma partidária incondicional da sinceridade nas relações a dois, mas nunca apoiei e nunca vou apoiar essa regra da transparência total de segredos que alguns casais insistem em adotar. Sentar com seu amor e dizer: &ldquo;Sabe de uma coisa? Eu acho que a gente deveria experimentar alguma coisa nova este fim de semana, para movimentar um pouco as nossas transas&rdquo; é sinceridade. Disparar algo como: &ldquo;Eu estou a ponto de ficar com alguém do escritório porque a nossa vida sexual anda um tédio&rdquo;, a meu ver, é pura estupidez. Da mesma forma que responder um &ldquo;Lamento, amor, mas ela é, sim&rdquo; quando a cara-metade tiver um surto de insegurança e perguntar se a melhor amiga é mais bonita. Seria bem mais sensato dizer: &ldquo;Ela é bonita, sim, não há como negar isso, mas não chega aos pés da sua sensualidade, e, além disso, nem faz o meu tipo&rdquo;.<br />
<br />
Se você não tem a menor intenção de fazer algo a respeito, confessar que sente atração por um dos amigos ou amigas da pessoa que você ama só vai servir para criar mágoas e despertar um ciúme desnecessário. E o mesmo vale para dizer que amava mais um(a) ex-namorado(a), ou que o sexo era melhor com outra pessoa. Comparar negativamente o seu amor a outras pessoas seja no âmbito intelectual, emocional ou sexual, não é útil em nenhuma circunstância, e menosprezar a ele ou a ela diante de amigos ou da família é um erro imperdoável. Eu também não aconselho a contar sobre casos ou escapadas das quais você tenha se arrependido em seguida, a menos que a outra pessoa esteja preste a descobrir de qualquer maneira. Se foi você que fez, você terá que aprender a conviver com a sua culpa. Em situações assim, uma confissão destrói os laços de confiança (e muitas vezes a relação como um todo) em nome da transparência total. Eu conheço muita gente que preferiria jamais ter ouvido determinadas coisas do seu amado ou amada. É como diz um amigo que passou por uma tempestade dessas há pouco tempo: &ldquo;Eu imagino que não exista mesmo muita gente que consiga ficar casada vinte anos sem cometer algum deslize. Intelectualmente, eu conseguia aceitar essa idéia. Mas não consegui segurar a onda quando a minha companheira não só confirmou que o deslize tinha acontecido como me deu todos os detalhes. Se ela não tivesse me dito nada, estaríamos juntos e felizes até hoje, mas agora nosso casamento está acabado por conta de um momento idiota de falta de bom senso&rdquo;. Ou seja: pense bem antes de falar.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/17/existem-mesmo-coisas-que-jamais-devem-ser-ditas-num-relacionamento">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93541">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/17/existem-mesmo-coisas-que-jamais-devem-ser-ditas-num-relacionamento#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/17/existem-mesmo-coisas-que-jamais-devem-ser-ditas-num-relacionamento]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 17 Nov 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/17/existem-mesmo-coisas-que-jamais-devem-ser-ditas-num-relacionamento]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Beijando Alguém Pela Primeira Vez]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/13/beijando-alguem-pela-primeira-vez]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 13/11/2009 17:26 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>O desejo vence muitas coisas, mas mau hálito não é uma delas. Escove os dentes regularmente, não se esqueça do fio dental e do anti-séptico bucal e muito menos das visitas ao dentista para a limpeza periódica, beba muita água e lembre-se de raspar a língua durante a escovação &ndash; o dispositivo apropriado está à venda em todas as farmácias.<br />
<img width="366" height="283" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/beijo.jpg" /><br />
Saiba que durante o ato provavelmente a pessoa beijada vai estar imaginando o efeito das mesmas manobras em outra parte do seu corpo (mas faça o máximo para não entrar em pânico com isso). Embora não seja aconselhável beijar a boca de ninguém exatamente da mesma maneira que você beijaria um pênis ou uma vagina (até porque isso seria esquisitíssimo!), pega bem ter o cuidado de incluir uma pequena amostra do seu estilo de sexo oral no pacote. Você faz a linha supersuave, lenta e sensual, ou está mais para uma língua intrépida, passional e confiante? Os dois estilos tem suas vantagens, mas uma combinação deles pode ser ainda melhor. Só não vale ficar vacilante, melado e desajeitado. E o melhor é decidir que linha vai seguir antes de partir para as vias de fato.<br /></p>		<p>Procure relaxar a mandíbula e não deixar a boca tensa. Mantenha os lábios úmidos, incline levemente a cabeça para um dos lados. Caso esteja sentindo o nervosismo tomar conta, apóie a mão em concha no rosto do parceiro ou parceira ou toque seu queixo de leve para sinalizar que o beijo vai acontecer &ndash; isso minimiza as chances de os seus dentes se chocarem (o que já é um tremendo mico no caso de dois adolescentes usando aparelhos, mas se transforma num deslize imperdoável quando pode lascar aquele seu revestimento de porcelana que custou uma fortuna).<br />
<br />
Não importando que você tenha se decidido por uma estratégia mais carinhosa ou mais libidinosa, a melhor forma de começar é sempre tentando passar um clima de paixão controlada. Em regra (embora não haja normas rígidas nesse quesito), o que funciona é se manter suave no início e ir avançando para um beijo mais selvagem e passional à medida que as coisas forem esquentando.<br />
<br />
Avançar com a língua na boca alheia cedo demais é como sair agarrando o peito de uma desconhecida com uma das mãos enquanto cumprimenta com a outra. O momento certo para fazer isso é quando vocês já estiverem se beijando há algum tempo e sentirem que é hora de um dos dois tomar a iniciativa de passar para a etapa seguinte.<br />
<br />
Abra um pouco mais os lábios e, usando só a ponta da língua (e não ela inteira), faça movimentos de vaivém instigando a língua da outra pessoa ou a parte interna dos seus lábios. Não vá fundo demais. Caso o movimento seja retribuído, é sinal de que a voltagem sexual do beijo está aumentando. Nesse caso, se você quiser, pode experimentar avançar um pouco mais dentro da boca do outro, e ver como ele ou ela reage.<br />
<br />
A resposta foi positiva, e o beijo de vocês já passou de sensual e onírico para quente, profundo e selvagem? Então é hora de deixar a sua boca explorar os arredores (como a nuca), e quem sabe acrescentar alguma outra manobra além do beijo (como uma das mãos avançando hesitantemente rumo aos mamilos do parceiro ou parceira, ainda por cima da roupa).<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/13/beijando-alguem-pela-primeira-vez">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93463">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/13/beijando-alguem-pela-primeira-vez#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/13/beijando-alguem-pela-primeira-vez]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 13 Nov 2009 17:26:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/13/beijando-alguem-pela-primeira-vez]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Homens exigentes na escolha amorosa]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/09/homens-exigentes-na-escolha-amorosa]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/11/2009 12:02 por Felipe Botelho</div><br/>		<p><strong>Assumir postura passiva na hora da conquista pode tornar as pessoas mais rigorosos com possível parceiro<br />
<br />
</strong>Em numerosos estudos sobre encontros &ldquo;às escuras&rdquo; &ndash; marcados pela internet ou intermediados por agências de namoros &shy;&ndash; as mulheres em geral se mostraram mais seletivas do que os homens ao considerar as características de alguém para um segundo encontro. Elas precisam devem ser exigentes porque, de acordo com a tão repetida teoria evolucionária, investem mais em um parceiro que tenha predicados suficientes para ajudá-las a manter a prole. Mas quando os pesquisadores fizeram um estudo curioso.</p>		<p>Convidaram pessoas de ambos os sexos, interessados em encontrar companheiros para um encontro. Eles permaneciam em mesas alinhadas e as moças sentavam-se a sua frente para uma conversa rápida. Após alguns poucos minutos de conversa, sob o comando de um dos coordenadores do experimento, elas se levantavam e passavam à mesa seguinte, onde conheciam outro possível pretendente. Em geral, nesse tipo de encontro, comum nos Estados Unidos, há uma inversão: são as mulheres que permanecem paradas, enquanto os homens a mudam de lugar. Os pesquisadores notaram que, quando são eles que ficam sentados (numa posição mais passiva e precisam lidar com a aproximação feminina, como se fossem elas que tomassem a iniciativa) eles se tornam mais seletivos. Segundo os pesquisadores, é possível dizer que ao serem &ldquo;assediados&rdquo;, representantes dos dois sexos se mostram igualmente exigentes, o que sugere que normas sociais e pistas físicas podem ter um papel subestimado na escolha dos parceiros. Talvez esse seja um dos fatores que contribuem para que para muitos homens tenham tantas dificuldades para aceitar a tomada de iniciativa por parte das mulheres na hora da conquista: ser &ldquo;escolhido&rdquo; oferece mais opções de dizer &ldquo;não&rdquo;.</p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/homens_sao_exigentes_na_escolha_amorosa.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/09/homens-exigentes-na-escolha-amorosa">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93224">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/09/homens-exigentes-na-escolha-amorosa#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/09/homens-exigentes-na-escolha-amorosa]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 09 Nov 2009 12:02:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/09/homens-exigentes-na-escolha-amorosa]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Alguns esclarecimentos sobre Abuso Sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/06/alguns-esclarecimentos-sobre-abuso-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 6/11/2009 15:09 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Por Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloa e Sexóloga do Projeto AmbSex<br />
<br />
Tenho sido procurada por pais e professores para esclarecer dúvidas sobre como identificar se a criança tem sofrido abuso sexual. Assim, acredito ser importante alguns esclarecimentos sobre o tema.<br />
<br />
<img alt="" width="400" height="320" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/abusosexual.jpg" /><br />
<br />
A satisfação de desejo sexual de um adulto tendo a criança como instrumento, qualquer tipo de aproximação sexual inadequada entre menores em diferentes fases de desenvolvimento e coerção física e emocional definem o abuso. A violência se manifesta através do dano físico, do dano psíquico, do abandono, da negligência e do abuso sexual à criança. Sendo este último a forma mais grave de maltrato infantil, por ser um dos traumas psíquicos mais intensos, com consequências destrutivas da personalidade do abusado.<br /></p>		<p>O dano físico pode ser indicado através de lesões nas zonas genital e/ou anal, sangramento pela vagina e/ou ânus, infecções do trato genital, gravidez, acrescentado de hematomas e escoriações.<br />
<br />
O dano psicológico pode estar relacionado à idade do início do abuso, a duração do abuso, o grau de violência ou a ameaça de violência, a diferença de idade entre o abusador e o abusado, a ausência de figuras parentais protetoras e o grau de segredo.<br />
<br />
A criança abusada pode apresentar sintomas como: altos níveis de ansiedade, baixa autoestima, distúrbio do sono, distúrbio de alimentação, xixi na cama, distúrbios de aprendizado, comportamento muito agressivo ou apático, abatimento profundo, comportamento sexualmente explícito, masturbação visível e contínua, brincadeiras sexuais agressivas, desconfiança em adultos, especialmente os mais próximos, não participação de atividades escolares, ter poucos amigos, relutância em voltar para casa, ideias de suicídio, fugas de casa. <br />
<br />
Resumindo, o abuso sexual pode variar desde uma exposição dos órgãos sexuais, carícias, toques, penetração digital, sexo oral, vaginal, anal, grupal, filmes, fotografias. Ocorre em todas as camadas socioeconômicas, independente de sexo ou idade, podendo acarretar em lesão física, trauma psicológico, silêncio, vergonha e culpa. <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/06/alguns-esclarecimentos-sobre-abuso-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93153">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/06/alguns-esclarecimentos-sobre-abuso-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/06/alguns-esclarecimentos-sobre-abuso-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 06 Nov 2009 15:09:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/06/alguns-esclarecimentos-sobre-abuso-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA["Amar é Viver": os idealistas]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/27/amar-e-viver-os-idealistas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 27/10/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Como tão bem explica o psicanalista carioca Jurandir Freire Costa, no seu estudo sobre o amor romântico, para os idealistas, amar significa trazer a felicidade para perto, mesmo que para isso seja preciso perder a cabeça feito loucos. Eternos adeptos da utopia amorosa declaram: sem amor estamos amputados de nossa melhor parte. A vida pode ser até mais tranqüila e livre de dores quando não amamos, mas a tranqüilidade obtida é a de um cemitério.<br />
<img width="320" height="282" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Outubro/amar.jpg" /><br />
O amor-paixão romântico é visto como o bem supremo. É a experiência emocional que tem sua fonte no respeito e ternura pelo outro, é uma proteção contra a solidão, qualidade que implicam igualdade dos parceiros e uma grande reciprocidade. Esse amor é uma forma de interdependência, quer dizer, dependência mútua em prazeres, esperanças, tristezas e intenções para o futuro. Diante dessa imagem tudo empalidece. Nada substitui a felicidade sexual, nada traz o alento do amor erótico correspondido.<br /></p>		<p>Os idealistas acreditam que o amor é a condição indispensável para a máxima felicidade e a atração romântica é considerada a base para a escolha do parceiro, para o resto da vida.<br />
<br />
No passado, o amor divino é que era perfeito; hoje o amor humano tornou-se onipotente, onipresente e onisciente. Ele pode tudo, está em toda parte e resolve tudo. E a punição para aqueles que não conseguem amar e ser amados é o pavor da solidão, o estigma do fracasso emocional e a exclusão do mundo dos felizes. Muitos aderem ao lema &ldquo;antes mal acompanhado do que só&rdquo; na esperança de um dia encontrarem a tão sonhada &ldquo;alma gêmea&rdquo;.<br />
<br />
As pessoas ainda hoje aprendem que o amor é natural e, quando não têm essa capacidade de realizar o amor, culpam a si mesmas e raramente conseguem perceber que o próprio ideal pode ser um exagero. A idealização do amor tem, portanto, um custo. Não é verdade que tudo de que precisamos é estar amando; necessitamos também de trabalho, de pagar o aluguel, de amigos fiéis, de boa dose de coragem.<br />
<br />
A excessiva idealização nos faz pensar no amor como garantia em vez de desafio, numa coisa fixa, não num processo de vaivém, ou seja: ora ele se manifesta, ora não. Esperamos sentir mais do que realmente sentimos e, por isso, desconfiamos de nós mesmos. Acontece que, como qualquer outra emoção, o amor varia de intensidade.<br />
<br />
Apesar do amor romântico ser visto como uma experiência de cuidado mútuo, satisfação sexual recíproca, troca de ternura, entre outras coisas, a prática nega em boa parte tudo isso. O amor idealizado nunca é totalmente sereno e, se é muito sereno, pode ser que esteja se enfraquecendo. É o caso do romantismo amoroso que pretende ser o mesmo eternamente, uma &ldquo;promoção por tempo ilimitado&rdquo;, em um mundo que a cada dia está se modificando, e daí surgem todas as inevitáveis diferenças entre os idealistas e os realistas.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/27/amar-e-viver-os-idealistas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=92536">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/27/amar-e-viver-os-idealistas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/27/amar-e-viver-os-idealistas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 27 Oct 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/27/amar-e-viver-os-idealistas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Amor à Vista ou Perigo à Vista?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/26/amor-a-vista-ou-perigo-a-vista]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 26/10/2009 19:38 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A atual desordem amorosa é em grande parte, resultado das conseqüências negativas dos muitos mitos existentes sobre o amor. Os namorantes alimentam idéias erradas como a de que, quando amamos, não precisamos de mais nada. É também absurdo pensar no amor como um sentimento e depois se queixar de que não é duradouro.<br />
<img width="400" height="267" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Outubro/amor_primeira_vista.jpg" /><br />
Sentimentos mudam. Aquela emoção inebriante e arrebatadora ligada ao sexo prolonga-se por algumas horas, ou poucos dias: a excitação e a euforia talvez durem meses, mas isso ainda é um tempo curto no calendário do amor. O clímax de um bom romance não ocorre logo nos primeiros capítulos, quando ainda faltam 300 páginas para o final. Assim, ficar vidrado nas sensações calorosas e borbulhantes dos momentos iniciais pode nos fazer confundir excitação com amor.<br /></p>		<p>A paixão desenfreada é uma idealização e freqüentemente consiste apenas no sentimento de excitação, às vezes, avassalador. Na verdade, a idealização de quem amamos é o que em grande parte faz do amor uma emoção tão desejável; não há nada de errado em vermos a pessoa amada como &ldquo;o ser mais maravilhoso do mundo&rdquo;.<br />
<br />
Entretanto, a idealização tem seu preço: torna o amor maior do que o companheirismo e o desejo sexual, pois envolve a glorificação do outro. Aí a levamos ao extremo: procuramos alguém que nos ame totalmente, sem compromissos anteriores, sem paixões recolhidas. Mas é quase impossível encontrar alguém que tenha uma história assim, uma vida sem amores vividos ou perdidos.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/26/amor-a-vista-ou-perigo-a-vista">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=92535">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/26/amor-a-vista-ou-perigo-a-vista#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/26/amor-a-vista-ou-perigo-a-vista]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 26 Oct 2009 19:38:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/26/amor-a-vista-ou-perigo-a-vista]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[As muitas faces do Amor]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/23/as-muitas-faces-do-amor]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 23/10/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Em uma pesquisa feita recentemente na Inglaterra, 90% das pessoas entrevistadas declararam ter-se apaixonado ao menos uma vez na vida por volta dos 18, 20 anos, enquanto 20% disseram que haviam experimentado a paixão até três vezes ao longo da vida. Quando perguntadas se estavam apaixonadas no momento da pesquisa, 61% das mulheres responderam que de fato estavam numa fase de intenso envolvimento afetivo, contra apenas 43% dos homens. Isso revelou que o sexo feminino talvez tenha realmente uma facilidade maior de se envolver afetivamente, e que homens e mulheres encaram de forma diferente as questões do amor.<br />
<br />
<img width="400" height="290" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Outubro/faces.jpg" /><br />
<br />
Um estudo realizado por psicólogos americanos concluiu que os homens são mais lúdicos, isto é, são pouco práticos e muito mais influenciados pelos atrativos físicos na escolha das parceiras. Fazem sua escolha em função da beleza e da atração sexual.<br /></p>		<p>As mulheres, por sua vez, revelaram-se muito mais racionais, práticas e ponderadas do que os homens. Elas se interessam pelos aspectos essenciais, a ponto de avaliar antecipadamente se o homem seria um bom pai para seu filho e também se ele daria um bom companheiro, um amigo fiel, um amante responsável.<br />
<br />
Outra grande verdade é que, embora o amor não permaneça inalterado, ele pode durar a vida inteira. Depois de uma fase inicial de euforia, em que o sexo ocupa um lugar prioritário, o verdadeiro amor vai-se desenvolvendo, crescendo e amadurecendo. Mesmo que tenha surgido de uma intensa atração física, ao longo dos anos pode se transformar num amor baseado na amizade e numa vida mais compartilhada, na qual o sexo tem grande importância, sim, mas não é a única razão para a manutenção do vínculo. O amor maduro consegue conviver bem até com as flutuações da sexualidade, que alterna períodos de intensa paixão com momentos de menor freqüência sexual.<br />
Apesar de tantas oscilações, o amor é um sentimento que vale a pena ser vivido, pois é capaz de transformar intensamente a vida das pessoas, dando forças para seguir em frente e emprestando uma grande beleza à realidade do dia-a-dia.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/23/as-muitas-faces-do-amor">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=92023">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/23/as-muitas-faces-do-amor#comments">Comentários [1]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/23/as-muitas-faces-do-amor]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 23 Oct 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/23/as-muitas-faces-do-amor]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira 10 dicas para dar um upgrade na vida sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/19/confira-10-dicas-para-dar-um-upgrade-na-vida-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 19/10/2009 14:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p><img height="257" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Outubro/VS.jpg" alt="" /><br />
<br />
Ao dizer o &quot;sim&quot; no altar, o casal consuma uma vida em conjunto. O &quot;felizes para sempre&quot;, porém, pode encontrar seus percalços com o passar do tempo. Especialistas reforçam a necessidade de cada um manter seu espaço, mas também deixam claro que é imprescindível buscar objetivos a dois. E o diálogo franco é a saída para realizar os pequenos ajustes na relação, inclusive, no âmbito sexual. &quot;Quando o sexo não vai bem, a primeira coisa a fazer é ter uma conversa para falar das insatisfações e propor um acordo para melhorar&quot;, afirma a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello.<br /></p>		<p>O descompasso entre quatro paredes é apontado como a principal causa do término de relacionamentos. Os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2006, dão conta de que houve um aumento de 7,7% nos divórcios em relação ao ano anterior. E esse acréscimo denota uma mudança no comportamento feminino nas últimas décadas. Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) mostrou que os divórcios subiram mais de cinco vezes desde 1980. A causa apontada é a influência das novelas da Rede Globo, já que as transmissões da emissora foram expandidas para 98% dos municípios do País na década de 1990.<br />
<br />
Com tantos relacionamentos fracassados, a rotina sexual acaba se transformando num fantasma que ronda a cabeça das mulheres. Reinventar a intimidade é o primeiro passo de uma relação saudável e duradoura. &quot;Sexo tem que ser uma brincadeira gostosa&quot;, afirma a personal sex trainer Fátima Moura. &quot;Se o casal estiver sempre recriando o básico, a rotina acaba virando novidade&quot;, diz Fátima.<br />
<br />
Mas o ritmo de vida agitado exige, muitas vezes, horas extras no trabalho, além dos cuidados com os filhos e com a casa. As mulheres acabam, então, deixando de lado os momentos para curtir a sós com o parceiro. Esse é um comportamento que deve ser banido da vida a dois. &quot;É preciso reservar tempo para o casal&quot;, fala a psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos. &quot;Eles não devem deixar de existir como marido, esposa e amante para priorizar os filhos&quot;, afirma a especialista.<br />
<br />
Portanto, ao menos uma vez por semana, vale deixar os filhos com uma pessoa de confiança para namorar. &quot;Transar em diferentes lugares da casa esquenta a relação&quot;, diz Carla Cecarello.<br />
<br />
A personal sex trainer, por sua vez, aconselha provocar os sentidos do parceiro. &quot;A mulher deve preparar o ambiente para o sexo com perfumes, vinho, música e finalizar com uma massagem erótica.&quot; Já Marina Vasconcellos acredita que criar um clima gostoso é o primeiro passo para uma transa de sucesso. &quot;No meio do dia, mandar mensagens carinhosas por SMS ou email, por exemplo, são estimulantes. À noite, o casal pode sair para dançar ou ir a um show porque o retorno para casa terá um ambiente harmonioso e propício para o sexo&quot;, acredita Marina.<br />
<br />
Quem busca aventura e quer inovar na cama, ainda pode procurar brinquedinhos eróticos. Mas a atenção na escolha é algo relevante. &quot;Há uma grande rejeição pelos homens em relação a vibradores em formato de pênis porque eles se sentem ameaçados&quot;, afirma Carla. &quot;Criar uma competição só vai prejudicar ainda mais a vida sexual.&quot; Dê preferência, portanto, para artigos &quot;mais inofensivos&quot;. Existe uma gama de produtos, como géis, estimuladores de clitóris e esponjas vibratórias para o banho.<br />
<br />
Se há um consenso de que a vida sexual não tem lá mais aquele clima ardente, é importante buscar alternativas para retomar o fogo de outrora. Para isso, os especialistas listaram 10 dicas incendiárias. Confira:<br />
<br />
1. Deixar os filhos com alguém para ter a casa só para os dois e namorar à vontade. Explore todos os cômodos da casa para fazer sexo, a cama deve ser a última opção;<br />
<br />
2. Deixar a vergonha de lado e conversar sobre sexo com mais frequência;<br />
<br />
3. Cuidar do corpo, pois se a mulher está feliz consigo, ela se sente segura e poderosa para ousar na cama;<br />
<br />
4. Buscar informações e novidades para apimentar a transa. Pode ser um livro erótico para ser lido a dois ou filme para servir de inspiração;<br />
<br />
5. Varie as posições sexuais. O papai-e-mamãe é infalível, mas experimentar outras pode trazer um prazer jamais sentido até então;<br />
<br />
6. O orgasmo não deve ser visto como objetivo final. Curta o corpo do parceiro, toque-o, massagei-o. O clímax vai chegar e será nada mais do que a consequência das preliminares;<br />
<br />
7. Técnicas novas surpreendem o parceiro. Para não cair no ridículo, adapte-as a sua realidade e grau de timidez. O pompoarismo colabora com a conscientização corporal, o striptease provoca o parceiro por meio da visão e a massagem erótica estimula as zonas erógenas;<br />
<br />
8. Mostrar a ele como gosta de ser tocada. O parceiro não tem a obrigação de saber o que dá mais prazer à mulher. Guie-o;<br />
<br />
9. Surpreender o homem é sempre excitante para ele. Espere-o em casa com uma bela maquiagem, roupa sexy e jantar a luz de velas. A cama será o destino final;<br />
<br />
10. Acrescente diversão ao sexo. Busque brinquedinhos eróticos, como géis que esquentam ou esfriam, estimuladores de clitóris ou esponjas vibratórias para o banho a dois. <br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.mundonews.com.br/view_news.php?id=79285" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/19/confira-10-dicas-para-dar-um-upgrade-na-vida-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=91872">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/19/confira-10-dicas-para-dar-um-upgrade-na-vida-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/19/confira-10-dicas-para-dar-um-upgrade-na-vida-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 19 Oct 2009 14:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/19/confira-10-dicas-para-dar-um-upgrade-na-vida-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ser bissexual está na moda ou é tendência?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/18/ser-bissexual-esta-na-moda-ou-e-tendencia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 18/10/2009 10:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Não se fala bissexualismo, pois 'ismo' remete à doença, e a homossexualidade e seus derivados não são consideradas doenças de acordo com a OMS<br />
<br />
<br />
<img width="375" height="500" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Outubro/bi.jpg" /><br />
<br />
<br />
A cantora Fergie, do Black Eyed Peas, disse que já experimentou garotas. Outra cantora, a performática Lady Gaga, declarou ser bissexual. As atrizes Drew Barrymore e Ellen Page trocaram um selinho no ensaio para a revista Marie Claire, americana, de outubro, da qual são capa. No Brasil, Preta Gil já declarou ser 'total flex' e a ex-BBB Fani Pacheco assumiu a versatilidade sexual no livro Diário Secreto de uma Ex-BBB e, hoje, detalhe, tem namorado. Sem contar a campanha sensual da marca de sapatos Arezzo para o verão 2010, em que as atrizes Juliana Paes e Cléo Pires posam juntas em cenas com atitude lesbian chic mesmo declarando serem hétero na vida real. Será que está na moda ser bi, é puro marketing ou tendência?<br />
<br />
A bissexualidade (não se fala bissexualismo, pois 'ismo' remete à doença, e a homossexualidade e seus derivados não são consideradas doenças de acordo com a Organização Mundial de Saúde), é definida quando uma pessoa tem orientação sexual voltada para ambos os sexos. Os especialistas em comportamento garantem que não é moda ou marketing e, sim, tendência. 'As pessoas estão mais abertas a experimentar o desconhecido', disse a psicóloga e sexóloga paulista Carla Cecarello. Isso se explica diante da indefinição amorosa pela qual muitos passam depois de numerosos relacionamentos sem sucesso. 'É uma forma de encontrar.' <br />
<br />
Para a psicanalista e sexóloga carioca Regina Navarro Lins, autora de A Cama na Varanda (Ed. Best Seller), vivemos uma profunda transformação das mentalidades desde que a mulher passou a escolher seu rumo sexual com o surgimento da pílula, na década de 1960. Ao lado disso, ela acrescenta que o amor romântico começa a sair de cena levando com ele uma série de ideais, como o direito de exclusividade, abrindo espaço para um novo tipo de amor surgir. Um deles é a bissexualidade.<br />
<br />
'Comecei a perceber que gostava de meninos e meninas aos 12 anos', disse a designer Tanya Duarte, 22 anos, de São Paulo. 'Aos 17 já tinha certeza, não por experiência, mas por ficar atraída por ambos os sexos.' Ela namorou com rapaz durante três anos e depois acabou conhecendo uma garota com quem se relacionou. Hoje é noiva de um homem, está de casamento marcado e tudo. 'Pretendo passar minha vida com ele. Tive sorte de encontrar a pessoa da minha vida, que poderia ser também uma mulher.'<br />
<br />
Tanya é uma pessoa que já vive as transformações que aproximam o masculino e feminino. 'Vivemos no sistema patriarcal há 5 mil anos, que sempre dividiu a humanidade em duas partes, homem para um lado e mulher para outro', disse Regina. Nessa história, no entanto, muitos homens e mulheres se 'mutilam' para corresponder ao ideal, abrindo mão de aspectos importantes de personalidade. Não é caso de Tanya, que enfrentou o preconceito dos pais e até amigos. 'Quando namorava uma menina, assumi e apresentei-a aos meus pais.' <br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.folhadedourados.com.br/view.php?cod=43224" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/18/ser-bissexual-esta-na-moda-ou-e-tendencia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=91871">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/18/ser-bissexual-esta-na-moda-ou-e-tendencia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/18/ser-bissexual-esta-na-moda-ou-e-tendencia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 18 Oct 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/18/ser-bissexual-esta-na-moda-ou-e-tendencia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[SEXO TÂNTRICO]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/06/sexo-tantrico]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 6/10/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>É uma filosofia milenar indiana que dá ênfase às preliminares. Um de seus principais objetivos é retardar ao máximo a ejaculação. O tantrismo vê o sexo como um ritual sagrado. Nessa cultura, as mulheres são consideradas divindades, pois conseguem gerar filhos. Isso lhes dá um grande poder: cabe a elas conduzir toda a relação. Veja a seguir algumas técnicas tântricas para adiar o orgasmo e, assim, tornar a relação sexual mais longa e mais prazerosa.<br />
<br />
Para ser feito sem pressa. Alongar as preliminares é o segredo para um orgasmo mais intenso.<br />
<br />
Criando o clima: escolham um momento em que não tenham pressa, coloquem uma música suave e acendam um incenso. O objetivo é relaxar antes da transa e fazer tudo sem pressa.<br />
<br />
Olhos nos olhos: Sentem-se de frente um para o outro: o homem cruza as pernas para que a mulher encaixe no colo dele. Respirem lentamente e tentem sincronizar as inspirações e expirações. Olhem nos olhos um do outro. O tantrismo prega uma sintonia dos corpos e das almas: tentem criar esse elo com o olhar.<br /></p>		<p>Movimentos vaginais: é hora da mulher iniciar a estimulação: faça contrações vaginais e movimente a vulva para massagear o pênis. Encostem os seios nos mamilos, se abracem.<br />
<br />
Beijo tântrico: unam os lábios e sintam a respiração um do outro. Esse é um bom momento para a penetração. As contrações vaginais devem continuar quando o pênis estiver na vagina. Acariciem os cabelos um do outro, a nuca, as costas, bumbum... Façam tudo bem devagar, como se acompanhasse o ritmo de uma música bem lenta e sensual.<br />
<br />
Adiando o orgasmo: interrompam os movimentos quando estiverem próximos ao clímax. Em seguida, retomem a estimulação. O segredo é ir sem pressa e se excitar o máximo que puder. Ao adiar o orgasmo, a fase de excitação se prolonga. Quando se renderem ao clímax, ele virá com uma intensidade muito maior.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/06/sexo-tantrico">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=91020">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/06/sexo-tantrico#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/06/sexo-tantrico]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 06 Oct 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/06/sexo-tantrico]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Da sedução à Relação]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/30/da-seducao-a-relacao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 30/9/2009 17:38 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A sedução é um ingrediente essencial à relação. Porém, antes de se entregar aos jogos de sedução é preciso refletir o modelo de relacionamento sexual que foi passado a você, tanto pela família quanto pela cultura. Ou seja, como sua identidade sexual foi moldada, como você foi educado(a), o que serve de motivação na escolha de um (a) parceiro (a), quais as suas expectativas sobre o relacionamento.<br />
<br />
Deve-se, também, ter conhecimento dos órgãos sexuais masculinos e femininos, lembrando que a consciência das diferenças e o autoconhecimento favorecem o prazer. Conhecer os órgãos sexuais é importante, pois o conhecimento gera confiança. E, auto-estima significa o quanto você acredita em você mesmo(a).<br />
<br />
A relação é de responsabilidade dos dois e, para se ter mais sexo deve-se encontrar um equilíbrio na relação. A comunicação é de fundamental importância para encontrar o equilíbrio. E, quanto menos comunicação mais dificuldade sexual (ausência de desejo, dificuldade de ereção...).<br />
<br />
O sexo é a brincadeira da relação, é comunicação, gera proximidade emocional. E, o bom sexo é algo que se faz junto. Deve-se sempre dar valor ao companheiro ou à companheira, independente do tempo em que vocês estiverem juntos. E, para você se sentir emocionalmente íntimo(a) deve saber como ser agradado(a) e como agradar dentro e fora da cama.<br />
<br />
Texto e colaboração - Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloga e Sexóloga</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/30/da-seducao-a-relacao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=90660">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/30/da-seducao-a-relacao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/30/da-seducao-a-relacao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 30 Sep 2009 17:38:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/30/da-seducao-a-relacao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Linguagem da Paixão]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/28/a-linguagem-da-paixao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 28/9/2009 18:52 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img width="400" height="284" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/paixao.bmp" /><br />
<br />
Há sons que se relacionam com o sexo. Certas queixas tênues, gemidos liberadores de tensão ou gritos de prazer que anunciam ou confirmam um orgasmo resultam incitantes para muitos homens e mulheres. Às vezes há amantes que não os reprimem, mas que os aumentam porque sabem o efeito que têm sobre seu(sua) parceiro(a) sexual. Há homens que quando recebem um fellatio sentem um estímulo extra se a mulher faz ruídos com sua boca: os estalidos típicos ao chupar com intensidade, quando a língua ensalivada lambe a glande dentro da boca. Nesse caso, é ela quem tem no rosto uma expressão de luxúria, enche sua boca de saliva e molha e chupa o pênis como se fosse uma banana deliciosa. Ele, sem estado passivo, segue a cena e respira cada vez mais agitadamente; &ldquo;escuta&rdquo; o roçar dos lábios dela sobre sua pele tensa e palpitante, e quando brinca com o membro ereto e o lambe por um lado e pelo outro e faz os sons típicos de absorção quando está dentro da sua boca, como se estivesse degustando seu prato preferido, ele deixa escapar um suspiro profundo, porque sua excitação deu mais um passo. Mas não é o único estímulo sonoro que percebem. Porque quando ela deixa escapar gemidos abafados enquanto chupa com entusiasmo, ele também os recebe como um sinal de deleite que alimenta sua paixão.</p>		<p>Embora todos os sons &ldquo;sexuais&rdquo; tenham efeitos similares, segundo algumas pesquisas existem predileções para o homem e para a mulher. Eles costumam ter uma marcada preferência pelos sons, desde arquejos e gritos até aqueles produzidos pela fricção dos corpos. <br />
<br />
Entretanto, muitas mulheres gostam de palavras estimulantes. Algumas se motivam com frases românticas ou doces: essas palavras que seu amante lhes diz suavemente, com os lábios junto aos seus ouvidos, e que alimentam sua vaidade porque lhes contam o quanto gostam de seus seios, da suavidade de sua pele, de seus cabelos ou de como é delicioso o seu clitóris. São mensagens que fazem com que se sintam desejadas, confirmam-lhes que o seu amante gosta do seu corpo. E isso as excita. Outras mulheres preferem frases ou palavras intensas, diretas, fortes. Ele se aproxima dela com um pouquinho de perversidade e a faz desejar. Tudo acabará com sua boca sobre o sexo da sua parceira, mas ele adia o momento e a leva à exaltação. Quer que seja já. Não pode esperar. E enquanto ele retarda sua aproximação vai emitindo frases com promessas que a excitam ainda mais: &ldquo;vou lamber você até que uive de prazer&rdquo;; &ldquo;mesmo que me implore, não vou parar&rdquo; ... Essas frases, e muitas outras que fora de contexto soam agressivas, em um momento de grande paixão não são ofensivas; muito ao contrário, são valorizadas porque alcançam o efeito excitante que os amantes buscam.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/28/a-linguagem-da-paixao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=90409">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/28/a-linguagem-da-paixao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/28/a-linguagem-da-paixao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 28 Sep 2009 18:52:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/28/a-linguagem-da-paixao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Algumas posições do Kama Sutra]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/27/algumas-posicoes-do-kama-sutra]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 27/9/2009 18:49 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>As posições do Kama Sutra são mesmo o máximo? Esta é uma pergunta que ouço constantemente. Então, vamos lá!<br />
<br />
Nem tudo o que se diz a respeito do Kama Sutra é lenda, mas há uma certa dose de exagero nessa história. O Kama Sutra é um manual que resume a filosofia indiana sobre a arte de amar. Reúne desde posições sexuais (64 ao todo) a técnicas para seduzir, se relacionar com a outra pessoa e manter hábitos de higiene. Ensina também a beijar, a abraçar e a fazer carícias eróticas, como o sexo oral. Algumas posições são exóticas, outras nem tanto. Experimentá-las não é garantia de uma noite de sexo de perder o fôlego, como se costuma divulgar. Isso depende de muitos outros fatores: conhecer os próprios pontos de prazer, livrar-se da ansiedade e das preocupações quanto ao desempenho, relaxar. De qualquer forma, o Kama Sutra pode servir para tirar idéias, estimular a imaginação e quebrar a rotina. Há outros manuais orientais que também são interessantes, como o Ananga Ranga, escrito mil anos após o Kama Sutra, mas igualmente erótico.<br />
<br />
Segundo a filosofia indiana, para o sexo ser prazeroso os beijos devem imitar a penetração do pênis na vagina; as unhas podem ser usadas para arranhar levemente os seios e os mamilos; a boca tem papel de destaque quando espalha mordidas pelo corpo inteiro. Tudo isso complementa as posições a seguir:<br /></p>		<p>&bull; Égua de Kama:<br />
A mulher se encaixa em cima do homem sentado, de costas para ele. Pode (e deve!) estimular o clitóris com a mão.<br />
<br />
&bull; Muito Aberta:<br />
Deitada embaixo do homem, ela eleva o quadril e contrai o bumbum. Ótimo para ela: o clitóris fica elevado e é massageado pelo corpo do parceiro durante a penetração.<br />
<br />
&bull; Mulher de Indra:<br />
O homem fica ajoelhado. A mulher aproxima as coxas dos seios e apóia o bumbum nas pernas do parceiro. Boa posição para fazer contrações vaginais durante a penetração.<br />
<br />
<br />
&bull; Meia Pressão:<br />
Ela eleva as pernas e apóia um dos pés no tórax dele. A outra perna fica estendida no ar.<br />
É bem exótica. O clitóris é estimulado com os movimentos da penetração.<br />
<br />
&bull; Reunião Apoiada:<br />
De pé, o homem pressiona a mulher contra a parede, para que isso sirva de apoio. Ela eleva as duas pernas e ele a segura pela parte posterior das coxas ou pelo bumbum. Dá uma sensação interessante: parece que a mulher se movimenta no ar.<br />
<br />
&bull; Balanço:<br />
Ele se deita de barriga para cima e flexiona as pernas. Ela se ajoelha e se encaixa em cima dele, porém de costas para o parceiro. Boa posição para o homem: ele tem uma visão interessante do corpo da mulher.<br />
<br />
&bull; Posição Abraçada:<br />
Os dois se entrelaçam: ela envolve o corpo dele com as coxas; ele faz o mesmo com o dela. Tem ares de malabarismo...<br />
<br />
&bull; Abraço de Joelhos:<br />
O homem se ajoelha; a mulher fica apoiada em um dos joelhos. Se quiser, ela pode abraçar a cintura dele com a outra perna.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/27/algumas-posicoes-do-kama-sutra">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=90408">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/27/algumas-posicoes-do-kama-sutra#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/27/algumas-posicoes-do-kama-sutra]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 27 Sep 2009 18:49:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/27/algumas-posicoes-do-kama-sutra]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Imagens que Excitam]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/23/imagens-que-excitam]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 23/9/2009 13:19 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Uma calça muito justa marcando as formas; uma alça fina que cai descuidadamente sobre um ombro desnudo; o boxe transparente do banheiro que deixa ver a silhueta esfumada de um corpo sob a ducha; uma boca entreaberta com a língua assomando... Milhares de imagens surgem na mente e são o desencadeante do desejo. Muitas vezes, são parte do jogo da sedução. Mensagens de provocação. Outras pertencem ao terreno da atividade sexual plena.<br />
<br />
<img width="400" height="485" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/excita.jpg" /><br />
<br />
Um homem goza com a felação que está recebendo de sua parceira sexual. Observa como ela lambe seu pênis com desejo. E essa situação já a excita. Mas de repente ela levanta levemente a cabeça para olhá-lo fixamente nos olhos. Sustenta o olhar como se fosse um desafio. Seus olhos falam. Dizem-lhe que está fazendo aquilo porque gosta. E isso aumenta ainda mais a paixão dele.<br />
<br />
Uma cena como a anterior necessita de um elemento fundamental: a luz. E nem sempre os amantes praticam sexo em um lugar iluminado. Antigos preconceitos, tabus, pudores pelo que são considerados defeitos físicos ou hábitos baseados em inibições fazem com que a mais profunda intimidade seja às escuras.<br /></p>		<p>Não é possível então ver os gestos de gozo do(a) parceiro(a) sexual, nem seus movimentos nem as reações que lhe provocam as carícias. Os beijos. A luz permite olhar e ser olhado. Conectar com o outro e estimularem-se mutuamente com o espetáculo do corpo desnudo do amante, com a visão de seus genitais excitados e os gestos que demonstram o profundo prazer que sente naquele momento e que contagia seu parceiro sexual.<br />
<br />
É o que ocorre quando ela está entregue e exposta com as pernas abertas e ele brinca com a ponta de sua língua sobre o clitóris, sem pausa e com o melhor ritmo. Por alguns momentos ele a olha para observar suas reações e a vê com os olhos fechados e o gesto crispado pela intensidade do gozo, o movimento do peito agitado, a cabeça girando de um lado para o outro, como que descontrolada, e as mãos firmemente agarradas nos lençóis. Sua parceira sexual está no auge do gozo e ele sente que sua excitação cresce junto com ela. Cada gesto dela, como resposta às suas lambidas, repercute em uma ereção cada vez mais palpitante.<br />
<br />
Os estímulos visuais também se produzem com mudanças surpreendentes de imagens nas zonas íntimas. Por exemplo, com o corte e a depilação do pêlo púbico, inclusive com formas sugestivas, como corações, estrelas ou o nome do amante. E, para completar a transformação, pode-se também tingir o pêlo com cores impactantes, que renovem e concentrem o interesse do(a) parceiro(a) sexual na visão dos genitais.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/23/imagens-que-excitam">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=90071">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/23/imagens-que-excitam#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/23/imagens-que-excitam]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 23 Sep 2009 13:19:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/23/imagens-que-excitam]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mas e se eu quiser mesmo que seja uma vez só?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/15/mas-e-se-eu-quiser-mesmo-que-seja-uma-vez-so]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 15/9/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Não há nada de errado em querer só sexo, desde que a pessoa com quem você vá transar concorde com os seus planos. Podem me chamar de antiquada, de idealista ou até de iludida, mas ao mesmo tempo em que eu não vou pedir a ninguém que se ajoelhe aos pés da cama e anuncie solenemente.&rdquo;Eu só estou aqui para dar uma transada&rdquo;, acho que não é pedir demais que, sendo esse o caso, você emita sinais bastante claros que comuniquem basicamente a mesma coisa. E isso quer dizer que ficam vetadas as bobagenzinhas sussurradas ao pé do ouvido (exceto as de cunho estritamente sexual), os elogios desmedidos ao outro (a menos que se refiram exclusivamente aos atributos físicos da pessoa) e, acima de tudo, toda e qualquer menção a planos para o futuro (do tipo &ldquo;preciso levar você a tal lugar qualquer dia desses&rdquo;). Em outras palavras: ajuste o tom do papo para o máximo de voltagem sexual e zero de romance. <br />
<br />
<img width="400" height="598" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/sexo4.jpg" /><br />
<br />
Isso dá o recado de forma clara e inequívoca. Se você for uma pessoa bacana de verdade, vai dizer algo como: &ldquo;Olha, você me excitou de um jeito absurdo, mas eu não posso prometer nada além do que rolou hoje. Você quer / eu posso passar a noite aqui, ou acha melhor nos despedirmos agora?&rdquo;. Dessa maneira você expõe suas intenções de um jeito delicado, e se o outro concordar que vocês durmam juntos, a sua consciência poderá ficar tranqüila.<br /></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/15/mas-e-se-eu-quiser-mesmo-que-seja-uma-vez-so">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=89115">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/15/mas-e-se-eu-quiser-mesmo-que-seja-uma-vez-so#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/15/mas-e-se-eu-quiser-mesmo-que-seja-uma-vez-so]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 15 Sep 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/15/mas-e-se-eu-quiser-mesmo-que-seja-uma-vez-so]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Química entre Parceiros é Mesmo Importante?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/14/a-quimica-entre-parceiros-e-mesmo-importante]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 14/9/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Se você tem planos de ter um relacionamento passional e intenso, sim, química é fundamental. Se a menção à palavra &ldquo;contente&rdquo; remete você a uma sensação de calor e aconchego em vez de fazê-la sentir-se velha e ansiosa, então nesse caso talvez não tenha tanta importância assim. Uma boa química muda a dinâmica da relação, tornando as coisas mais intensas e, portanto, mais perigosas &ndash; o que nem todo mundo considera exatamente uma maravilha. É perfeitamente possível se sentir em sintonia com alguém e passar bons momentos ao lado dessa pessoa sem nunca ter a tal química com ela, e há gente que prefere mesmo relacionamentos mais controláveis e racionais. Mas se você está buscando uma experiência emocional e sexual mais poderosa, com certeza deve ficar com aquela pessoa que tem vontade de atirar contra a parede e trocar todos os fluidos a que tem direito imediatamente.<br />
<br />
<img width="400" height="552" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/quimica.jpg" /><br />
<br />
Uma boa química não é garantia de amor eterno, mas é um ótimo começo uma ferramenta a mais para a manutenção de um relacionamento estável. Até mesmo as relações mais harmoniosas passam por fases chatas, e nessas horas é a química que nos ajuda a não jogar tudo para o alto e a esperar pacientemente que as coisas melhorem.<br /></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/14/a-quimica-entre-parceiros-e-mesmo-importante">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=89113">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/14/a-quimica-entre-parceiros-e-mesmo-importante#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/14/a-quimica-entre-parceiros-e-mesmo-importante]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 14 Sep 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/14/a-quimica-entre-parceiros-e-mesmo-importante]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Você é fisicamente atraente ou não, afinal de contas?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/13/voce-e-fisicamente-atraente-ou-nao-afinal-de-contas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 13/9/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img width="400" height="530" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/atraente.jpg" /><br />
<br />
Temos boas notícias neste tópico. A menos que você tenha um ego enorme como o do Donald Trump, é quase certo que seja mais bonito do que costuma se achar. A explicação para isso é uma só: as pessoas não reparam nos seus defeitos tanto quanto você pensa, simplesmente porque vivem ocupadas demais se preocupando com os defeitos que vêem em si próprias. Se você é mulher, vive paranóica com relação ao próprio corpo e se sente ligeiramente desconfortável quando precisa se expor em público pode apostar que na verdade deve ser mais gostosa do que imagina, por causa dos motivos apresentados acima.</p>		<p>Outra dica para avaliar a sua beleza física de um jeito mais objetivo é dar uma olhadinha na sua cara-metade, ou pensar nos parceiros ou parceiras que já teve no passado.<br />
<br />
Inconscientemente, todos nós tendemos a procurar companheiros que consideremos estar num patamar igual ao nosso em termos de aparência (embora com o tempo a beleza física vá se tornando menos importante numa relação amorosa). Mas caso você seja rico(a) e poderoso(a), tenha cuidado de levar isso em conta na equação final, porque essas duas qualidades são a garantia de atrair parceiros bem mais bonitos sempre.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/13/voce-e-fisicamente-atraente-ou-nao-afinal-de-contas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=89112">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/13/voce-e-fisicamente-atraente-ou-nao-afinal-de-contas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/13/voce-e-fisicamente-atraente-ou-nao-afinal-de-contas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 13 Sep 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/13/voce-e-fisicamente-atraente-ou-nao-afinal-de-contas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Você se preocupa com a aparência?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/12/voce-se-preocupa-com-a-aparencia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 12/9/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Está provado que pessoas atraentes tendem a pensar mais na própria aparência.<br />
<br />
<img width="400" height="455" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Setembro/aparencia.jpg" /><br />
<br />
Mas, o que será que vem primeiro: o ovo ou a galinha? Elas prestam mais atenção a esse aspecto porque se olham no espelho mais vezes? Ou será que são mais atraentes justo porque tem mais vaidade, e, portanto dedicam mais tempo a cuidar da própria aparência?<br />
<br />
O interessante é que pessoas que se preocupam com o próprio visual sempre tendem a se achar bem menos atraentes do que são na verdade &ndash; talvez isso aconteça porque elas sempre escolham se comparar aos mais belos e belas que conhecem, e não à média das pessoas comuns.<br /></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/12/voce-se-preocupa-com-a-aparencia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=89111">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/12/voce-se-preocupa-com-a-aparencia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/12/voce-se-preocupa-com-a-aparencia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 12 Sep 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/12/voce-se-preocupa-com-a-aparencia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Namoro totalmente Virtual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/11/o-namoro-totalmente-virtual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 11/9/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>No programa Globo Repórter apresentado no dia 31 de julho de 2009, com o tema &ldquo;Fidelidade e Traição&rdquo; me chamou a atenção para um quadro no qual a esposa descobriu que o marido namorava virtualmente com uma mulher durante oito anos, sem nunca terem se encontrado, apesar de fazerem planos de viagem.</p>		<p>O namoro totalmente virtual ocorre porque nesse mundo pode tudo: o feio torna-se bonito, o tímido torna-se expansivo enfim, a pessoa se molda da forma que desejar, o que acaba em alguns casos, por encobrir alguma disfunção sexual ( disfunção erétil, anorgasmia, ejaculação rápida, anafrodisia, etc) por não ser necessário o contato, o toque entre os amantes. Dessa maneira, está formada uma comunicação onde não há lugar para a realidade e por essa razão os encontros não são concretizados, mantendo-se somente na esfera da fantasia onde tudo é tão simples e fácil, e, sem perceber, há também uma mudança no comportamento com as pessoas ao seu redor. <br />
A sexualidade humana, por ser ampla não deve ficar restrita em um aspecto; essa fuga da realidade pode durar muito tempo e quando é desfeita, a &ldquo;queda&rdquo; pode ser grande porque o mundo real torna-se áspero e difícil de ser encarado e, não sabendo lidar com a disfunção sexual que já existia ou apareceu, o indivíduo se sente perdido, gerando para si ansiedade e desconforto. Nesse caso é aconselhável procurar a ajuda de um psicólogo para que ele possa se organizar sabendo conciliar os dois mundos sem prejudicar o seu trabalho, sua vida social, emocional e afetiva. <br />
<br />
Ângela Regina Freitas da Silva<br />
Psicóloga e sexóloga do Projeto AmbSex<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/11/o-namoro-totalmente-virtual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88926">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/11/o-namoro-totalmente-virtual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/11/o-namoro-totalmente-virtual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 11 Sep 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/11/o-namoro-totalmente-virtual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ítens indispensáveis para ser bom ou boa de cama - IV]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/10/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iv]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 10/9/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Dizer &ldquo;não&rdquo; ocasionalmente &ndash; se você topa transar todas as vezes, vai mostrar que está 100% ao alcance do outro. O casamento e a convivência já acabam com boa parte das emoções da caçada amorosa, então, uma boa maneira de preservar o pouco que resta é eliminando a previsibilidade da sua resposta.<br />
<br />
Saber o que quer e dizer/mostrar ao outro &ndash; quem conhece os gatilhos para atiçar o próprio desejo e mostra à sua cara-metade o caminho das pedras merece nota 10 em sexo.<br />
<br />
Ter o aval de amantes antigos &ndash; sempre que ex-parceiros continuam amigos, a conversa entre eles invariavelmente vai descambar para algo do tipo: &ldquo;Eu era legal na cama? Agora você pode dizer a verdade.&rdquo; Pode ser que o outro exagere um pouquinho as coisas querendo ser gentil, mas se você ganhar elogios rasgados de um(a) ex sobre o seu desempenho na cama, pode confiar que eles são verdadeiros. Saber que três ou mais amantes do passado ainda suspiram por aquele truquezinho que é sua marca registrada, então, é a glória para a auto-estima sexual. Pense bem: ter um trunfo certo na cama não pe nada mau.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/10/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iv">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88807">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/10/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iv#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/10/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iv]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 10 Sep 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/10/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iv]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ítens indispensáveis para ser bom ou boa de cama - III]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/09/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iii]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/9/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Dedicar às preliminares o dobro do tempo reservado para a cópula propriamente dita &ndash; se você já deixou de lado a idéia de que o sexo é a penetração e preliminares são aquelas coisas que você tem que fazer antes de transar, meus parabéns. Agora só falta cultivar o hábito de ter encontros sexuais sem penetração, levando um ao outro ao orgasmo com o sexo oral ou masturbação mútua.<br />
<br />
Esforçar-se para a coisa dar certo &ndash; quem é bom ou boa de cama aceita o fato de que uma sessão de sexo fantástica não vai acontecer do nada num relacionamento que já dura dez anos.<br />
<br />
Saber dispensar o constrangimento com boas risadas &ndash; se você não acaba no papel de bobo da corte uma vez ou outra é sinal de que não está se deixando sair da sua zona de conforto, e isso não é bom.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/09/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iii">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88806">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/09/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iii#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/09/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iii]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 09 Sep 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/09/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--iii]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ítens indispensáveis para ser bom ou bos de cama - II]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/08/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-bos-de-cama--ii]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 8/9/2009 16:06 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Saber brincar &ndash; quanto mais você souber brincar na cama, melhor o seu desempenho vai ser considerado. Relaxe, ria bastante, deixe as inibições de lado e dê asas à imaginação.<br />
<br />
Tomar a iniciativa tanto quanto o outro &ndash; além de fazer maravilhas pela auto-estima do seu amor, a sensação é boa para o seu lado também. Nada faz uma pessoa se sentir mais poderosa do que dar as cartas na hora do sexo e fazer o outro se submeter aos seus desejos.<br />
<br />
Manter a boa forma das partes baixas &ndash; exercitar regularmente a musculatura pubococcígea faz a penetração ficar bem mais gostosa, e isso vale para os dois. Quanto mais apertada for sua vagina, mais prazer a mulher vai sentir; quanto mais controle tiver do seu músculo pubococcígeo, mais o homem vai conseguir dominar a própria ereção.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/08/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-bos-de-cama--ii">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88805">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/08/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-bos-de-cama--ii#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/08/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-bos-de-cama--ii]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 08 Sep 2009 16:06:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/08/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-bos-de-cama--ii]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ítens indispensáveis para ser bom ou boa de cama - I]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/07/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--i]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 7/9/2009 16:04 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Informar-se sobre assuntos ligados à sexualidade e ter uma boa compreensão do funcionamento do seu corpo e o da sua cara-metade.<br />
<br />
Ter experiência prática &ndash; é o melhor jeito de aprimorar a sua técnica.<br />
<br />
Ter atitude certa &ndash; de todos esses pontos, a atitude quanto ao sexo &ndash; a capacidade de se entregar e curtir &ndash; é o fundamental.<br />
<br />
Estar disposto(a) a tentar de tudo (nos limites do razoável) pelo menos uma vez &ndash; dizer &ldquo;eu sempre quis experimentar a prática tal, mas nunca me senti á vontade com mais ninguém para tocar no assunto&rdquo; faz você ganhar muitos pontos num relacionamento.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/07/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--i">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88802">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/07/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--i#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/07/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--i]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 07 Sep 2009 16:04:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/07/itens-indispensaveis-para-ser-bom-ou-boa-de-cama--i]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[INFIDELIDADE: FIM DA RELAÇÃO?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/02/infidelidade-fim-da-relacao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 2/9/2009 18:02 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>&ldquo;Ter um caso pode reascender o casamento&rdquo;; &ldquo;Trair é normal&rdquo;; &ldquo;Trair é da natureza humana&rdquo;; &ldquo;Homens traem mais que as mulheres&rdquo;; &ldquo;Só casamentos em crise estão sujeitos à traição&rdquo;; &ldquo;Eu tenho culpa de ter sido traído(a)&rdquo;. Estes são alguns mitos que nos mostram porque a infidelidade está sempre sendo pensada.<br />
<br />
Um relacionamento deve ser baseado em três pilares: Comunicação, Empatia e Conhecimento. Não há como ter empatia por aquele que não conhece e, se não conhece não há comunicação. A incapacidade de comunicação é um dos muitos problemas de relacionamento.<br /></p>		<p>Muitas vezes o que acaba com uma relação, seja ela casamento ou não, é a falta de interação entre o casal e não o fim da paixão, que algumas vezes nunca existiu. E, essa falta de interação, a falta dos três pilares básicos (comunicação, empatia e conhecimento) tem favorecido a infidelidade.<br />
<br />
A infidelidade já teve significados muito diferentes para homens e mulheres. Mas hoje, com as recentes mudanças de papéis sociais, ambos têm concordado que ser infiel pode ser: trair a confiança do(a) parceiro(a), transar com outro(a), mentir e/ou desrespeitar o(a) parceiro(a).<br />
<br />
Sentimentos como baixa auto-estima, dificuldades sexuais, perda da confiança no(a) parceiro(a) costumam aparecer após a ciência de uma traição. E, assim, estremecem as bases da relação.<br />
<br />
Porém, pode sim haver um resgate da relação se o foco do casal for direcionado para ficarem juntos e não para se vingarem, e, também houver vontade, tempo e disponibilidade necessários para reparação.<br />
<br />
Texto e Colaboração - Psicologa e Sexologa Carolina Gonçalves de Freitas</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/02/infidelidade-fim-da-relacao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88299">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/02/infidelidade-fim-da-relacao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/02/infidelidade-fim-da-relacao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 02 Sep 2009 18:02:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/02/infidelidade-fim-da-relacao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Transsexualidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/25/transsexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 25/8/2009 14:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Sentimento de pertença a um gênero sexual não correspondente ao sexo biológico. Trata-se, assim, de uma questão relacionada com a identidade sexual, que, nesses casos, não coincide com o sexo com o qual se nasce. Costuma-se dizer que são situações em que uma alma feminina está presa num corpo de homem, ou em que uma alma masculina está presa num corpo de mulher. Assim, muitos transsexuais, no seu dia-a-dia, vestem-se e comportam-se como se fossem um elemento do sexo oposto. Como sentem o seu sexo biológico e caracteres sexuais secundários como algo que não lhes pertence, é com alguma freqüência que desejam proceder a alterações no corpo para que a sua anatomia passe a corresponder ao seu sentimento interno, masculino e feminino. Esse sentimento de não se pertencer a um sexo que não é o seu surge, habitualmente, na infância e mantém-se até a idade adulta.</p>		<p>Existem diversas teorias sobre as causas da transsexualidade, embora nenhuma delas consiga dar uma explicação conclusiva sobre essa questão. Para alguns autores, na base de uma incompatibilidade entre sexo e a identidade sexual estão fatores biológicos. Para outros, a transsexualidade encontra suas origens em problemas no relacionamento precoce com os pais, muito particular com a mãe que, inconscientemente, desejaria que o seu filho fosse uma menina ou que sua filha fosse um menino.<br />
<br />
Um transsexual é diferente de um travesti, uma vez que este último apenas se veste como alguém do outro gênero sexual e não deseja fazer uma operação de mudança de sexo. Christine Jorgensen foi, em 1953, na Dinamarca, a primeira pessoa na história da humanidade a deixar de ser um homem através de uma cirurgia e a passar a ter órgãos sexuais femininos. A partir dessa data, passou a ser possível a &ldquo;correção&rdquo;, por meio da medicina, de um problema que provavelmente existe desde sempre. Na maior parte dos países em que são efetuadas operações de mudança de sexo, o indivíduo que deseja passar por esse procedimento tem de ter um acompanhamento cuidadoso e percorrer um longo caminho.<br />
<br />
Um dos problemas com o qual se deparam os transsexuais é o da mudança legal de identidade sexual, que não é possível em muitos países, exceto, em alguns casos, por meio de meio de uma decisão judicial. Caso contrário, o transsexual terá, com alguma freqüência, de se deparar com a situação constrangedora de se identificar em circunstâncias formais com um nome conforme com o seu gênero sexual. Essas situações não são, obviamente, facilitadoras do processo de integração social que já se afigura difícil.<br />
<br />
Em anos mais recentes, os transsexuais tem-se reunido em associações próprias ou de defesa dos direitos dos homossexuais, nas quais por vezes encontram alguma solidariedade relativa às suas causas, como forma de poderem conquistar algum reconhecimento legal e social de condição. Alguns desses movimentos não se limitam a integrar a transsexualidade, abrangendo igualmente o travestismo e outras questões que não se inserem nas categorias tradicionais de gênero. O termo utilizado por esses movimentos para designarem os indivíduos que não se identificam com as noções sociais de masculino e feminino é o de transgender.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/25/transsexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=87467">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/25/transsexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/25/transsexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 25 Aug 2009 14:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/25/transsexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Exploração sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/24/exploracao-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 24/8/2009 18:25 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>&ldquo;Exploração sexual é um termo empregado para nomear práticas sexuais pelas quais o indivíduo obtém lucros. Ocorre principalmente como conseqüência da pobreza e violência doméstica, que faz jovens, crianças e adolescentes fugirem de seus lares e se refugiarem em locais que os exploram em troca de moradia. Acontece em redes de prostituição, pornografia, tráfico e turismo sexual. <br />
<br />
A prostituição é uma prática ilegal que busca oferecer prazeres carnais em troca de recompensa. Apesar de existirem leis que proíbam a indução de pessoas à prostituição com pena de até cinco anos de reclusão, tal prática cresce consideravelmente a cada ano aumentando o mercado e diminuindo as chances de que tais indivíduos que são submetidos às práticas se desenvolvam normalmente em questões morais, psicológicas e ainda intelectuais, pois os estudos e conhecimentos gerais lhes são negados.<br /></p>		<p>A pornografia é um mercado ilegal que utiliza imagens em fotografias ou filmagens de pessoas em cenas que induzem o sexo, são desde eróticas provocativas até de sexo explícito. A utilização de menores nesta prática incentiva a pedofilia que é a exploração sexual de menores. A pornografia é crime perante a lei que pune o explorador com até seis anos de reclusão. <br />
<br />
O tráfico é uma rede que exporta pessoas para outras localidades com a intenção de explorá-las sexualmente visando à geração de renda. É uma espécie de escravidão moderna que desenvolve significantemente a indústria do sexo e a distorção dos direitos humanos. <br />
<br />
O turismo sexual é a exploração de pessoas de um determinado local sofrida por visitantes de outras cidades, estados e países, essa prática tem crescido consideravelmente em locais turísticos que atraem pessoas de outros lugares por suas condições paisagísticas, culturais e/ou de lazer. <br />
<br />
Tais práticas são conhecidas desde a antigüidade, a diferença é que antes utilizavam práticas sexuais como rituais de passagem da infância para a vida adulta como questão cultural e não como mercado lucrativo como vivenciamos.<br />
<br />
Por Gabriela Cabral<br />
Equipe Brasil Escola<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/exploracao-sexual.htm" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/24/exploracao-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=87779">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/24/exploracao-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/24/exploracao-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 24 Aug 2009 18:25:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/24/exploracao-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Os erros que ambos cometem]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/20/os-erros-que-ambos-cometem]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 20/8/2009 18:22 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>&bull; <strong>Achar que o melhor sexo sempre tem a ver com espontaneidade</strong>. O sexo que brota espontaneamente em geral é bem gostoso, mas planejar um encontro sexual &ndash; com direito a saborear toda a expectativa até que ele se acostume de fato &ndash; também é uma delícia. As duas coisas podem ser igualmente prazerosas.<br />
<br />
&bull; <strong>Acreditar que quem é bom de cama de verdade vai saber dar prazer a qualquer parceiro ou parceira</strong>. É muito provável que uma pessoa que saiba bastante sobre sexo e que tenha muita experiência vá ter um desempenho melhor do que alguém virgem e sem conhecimento nenhum &ndash; falando tecnicamente, é claro, porque se o tal alguém virgem sem conhecimento for a pessoa por quem você está desesperadamente apaixonado(a), ou morrendo de desejo, a transa pode se revelar simplesmente a melhor da sua vida. É tudo uma questão de ponto de vista. Se há uma qualidade que uma pessoa realmente boa de cama precisa ter (além de dominar bem as técnicas e possuir uma habilidade de comunicação exemplar, é claro), é a capacidade de tratar cada parceiro ou parceira como um indivíduo único. O que enlouquece um amante pode não ter o mesmo efeito com outro.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/20/os-erros-que-ambos-cometem">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=87407">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/20/os-erros-que-ambos-cometem#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/20/os-erros-que-ambos-cometem]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 20 Aug 2009 18:22:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/20/os-erros-que-ambos-cometem]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O que é Falofobia?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/09/o-que-e-falofobia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/8/2009 15:55 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Alguns temas em sexualidade são pouco conhecidos e, talvez por isto, pouco discutidos. Resolvi, então, falar sobre um tema que recentemente chegou a meu consultório: a falofobia. <br />
<br />
Primeiro, o que é fobia? Fobia é o temor, a aversão (veja que é mais que um medo) exagerada a situações, animais, objetos, pessoas, coisas. O exagero está em dar uma proporção maior ao real, causado pela ansiedade. Não é uma simples relação de causa e efeito. Um pequeno exemplo: a pessoa ter experiências sexuais ruins não se tornará necessariamente fóbica sexual. A fobia sexual é conceituada pela evitação, aversão em ter sexo com parceiros(as), na qual estão presentes os sentimentos de repulsa, ansiedade e medo. É uma rede de fatores que requer tratamento.<br />
<br />
E a Falofobia?<br /></p>		<p>Para entender melhor, vamos desmembrar a palavra: falofobia = falo + fobia, ou seja, pênis + aversão = medo irracional do pênis. A pessoa que tem falofobia, podendo ser mulher ou homem, apresenta um temor desproporcional não só ao pênis, mas a situações a ele relacionado. Como, por exemplo, aversão ao sexo oral ou ainda medo irracional ao tocar e até mesmo ver o pênis quando ereto, ou não. <br />
<br />
A pessoa falofóbica apresenta além de sintomas físicos (taquicardia, sudorese, tremores, dentre outros), sintomas emocionais (sentimento de culpa, dificuldade em se envolver num relacionamento amoroso, dentre outros). Diferente do que se possa pensar não tem necessariamente relação com traumas. Experiências ruins na juventude podem causas dificuldades na vida adulta, mas não necessariamente fobia, nem falofobia. É também uma rede de fatores que requer tratamento.<br />
<br />
Da mesma forma que outras dificuldades sexuais, a falofobia pode ser tratada. Os sintomas e conflitos por ela disparados podem ser compreendidos e trabalhados. Para tanto, é necessária a motivação pessoal e a busca por especialistas. Lembrando que conversar sobre o tema é o primeiro passo para a solucioná-lo.<br />
<br />
Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloga e Sexóloga do Projeto AmbSex</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/09/o-que-e-falofobia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=86096">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/09/o-que-e-falofobia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/09/o-que-e-falofobia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 09 Aug 2009 15:55:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/09/o-que-e-falofobia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexualidade na Adolescencia]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/07/sexualidade-na-adolescencia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 7/8/2009 15:43 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A sexualidade, no ser humano, possui um longo desenvolvimento e tem seu início desde o nascimento. Trata-se de uma organização que vai se estruturando a partir de fases, desde as pré-genitais até a genital propriamente dita, que é atingida com a maturidade.<br />
<br />
O objetivo deste artigo será o de conhecermos um pouco do funcionamento da sexualidade no período da adolescência.<br />
<br />
Mesmo que para uma compreensão melhor desse tema pensemos em fases e determinemos faixas de idade ou tendências para certos comportamentos, vale lembrar que cada pessoa tem o seu próprio desenvolvimento, com uma ordem particular e única.<br />
<br />
Dois acontecimentos específicos marcam o início da puberdade: nos meninos, a primeira ejaculação, ou polução; nas meninas, a menstruação, e, com as transformações que começam a ocorrer no corpo, tornam-se experiências que provocam intensas emoções, muitas vezes carregadas de angústia e culpa. Mas, ao mesmo tempo, tudo isso é muito desejado e motivo de orgulho, porque são marcos que indicam a saída da infância.<br />
<br /></p>		<p>No início da adolescência, na puberdade, por volta dos onze, doze anos, a sexualidade é auto-erótica, ou seja, o jovem está mais voltado para si mesmo, para o seu corpo. E o que prevalece aqui é a masturbação, que não vem acompanhada, necessariamente,de fantasias com um objeto sexual. É uma atividade importante porque proporciona um conhecimento do corpo e das sensações que provêm dele e é também um ensaio para a futura sexualidade heterossexual. Além disso, pode ser usada como descarga de impulsos agressivos e válvula de escape para situações de tensão, frustração e conflito, possibilitando, assim, uma compensação ao sofrimento.<br />
<br />
Mesmo em condições mais liberais, o adolescente poderá sentir-se culpado com a prática masturbatória, pois em nossa cultura ela ainda está associada a pecado, a sujeira e a diversos mitos. Mas a masturbação, nessa fase, faz parte do desenvolvimento normal.<br />
<br />
Com a intensa excitação, sintomas como medos e fobias podem aparecer.<br />
<br />
Também as dores de estômago, de cabeça, as tonturas, roer unhas, gagueira, mexer no cabelo podem ser expressões de conflitos nessa área. Outras ainda são os medos de monstros, ladrões, ou bichos, que deixam o jovem muito assustado. Ao mesmo tempo, há uma atração especial pelos filmes de terror, porque sobre eles pode-se projetar todo o horror e pavor que a explosão da sexualidade e as transformações que estão ocorrendo provocam no adolescente. Entrar em contato com o corpo modificado é algo que quase sempre causa desconforto e estranheza.<br />
<br />
Os transtornos alimentares são outro exemplo de quadros que representam conflitos intensos em relação a essa questão.<br />
<br />
Gradativamente, a fase auto-erótica vai dando lugar a uma fase homossexual, antes de partir para uma sexualidade heterossexual. A relação de amizade com os amigos do mesmo sexo é uma forma de proteger-se do contato com o sexo oposto, que é muito desejado, mas muito temido também. É um momento em que vemos as amizades idealizadas, onde a escolha do amigo pode se basear naquela qualidade que o outro tem e que é muito admirada. Nas meninas, é freqüente a paixão por uma amiga ou por uma pessoa reconhecida como especial.<br />
<br />
Com o avanço da adolescência, por volta dos quinze anos, o jovem vai começando a definir, lentamente, sua inclinação sexual. A busca das relações adquire novos aspectos. A masturbação ainda está presente, mas possui características um pouco diferentes, pois já é acompanhada de fantasias com outras pessoas.<br />
<br />
O adolescente volta-se para o amor heterossexual, mas os contatos ainda são feitos sob o domínio do grupo.<br />
<br />
São freqüentes as paixões platônicas, sentimentos que são experimentados mais internamente do que na prática. <br />
<br />
Se existe uma atividade sexual esta é acompanhada, muitas vezes, de ejaculação precoce e uma confusão na forma de lidar com as relações. Em geral, os meninos, assim que conseguem realizar um ato sexual, tendem a espalhar a notícia, numa necessidade exibicionista, seguida de desprezo à parceira. Isso também é próprio de uma cultura que valoriza o machismo e fecha as possibilidades para uma imagem mais integrada e menos consumista do ser humano. Às meninas resta, muitas vezes, renderem-se a essa situação por falta de condições diferentes.<br />
<br />
A pornografia, o álcool, as drogas, e as gangues também passam a ser alvo de interesse. As relações em grupo acontecem em meio a sentimentos intensos de ódio, inveja, competição e traição. Uma alternativa para ajudar o adolescente a canalizar parte dessa violenta carga de emoções é o acesso a atividades esportivas.<br />
<br />
Por outro lado, nessa fase, observa-se, também, um afloramento da criatividade, do otimismo, do desejo de justiça, de um idealismo, de buscar tudo que possa tornar a vida melhor. São qualidades que precisam ser acolhidas e aproveitadas pela família e pela sociedade no geral.<br />
<br />
No período final da adolescência, o jovem está mais independente, não precisa tanto do grupo e está à procura de um(a) parceiro(a), com uma capacidade maior de desenvolver a ternura, o cuidado com o objeto amoroso. Trata-se de uma necessidade tão grande, que, se não satisfeita, empurra o jovem para a solidão, um estado difícil para quem ainda não possui elementos suficientemente consistentes para tolerá-la ou superá-la.<br />
<br />
Há uma tendência a ir substituindo a masturbação pela atividade genital com um parceiro, mas ainda não é o momento de fazer escolhas mais decisivas, visto que a idealização é uma condição ainda presente, embora minimizada.<br />
<br />
O final da adolescência marca, para o jovem, a superação do desafio de buscar a sua identidade e liberdade, conquistas que dependem da renúncia aos pais da infância e do reconhecimento da sua individualidade. O que importa, nesse momento, é libertar-se do pai e abrir caminhos para a vida adulta.<br />
<br />
A adolescência é considerada uma fase tão rica de transformações, em todos os sentidos, que foi considerada pelo psicanalista Maurício Knobel, uma síndrome, a síndrome da adolescência normal, onde são tratados como normais, nesse período, os transtornos, os conflitos e as ações atípicas, que em outros momentos da vida poderiam ser considerados patológicos.<br />
<br />
Por Por Élide Camargo Signorelli<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.ciadaescola.com.br/artigos/resultado.asp?Categoria=43&codigo=62" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/07/sexualidade-na-adolescencia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=86093">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/07/sexualidade-na-adolescencia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/07/sexualidade-na-adolescencia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 07 Aug 2009 15:43:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/07/sexualidade-na-adolescencia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Hoje é Dia do Orgasmo!]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/31/hoje-e-dia-do-orgasmo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 31/7/2009 16:51 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Batimento cardíaco acelerado, tremores nas pernas,<br />
<br />
arrepios, sensação de prazer muito grande. Tanto para homens<br />
<br />
como para mulheres, as sensações provocadas pelo orgasmo são, fisiologicamente, as mesmas. <br />
<br />
<img height="459" width="335" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/dia-do-orgasmo-jb.jpg" /><br />
<br />
É possível perceber que o interesse pelo assunto também é amplo, dado o número de pesquisas a respeito e até mesmo criação de uma data para celebrá-lo - amanhã, 31 de julho, é o Dia Mundial do Orgasmo.<br />
<br />
<br />
Estudos - Pesquisas sobre o orgasmo não faltam. Por exemplo, há uma pesquisa feita pelo King&acute;s College de Londres e divulgada pelo The Jounal of Sexual Medicine em março deste ano que aponta: mulheres com inteligência emocional (habilidade para lidar com os<br />
<br />
próprios sentimentos e perceber os de outras pessoas) têm mais orgasmos.<br />
<br /></p>		<p>Outro estudo feito pela Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, divulgado em janeiro de 2009, revelou que homens considerados ricos por suas parceiras proporcionam mais prazer às mulheres durante relações sexuais.<br />
<br />
<br />
<br />
Porém uma das mais curiosas pesquisas sobre este assunto foi feita por pesquisadores escoceses e belgas e divulgada em setembro de 2008. De acordo com os estudiosos, características anatômicas do corpo feminino, que refletem no modo de caminhar, determinam quais mulheres têm mais ou menos tendência a ter orgasmos vaginais.<br />
<br />
<br />
<br />
Apesar das variadas pesquisas existentes, ainda há muito tabu ao se discutir o orgasmo. &quot;Ainda hoje há pessoas que pensam que ter prazer é algo pecaminoso, que o sexo deve ser feito apenas para procriação, o que não é verdade&quot;, afirma Maria Cláudia Lordello, psicóloga e sexóloga do projeto Ambsex (Ambulatório de Sexualidade). &quot;Mas, em relação a algumas décadas, houve um grande desenvolvimento. Hoje conversa-se mais sobre sexo, aceita-se mais o sexo como prazer&quot;, compara Lordello.<br />
<br />
<br />
Homem x Mulher - Apesar da revolução feminista sexual por causa do surgimento da pílula anticoncepciona, ainda hoje a mulher é mais reprimida sexualmente que o homem, desde a infância. &quot;O homem é criado de forma mais livre. Já a menina é educada para ser mais discreta.<br />
<br />
<br />
<br />
A mãe sempre reforça para ela: &lsquo;fecha a perna, ou &lsquo;não pode mostrar a calcinha &quot;, diz a sexóloga. Foi a partir da década de 70, apenas, que o assunto começou a ser tratado de forma menos diferenciada e, somente a partir de então é que as informações a respeito de relações sexuais propriamente ditas, como o orgasmo, começaram a aparecer.<br />
<br />
<br />
<br />
Apesar de as sensações serem bem parecidas entre os gêneros, há uma grande diferença no orgasmo de homens e mulheres: o tempo. &quot;Na maioria dos casos, mulheres precisam de mais tempo para atingirem o orgasmo, elas precisam ser mais estimuladas, estar mais envolvidas na relação sexual.<br />
<br />
<br />
<br />
Já o homem chega ao orgasmo mais rapidamente&quot;, explica a sexóloga, destacando as diferenças<br />
<br />
existentes. De acordo com Lordello, ainda não há remédio ou gel que garantam que a mulher ou o homem consigam chegar a sentir o prazer máximo durante a relação sexual. Ela afirma que o lado psicológico é muito importante na obtenção do orgasmo e talvez essa seja a maior dificuldade em se obter um medicamento que garanta o prazer. &quot;O orgasmo muitas vezes é produzido na cabeça da pessoa, então um remédio não vai ser eficaz se não houver o carinho, a intimidade entre o casal&quot;.<br />
<br />
<br />
<br />
Serviço:<br />
<br />
Projeto Ambsex - www. projetoambsex.com.br<br />
<br />
(11) 3057-0369<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.guarulhosweb.com.br/gwebnoticia.php?nrnoticia=25830" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/31/hoje-e-dia-do-orgasmo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=85205">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/31/hoje-e-dia-do-orgasmo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/31/hoje-e-dia-do-orgasmo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 31 Jul 2009 16:51:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/31/hoje-e-dia-do-orgasmo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Comportamento Sexual Compulsivo e Transtornos de Personalidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/18/comportamento-sexual-compulsivo-e-transtornos-de-personalidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 18/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Black e cols. Os investigadores avaliaram os participantes quanto aos trans&shy;tornos de personalidade usando critérios definidos no DSM.III.R, bem como outros métodos. Quando foi usada a Entrevista Estruturada para Transtornos de Personalidade do DSM-III-R, 83% satisfizeram os critérios para pelo menos um transtorno de personalidade, enquanto 82% satisfizeram os critérios para pelo menos um transtorno de personalidade usando uma versão revisada do Personality Diagnostic Questionnaire. Por meio de um consenso de ambos os instrumentos, os participantes satisfaziam os critérios para pelo menos um transtorno de personalidade, mais comumente os transtornos eram dos tipos histriônico (21%), paranóide (15%) e obsessivo-compulsivo (15%). (Fonte:Neuropsiconews)<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/18/comportamento-sexual-compulsivo-e-transtornos-de-personalidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83343">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/18/comportamento-sexual-compulsivo-e-transtornos-de-personalidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/18/comportamento-sexual-compulsivo-e-transtornos-de-personalidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 18 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/18/comportamento-sexual-compulsivo-e-transtornos-de-personalidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Comportamento Sexual Compulsivo e outros transtornos emocionais]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/17/comportamento-sexual-compulsivo-e-outros-transtornos-emocionais]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 17/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Carnes relatou, a partir de uma pesquisa com quase 1.000 pessoas internadas para tratamento por adicção ao sexo tinham, concomitantemente, outras adicções (veja tabela abaixo). Mais tarde, Carnes e Delmonico relataram números semelhantes numa pesquisa com 290 adictos ao sexo em recuperação. Em outro estudo, 70% dos adictos a cocaína que entraram num programa de tratamento sem internação relataram ter adição ao sexo.<br />
<br />
Concomitância Comportamento Sexual Compulsivo e Outras Adicções <br />
<br />
Outra Adicção&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Carnes Delmonico <br />
<br />
Dependência Química&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;42%&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 39%<br />
<br />
Transtorno Alimentar&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 38%&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 36%<br />
<br />
Trabalhadores Compulsivos&nbsp; 28%&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 28%<br />
<br />
Gastadores Compulsivos&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 26%&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 23%<br />
<br />
Jogadores Compulsivos&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 5%&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 4%<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/17/comportamento-sexual-compulsivo-e-outros-transtornos-emocionais">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83342">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/17/comportamento-sexual-compulsivo-e-outros-transtornos-emocionais#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/17/comportamento-sexual-compulsivo-e-outros-transtornos-emocionais]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 17 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/17/comportamento-sexual-compulsivo-e-outros-transtornos-emocionais]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Comportamento Sexual Compulsivo e TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo)]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/16/comportamento-sexual-compulsivo-e-toc-transtorno-obsessivocompulsivo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 16/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Popularmente o termo obsessão, aplicado ao sexo, pode ser usado para designar uma preocupação sexual excessiva. O uso do termo nesse contexto desperta, sem dúvida, a antiga idéia de que paixão e loucura são vizinhas. A idéia de que alguns transtornos sexuais, notadamente a hipersexualidade, sejam de natureza obsessivo-compulsiva tem surgido mais recentemente na literatura médica. <br />
<br />
Vários transtornos caracterizados por comportamentos repetitivos e impulsivos, particularmente compras compulsivas, cleptomania e jogo patológico se colocam junto ao TOC atualmente (Veja Espectro Obsessivo-Compulsivo). Alguns desses Transtornos do Controle dos Impulsos, notadamente a Tricotilomania (arrancar pelos, cabelos) e a Onicofagia (roer unhas), como o próprio TOC, respondem bem a um inibidor da recaptação de serotonina, e não a um inibidor da recaptação da noradrenalina.<br /></p>		<p>Muito embora 15% dos portadores de Comportamento Sexual Compulsivo possam ser portadores de Transtorno Obsessivo-Compulsivo da Personalidade (como veremos adiante), parece que a hiperatividade sexual e o TOC são, de fato, condições psiquiátricas diferentes. Uma das diferenças de morbidade entre o Comportamento Sexual Compulsivo e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo seria o fato de, no TOC, os sintomas sexuais costumam, tipicamente, provocar ansiedade, nesse caso, causando algum tipo de sofrimento ao paciente, portanto, chamados comportamento e/ou sentimento egodistônico.<br />
<br />
No Comportamento Sexual Compulsivo, por outro lado, mais freqüente é que os sintomas hipersexuais possam ser agradáveis ao paciente, portanto, egosincrônico. Levado esse fato ao pé da letra e, obedecendo recomendações do CID.10 sobre excluir do patológico aquilo que não faz sofrer a pessoa ou seu entorno, então não estaríamos autorizados a considerar um transtorno uma variação do comportamento humano. <br />
<br />
Outra diferença é que, no TOC, invariavelmente o paciente tenta neutralizar os pensamentos intrusivos (obsessivos) com toda sua força, mas no Comportamento Sexual Compulsivo o paciente costuma dar várias explicações para seus pensamentos e seu comportamento &ldquo;assanhado&rdquo;, principalmente quando são estimulados por uma cultura que glorifica a performance sexual como a nossa. <br />
<br />
O que confunde esses dois conceitos (TOC e CSC) é que, em grande número de pacientes com TOC, existem idéias obsessivas também de conotação sexual. Nesses casos, os sintomas hipersexuais respondem relativamente bem ao tratamento com ISRSs (antidepressivos), mas a hipersexualidade do Comportamento Sexual Compulsivo não. <br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/16/comportamento-sexual-compulsivo-e-toc-transtorno-obsessivocompulsivo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83341">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/16/comportamento-sexual-compulsivo-e-toc-transtorno-obsessivocompulsivo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/16/comportamento-sexual-compulsivo-e-toc-transtorno-obsessivocompulsivo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 16 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/16/comportamento-sexual-compulsivo-e-toc-transtorno-obsessivocompulsivo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Comportamento Sexual Compulsivo e Parafilia]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/15/comportamento-sexual-compulsivo-e-parafilia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 15/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Parafilia é o termo atualmente empregado para os transtornos da sexualidade, anteriormente referidos como &ldquo;perversões&rdquo;, uma denominação ainda usada no meio jurídico. Estudar as Parafilias é conhecer as variantes da sexualidade e do erotismo em suas diversas formas de estimulação e expressão comportamental. É muito difícil conceituar a sexualidade normal (veja artigo O Normal em Sexualidade), a ponto de o médico inglês Havelock Ellis ter dito que &ldquo;todas as pessoas não são como você, nem como seus amigos e vizinhos, inclusive, seus amigos e vizinhos podem não ser tão semelhantes a você como você supõe.&rdquo;</p>		<p>As Parafilias são fantasias sexualmente excitantes, são desejos sexuais fortes ou, ainda, comportamentos envolvendo objetos não-humanos, sempre recorrentes e intensos. Essas parafilias podem causar sofrimento e humilhação ao paciente, a seu parceiro(a), filhos, familiares, bem como envolvimentos policiais e judiciais. Atualmente, entretanto, os sintomas das parafilias podem envolver outros padrões culturalmente questionáveis, como é o caso da masturbação repetitiva, pornografia pela Internet, hipersexualidade, etc. (Veja outro texto sobre Parafilias) <br />
<br />
A hipersexualidade, por sua vez, seria um aumento da sexualidade (desejo, fantasias e atividade) para além do socialmente habitual. Os sintomas hipersexuais têm sido rotulados como compulsivos, impulsivos ou, tal como acontece com o vício do jogo ou das drogas, adictivos. Evidências cada vez mais numerosas apóiam a existência de uma síndrome caracterizada por fantasias sexualmente excitantes recorrentes e intensas, impulsos sexuais ou comportamentos não normais mas, não obstante, envolvendo padrões que escapam dos conceitos e definições da parafilia (no caso do Transtorno Hipersexual sem Parafilia), ou seja, que escapam aos conceitos e definições das aberrações do ato e do desejo sexual. <br />
<br />
Apesar desses comportamentos hipersexuais serem distintos da parafilia, há, contudo, alta comorbidade com ela (alta comorbidade = a hipersexualidade aparece junto com outras parafilias com freqüência). Conquanto tais sintomas tenham sido rotulados como compulsão ou adicção sexual, esses termos são problemáticos. A moderna classificação das doenças mentais tem negligenciado este transtorno, embora o DSM.VI (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4a. edição), da Associação Psiquiátrica Norte-Americana, inclua os comportamentos hipersexuais como um exemplo dos transtornos sexuais não especificados. <br />
<br />
No CID.10 (Classificação Internacional de Doenças, 10a.revisão), em F52 é classificado o Apetite Sexual Excessivo, com duas subclassificações; Satiríase e Ninfomania. De qualquer forma, alguns autores requerem que esse transtorno seja classificado como uma das parafilias ou relacionado a elas. Na ausência de um conhecimento mais abrangente sobre esse transtorno, sugere-se que seja simplesmente denominado de Transtorno Hipersexual, havendo quem classifique de Transtorno Hipersexual com Parafilia e Transtorno Hipersexual sem Parafilia. Essa última maneira seria preferível. <br />
<br />
De modo geral, a questão de como categorizar melhor este transtorno permanece polêmica. Os termos ninfomania e donjuanismo podem ter ajudado a focalizar o esforço dos médicos e a pesquisa nesta área, mas esses rótulos têm ares pejorativos ou conotação de &ldquo;senvergonhice&rdquo;. (Veja Síndrome de Don Juan). Os comportamentos sexuais nas parafilias costumam ser ritualísticos, ocultos e dissimulados, o que nem sempre (ou quase nunca) acontece no Comportamento Sexual Compulsivo. <br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/15/comportamento-sexual-compulsivo-e-parafilia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83340">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/15/comportamento-sexual-compulsivo-e-parafilia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/15/comportamento-sexual-compulsivo-e-parafilia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 15 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/15/comportamento-sexual-compulsivo-e-parafilia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Quantidade de Sexo Normal - Escape Sexual Total (EST)]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/14/a-quantidade-de-sexo-normal--escape-sexual-total-est]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 14/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>As pesquisas científicas sobre sexualidade costumam referir-se à quantidade de atividade sexual com o termo Escape Sexual. Este é um conceito para referir a iniciativa e efetivação de uma atividade sexual com orgasmo. O número do Escape Sexual Total (EST) é a quantidade de orgasmos atingidos durante algum tempo estabelecido, como por exemplo, Escape Sexual Total semanal, mensal, anual, etc. Dessa forma o EST semanal deverá refletir a prevalência de Comportamento Sexual Compulsivo entre homens.</p>		<p>Kinsey (Wyatt, 1988), que desenvolveu o conceito de EST, relatou que o EST semanal mediano foi de 2,14 para homens entre a adolescência e a idade de 30 anos, e de 1,99 para todos os homens em geral. No Brasil essa média é de 3, segundo pesquisa da Pfiser (veja A Vida Sexual do Brasileiro). Analisando esses e outros dados, Kafka sugeriu que um EST semanal de 7 ou mais poderia ser usado para definir comportamento hipersexual nos homens. <br />
<br />
De fato, não existe um consenso sobre a possibilidade da alta freqüência de comportamento sexual ser, automaticamente, considerada patológica. Mas alguns autores dizem que esse raciocínio é o mesmo empregado para considerar patológicos outros comportamentos impulsivos de alta freqüência, como por exemplo, a hiperfagia (comer demais e compulsivamente), hipersônia (dormir demais), jogo patológico (jogar compulsivamente), etc. Desta forma a hipersexualidade refletiria claramente uma má adaptação sempre que resultasse de um Comportamento Sexual Compulsivo, com sofrimento subjetivo, incapacidade psicossocial ou perda de controle (Kafka e Prentky, 1998).<br />
Vamos ter para nós, então, que seria patológica (mórbida) a sexualidade capaz de produzir sofrimento na pessoa ou nas pessoas de seu entorno. <br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/14/a-quantidade-de-sexo-normal--escape-sexual-total-est">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83339">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/14/a-quantidade-de-sexo-normal--escape-sexual-total-est#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/14/a-quantidade-de-sexo-normal--escape-sexual-total-est]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 14 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/14/a-quantidade-de-sexo-normal--escape-sexual-total-est]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Seria o Transtorno Sexual uma atitude impulsiva?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/13/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-impulsiva]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 13/7/2009 19:11 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Poderíamos começar perguntando se a própria atividade sexual não seria impulsiva. Alguns autores observaram que os sintomas da hipersexualidade poderiam satisfazer plenamente os critérios do DSM-III-R para um Transtorno de Controle de Impulsos. Tal comportamento sexual costuma envolver uma falha ou impotência do paciente em resistir aos impulsos, uma sensação de tensão antes do comportamento e uma experiência de alívio, depois que o comportamento fosse realizado. <br />
<br />
Também como no Transtorno de Controle de Impulsos, depois do comportamento sexual impulsivo, costuma haver sentimentos de vergonha e culpa (Barth, 1987). Vários outros autores têm usado o termo Impulsividade Sexual com base nessa sucessão de eventos.<br /></p>		<p>Além disso, transtornos comórbidos em pacientes com sintomas hipersexuais parecem semelhantes aos de outros Transtornos do Controle de Impulsos. Há evidências do envolvimento serotoninérgico nos transtornos de controle de impulsos, e os agentes serotoninérgicos podem ser úteis em sintomas hipersexuais mesmo que os efeitos não sejam tão fortes e ansiosos quanto nos transtornos do afeto.<br />
<br />
Outros transtornos, como por exemplo o abuso de substâncias e a bulimia provavelmente também satisfazem os critérios diagnósticos do DSM-III-R para o grupo dos Transtornos do Controle de Impulsos. (Ver Transtornos do Controle de Impulsos)<br />
<br />
Critérios de diagnóstico propostos para os transtornos hipersexuais<br />
<br />
1. A existência de fantasias sexualmente excitantes recorrentes e intensas, impulsos ou comportamentos sexuais que persistam durante um período de pelo menos seis meses e se encaixem na definição de parafilias.<br />
2. As fantasias, impulsos ou comportamentos sexuais causam desconforto ou comprometimento clinicamente significativo na área social, ocupacional ou outras áreas importantes.<br />
3. Os sintomas não encontram causa em outros transtornos, como por exemplo, no Episódio Maníaco.<br />
4. Os sintomas não se devem aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (abuso de droga ou medicamento) ou à afecção clínica geral.<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/13/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-impulsiva">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83338">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/13/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-impulsiva#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/13/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-impulsiva]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 13 Jul 2009 19:11:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/13/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-impulsiva]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Seria o Transtorno Sexual uma atitude Adictiva?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/12/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-adictiva]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 12/7/2009 19:09 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Fenichel usou o termo adicção sexual aproximadamente há 50 anos para comparar sintomas sexuais com a mesma conotação que dava à adicção através do uso de quantidades crescentes de uma droga (dependência com tolerância). Há alguns anos, o antigo DSM-III-R (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 3a. edição revisada) empregou o termo Adicções Sexuais Não-Parafílicas para descrever pacientes que pudessem satisfazer os critérios para um Transtorno Sexual Não Especificado de outro modo. <br />
<br />
Goodman (1993) argumenta que, do ponto de vista fenomenológico, os transtornos aditivos situam-se na intersecção de transtornos compulsivos, os quais envolvem redução da ansiedade através de uma atitude, e transtornos impulsivos, os quais envolvem a gratificação através do exercício de um impulso. Além disso, ele argumentou que esse conjunto de sintomas é embasado por mecanismos neurobiológicos, inclusive através do envolvimento dos sistemas serotoninérgico, noradrenérgico, dopaminérgico e de opióides. <br />
<br />
Outros autores argumentam que o termo adicção deveria ser monopólio dos transtornos causados pelo uso de substâncias. A neurobiologia do abuso de substâncias tem sido relativamente bem estudada, mas ainda não é perfeitamente evidente que os mecanismos envolvidos na drogadicção sejam os mesmos envolvidos na hipersexualidade. <br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/12/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-adictiva">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83337">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/12/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-adictiva#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/12/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-adictiva]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 12 Jul 2009 19:09:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/12/seria-o-transtorno-sexual-uma-atitude-adictiva]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Série: COMPORTAMENTO SEXUAL COMPULSIVO]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/11/serie-comportamento-sexual-compulsivo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 11/7/2009 19:06 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>O comportamento sexual pode ser reflexo de um aspecto hereditário, de um aspecto médico, cultural, circunstancial, etário e pessoal. É muito complexa a questão sexual, seja do ponto de vista qualitativo ou quantitativo. Esse artigo privilegia a questão quantitativa, ou seja, quanto de atividade sexual seria normal e quanto seria patológico, para mais ou para menos. Veremos aqui as alterações para mais, ou seja, a hipersexualidade.<br />
<br />
Uma questão primeira a ser valorizada, é o fato de muitos pacientes com sintomas hipersexuais não apresentarem nenhuma evidência visível de outra disfunção neuropsiquiátrica. Outros podem ter evidências sutis de algum comprometimento neuropsiquiátrico e, finalmente, alguns de franco comprometimento neuropsiquiátrico. A dúvida que nos apresenta é: naquelas pessoas sem nenhuma evidência de outra disfunção neuropsiquiátrica além da atividade sexual numericamente incomum, estaria correto pensarmos numa patologia, ou seja, estaríamos diante de uma condição médica, ética ou simplesmente pessoal?<br /></p>		<p>Para ser tomado como algo patológico, segundo os autores e as diretrizes da psicopatologia, o Comportamento Sexual Compulsivo deveria causar sofrimento emocional e proporcionar sérias conseqüências interpessoais, ocupacionais, familiares e financeiras. Mesmo assim estaríamos diante de um critério polêmico, pois se há uma sexualidade patológica, na qual o apetite e as fantasias sexuais aumentam a tal ponto que ocupam quase todos os pensamentos e sentimentos, estaríamos sim diante de um quadro Obsessivo-Compulsivo com sintomatologia sexual. Por outro lado, se estivermos diante de uma pessoa que exige gratificação sexual sem maiores considerações éticas, morais e legais, resolvendo-se numa sucessão impulsiva e insaciável de prazeres, aí então estaríamos diante de um Transtorno Sociopático ou Borderline da Personalidade, com sintomas também sexuais.<br />
<br />
Continuando nossa revisão, o Comportamento Sexual Compulsivo pode se associar a outras doenças psiquiátricas, particularmente ao abuso de substâncias psicoativas, atualmente à cocaína. Transtornos Ansiosos, Transtornos de Personalidade e outros Transtornos do Controle de Impulsos também podem ser concomitantes ao Comportamento Sexual Compulsivo. (veja Transtornos Ansiosos, Transtornos de Personalidade e Transtornos do Controle de Impulsos). Para se tentar alocar o Transtornos do Controle de Impulsos dentro dos Transtornos de Controle de Impulsos, devemos lembrar que suas características essenciais dos são; o fracasso em resistir a um impulso ou tentação de realizar algum ato que seja prejudicial à pessoa ou a outros, com ou sem resistência consciente ao impulso e com ou sem premeditação ou planejamento do ato, sensação crescente de tensão ou excitação antes de cometer o ato e uma experiência de prazer, gratificação ou alívio no momento de cometer o ato.<br />
<br />
Black e cols. analisaram 36 pessoas com Comportamento Sexual Compulsivo e verificaram que a maioria delas (92%) estava realmente preocupada com seus desejos exacerbados e/ou com suas persistentes fantasias sexuais. A maior parte dessas pessoas tentava resistir ao comportamento sexualizado (72%), embora sem sucesso e com perda de controle. Grande parte delas experimentava remorso pelas atividades sexuais exageradas, impulsivas, não resistidas e, muitas vezes, inconseqüentes.<br />
<br />
Uma observação adicional mostrou que a maioria desses pacientes com Comportamento Sexual Compulsivo (75%) também preenchia os requisitos para diagnóstico de abuso de substâncias psicoativas. Estas estariam relacionadas à desinibição do comportamento suficiente para permitir a intensificação do prazer ou aplacar a sensação de vergonha. (Fonte:Neuropsiconews)<br />
<br />
Os prejuízos sócio-ocupacionais com o Comportamento Sexual Compulsivo incluem gastos financeiros, a traição as(os) parceiras(os), perda de amigos ou a experiência de vergonha. Pouco mais de 42% dessas pessoas reconheceram que esse comportamento sexual afetava o casamento ou relacionamentos importantes e, um quarto dos casos, sentia que o Comportamento Sexual Compulsivo tinha afetado seu trabalho. A pesquisa apontou ainda que 19% dos portadores de Comportamento Sexual Compulsivo tinham tentado o suicídio. As complicações legais também eram uma preocupação para vários pacientes.<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://gballone.sites.uol.com.br/sexo/hipersexo.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/11/serie-comportamento-sexual-compulsivo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83336">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/11/serie-comportamento-sexual-compulsivo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/11/serie-comportamento-sexual-compulsivo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 11 Jul 2009 19:06:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/11/serie-comportamento-sexual-compulsivo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cantadas]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/10/cantadas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 10/7/2009 11:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>As artimanhas utilizadas pelos homens para conquistar uma mulher são diversas, porém nem todas são eficazes, algumas são até engraçadas. Que mulher nunca ouviu uma cantada? <br />
Pois é, a cantada é uma das estratégias mais utilizadas pelos homens, uns são bem sucedidos outros acabam levando um fora. As mulheres também dão cantadas, mas não com tanta freqüência e eloqüência quanto os homens. A maioria das pessoas pensa que há uma fórmula pronta para se conquistar uma pessoa, especialmente as mulheres. Dessa forma um cara utiliza a cantada que um colega utilizou, e daí por diante, não são capazes de perceber que cada mulher é de um jeito, e que boa parte das cantadas não colam. Algumas dessas cantadas são até bem engraçadas, bom se a cantada não colar pelo menos você acaba recebendo um sorriso. Têm pessoas que tem uma lista de cantadas, as utilizam com toda e qualquer mulher que passa. Não se sabe exatamente como surgiu a &ldquo;cantada&rdquo;, onde surgiu e nem como se espalhou pelo mundo, sabe-se apenas que é uma invenção masculina para tentar conquistar uma mulher. <br />
<br />
<img height="300" width="300" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/cantadas.jpg" /><br />
<br />
Listas com 10 cantadas e as possíveis respostas:</p>		<p>1&ordm; Cantada: A gente já não se encontrou em algum lugar antes? <br />
Resposta: Já e é exatamente por isso que eu não vou mais lá. <br />
<br />
2&ordm; Cantada: Este lugar está vago? <br />
Resposta: Está, e este aqui onde estou também vai ficar se você se sentar aí. <br />
<br />
3&ordm; Cantada: Nossa! não sabia que boneca andava! <br />
Resposta: E eu não sabia que macaco falava! <br />
<br />
4&ordm; Homem: Sabia que você é linda? <br />
Mulher: Pena que não posso dizer o mesmo... <br />
<br />
5&ordm; Cantada: Se beleza desse cadeia você pegaria prisão perpétua. <br />
Resposta: Se feiúra fosse crime, você pegaria pena de morte. <br />
<br />
6&ordm; Cantada: Qual o caminho mais rápido pra chegar ao seu coração? <br />
Resposta: Cirurgia plástica, lavagem cerebral e uns 3 meses de malhação... <br />
<br />
7&ordm; Cantada: Eu quero me dar por completo pra você. <br />
Resposta: Sinto muito, eu não aceito esmola. <br />
<br />
8&ordm; Cantada: Está procurando boa companhia? <br />
Resposta: Estou, mas com você por perto vai ficar muito mais difícil encontrar. <br />
<br />
9&ordm; Cantada: Eu não acreditava em amor a primeira vista. Mas quando <br />
te vi mudei de idéia. <br />
Resposta: Que coincidência! Eu não acreditava em assombração. <br />
<br />
10&ordm; Cantada: Eu quero o seu amor, gata! <br />
Resposta: Espera só um pouquinho... Amô-or! Esse cara aqui ta querendo você pra ele!<br />
<br />
Por Eliene Percília<br />
Equipe Brasil Escola<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/10/cantadas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82963">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/10/cantadas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/10/cantadas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 10 Jul 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/10/cantadas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Amizade Colorida]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/09/amizade-colorida]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/7/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Amizade colorida significa o relacionamento onde há interação sexual entre os comprometidos, como carícias, beijos, relações sexuais, características do namoro. <br />
A diferença da amizade colorida para a amizade tradicional é devido à intimidade física dos participantes, sendo que não há compromissos com o outro, como o de fidelidade. Pode ocorrer de uma das pessoas envolvidas ajudar a outra a encontrar novos parceiros.<br />
<br />
<img height="309" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/amiz.png" /></p>		<p>É possível pensar que amizade colorida é aquela que permite as pessoas não ter obrigações, exigir explicações; talvez com o intuito de procurar companhia e momentos de prazer recíproco. <br />
<br />
Apesar de haver uma amizade entre essas pessoas, corre-se o risco de uma delas ou as duas, envolver além do que foi determinado, o que pode ocasionar no término da relação ou fazer com que essa acabe aos poucos. <br />
<br />
A amizade colorida pode surgir no tempo em que as pessoas não podem ou não querem comprometer-se, estas ocorrem na maior parte das vezes quando as duas pessoas estão sem um namorado ou terminaram uma relação. A aproximação é facilitada pela intimidade, porém há uma confusão sobre o que é o relacionamento. <br />
<br />
O fato da mulher se apegar ao amigo pode ser explicado pela confiança depositada no mesmo, acreditando que não será traída, uma vez que o amigo é bastante conhecido.<br />
<br />
<br />
Patrícia Lopes<br />
Equipe Brasil Escola<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/09/amizade-colorida">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82962">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/09/amizade-colorida#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/09/amizade-colorida]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 09 Jul 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/09/amizade-colorida]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Masturbação: prazer x culpa]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/06/masturbacao-prazer-x-culpa]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 6/7/2009 8:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Até o começo do século XX a masturbação era considerada um ato perigoso, um desvio que trazia sérias conseqüências, tais como: cegueira, surdez, debilidade mental, loucura, espinhas, entre outros.<br />
<br />
<img height="256" width="320" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/desenho022.jpg" /><br />
<br />
Esta passou, progressivamente, a ser retirada do campo do desvio e tornou-se um integrante da variação do desejo individual. Sendo, então, considerada como uma atividade sexual que proporciona prazer, alívio de tensões e autoconhecimento.<br /></p>		<p>A masturbação é uma auto-estimulação dos genitais em busca do prazer. Ela pode ser uma atividade solitária, ou uma atividade realizada com o (a) parceiro (a) através da troca de carícias, da manipulação dos genitais. Sua freqüência é diferenciada durante as etapas da vida. Como homens e mulheres tem os genitais diferentes, as maneiras de se tocarem são peculiares ao seu gênero. <br />
<br />
Uma pergunta freqüente é se masturbação em excesso faz mal. Na verdade qualquer coisa (como comer, beber, dormir...) em excesso faz mal. Mas o que seria o excesso? Deve-se usar o bom senso. Quando a pessoa começa a deixar de fazer as coisas do dia a dia, começa a recusar a relacionar com outras pessoas, estes são alguns dos sinalizadores de exagero.<br />
<br />
Quando a pessoa não consegue controlar o exagero pode-se entrar na compulsão. Os compulsivos pela masturbação não conseguem ter controle e passam boa parte do dia pensando em se masturbar ou se masturbando, seja onde for. Deixam de estudar, trabalhar e sair com os amigos para passar horas em função do seu prazer. As pessoas compulsivas possuem dificuldades em colocar limite no seu prazer e precisam, quase sempre, de apoio de uma terapia sexual.<br />
<br />
E a culpa? Bem, não há condenação direta e expressa contra a masturbação nas Escrituras Religiosas, o tradicionalismo da Igreja foi que a taxou como pecado por acreditar que a única função do sexo é a procriação. A maldade, então, estaria presente na não procriação. Porém, apesar de algumas religiões condenarem o ato, cada indivíduo tem sua postura perante o auto-erotismo. Em alguns indivíduos a religião pode produzir um sentimento de culpa, mas não só ela. A culpa pode também se dar por uma incoerência interna. <br />
<br />
Assim, o sentimento de culpa deve ser anulado pela educação, para que a masturbação vise à busca de prazer, gerando emoções agradáveis e despertando desejos.<br />
<br />
Texto e Colaboração: Psicóloga e Sexóloga Carolina Gonçalves de Freitas</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/06/masturbacao-prazer-x-culpa">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82368">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/06/masturbacao-prazer-x-culpa#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/06/masturbacao-prazer-x-culpa]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 06 Jul 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/06/masturbacao-prazer-x-culpa]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Química do Amor: Fase 3]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/05/a-quimica-do-amor-fase-3]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 5/7/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A terceira fase &ndash; União ou compromisso. As substâncias importantes nesta fase são a oxitocina, vasopressina e endorfina, que são liberadas quando fazemos sexo. No amor romântico, quando duas pessoas fazem sexo, a oxitocina é liberada, o que ajuda a unir os parceiros. O hormônio oxitocina está associado à habilidade de manter relacionamentos interpessoais e laços psicológicos saudáveis com outros indivíduos. Quando é eliminada durante o orgasmo, ela começa a criar um laço emocional: quanto mais sexo, mais forte o laço. A Vasopressina, um hormônio antidiurético, é outra substância associada à formação de relacionamentos duradouros e monogâmicos. <br />
Pesquisadores acreditam que a oxitocina e a vasopressina interferem nas reações químicas da dopamina e norepinefrina, o que pode explicar por que a paixão romântica se apaga (aqueles comportamentos e sentimentos descritos na segunda fase) quando o relacionamento se fortalece. Nesse momento o parceiro começa a ter defeitos. Você fica se perguntando por que ele mudou. Na verdade, ele provavelmente não mudou nada; é você que agora consegue enxergá-lo de maneira racional, sem o filtro dos hormônios do amor cego e apaixonado. Nessa fase, ou a relação é forte o suficiente para durar, ou termina.<br />
<br />
Se o relacionamento prossegue, outros elementos químicos entram em cena. As endorfinas, por exemplo, ainda garantem a sensação de bem-estar e segurança. Além disso, a oxitocina ainda é eliminada quando você faz sexo, produzindo sentimentos de satisfação e união.<br />
<br />
Agora a escolha é sua de qual fase você deseja viver, lembrando que para sua união ser forte e duradoura não depende unicamente da química, mas também de você ser forte e persistente em enfrentar e suporta uma série de desafios e problemas comuns aos relacionamentos.<br />
<br />
Texto e Colaboração: Psicólogo e Sexólogo Job dos Reis</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/05/a-quimica-do-amor-fase-3">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82364">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/05/a-quimica-do-amor-fase-3#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/05/a-quimica-do-amor-fase-3]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 05 Jul 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/05/a-quimica-do-amor-fase-3]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Química do Amor: Fase 2]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/04/a-quimica-do-amor-fase-2]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 4/7/2009 10:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A segunda fase &ndash; Atração ou paixão romântica, é conhecido pelas sua capacidade de fazer com que deixemos de ter a capacidade de &ldquo;pensar racionalmente&rdquo;, claro no que se refere à pessoa pelo qual estamos atraídos. A nossa incapacidade de enxergarmos os defeitos dessa pessoa, as nossas idealizações, aquele frio na barriga e aceleramento do ritmo cardíaco, tudo isso fazem parte da nossa bioquímica, ou seja, da dopamina, norepinefrina e feniletilamina. A dopamina é considerada o &quot;elemento químico do prazer&quot;, que produz a sensação de felicidade. A norepinefrina é semelhante à adrenalina e causa a aceleração do coração e a excitação. As associações destas duas substâncias aumentam a atenção, memória de curto prazo, hiperatividade, falta de sono e comportamento orientado, isso explica porque pessoas nessa fase ficam tão focadas no relacionamento e deixam de lado todo o resto.<br />
<br />
Texto e Colaboração: Psicólogo e Sexólogo Job dos Reis</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/04/a-quimica-do-amor-fase-2">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82363">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/04/a-quimica-do-amor-fase-2#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/04/a-quimica-do-amor-fase-2]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 04 Jul 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/04/a-quimica-do-amor-fase-2]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Química do Amor: Fase 1]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/03/a-quimica-do-amor-fase-1]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 3/7/2009 15:55 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A primeira fase, ou seja, o desejo - desenvolveu-se com o propósito da união sexual, enquanto o amor romântico desenvolveu-se pela necessidade de laços para a criação dos filhos. Feromônios, aparência e nossa própria idéia do que buscamos em um parceiro, aliados aos hormônios Testosterona e Estrogênio, são fatores importantes para definir nossos desejos. São estas substâncias químicas que criam o desejo de experimentar o &quot;amor&rdquo;.Cabe aqui uma observação: se o desejo desenvolveu-se com o propósito da união sexual, podemos entender que mesmo sentindo desejo sexual pelo meu parceiro romântico, ainda assim sinto desejo por outras pessoas. Nem sempre um desejo erótico culmina numa atração ou paixão romântica.<br />
<br />
Texto e Colaboração: Psicólogo e Sexólogo Job dos Reis</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/03/a-quimica-do-amor-fase-1">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82362">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/03/a-quimica-do-amor-fase-1#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/03/a-quimica-do-amor-fase-1]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 03 Jul 2009 15:55:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/03/a-quimica-do-amor-fase-1]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Química do Amor e suas fases]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/02/a-quimica-do-amor-e-suas-fases]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 2/7/2009 15:44 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="305" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/quim.jpg" /><br />
<br />
É muito comum no cotidiano, no que se refere a atração pelo outro, ouvirmos as pessoas dizerem &ldquo;tem que ter química para rolar....&rdquo; ou ainda &ldquo;ele é bonito, tem um papo legal, mas não rolou química&rdquo;. Estas frases embora num primeiro momento nos de a sensação que são desculpas usadas pelas pessoas para justificar o seu não desejo de relacionar-se com outro, não que isso não ocorra com algumas pessoas, mas em muitos momentos isso pode ser verdadeiro. A explicação para isso esta no fato que nós seres humanos, embora tenhamos uma longa história evolutiva, que nos permitiu diferenciar-se do outros animais, ou seja, nos tornamos seres pensantes, porém ainda carregamos em nossos genes, informações ligadas a comportamentos primitivos essenciais à preservação e melhoria de nossa espécie.</p>		<p>Isso explica nosso comportamento em muitas situações, onde apenas visualizei uma pessoa e senti um forte desejo inexplicável, sem mesmo ter trocado se quer uma palavra com a outra pessoa. Nesse momento entraram em ação, os feromônios. A palavra &ldquo;feromônio&rdquo; vem das palavras gregas phéro e hormôn, que juntas significam &quot;trazer excitação&quot;. No mundo animal, os feromônios são &ldquo;marcas&rdquo; olfativas individuais encontradas na urina e no suor, que ditam o regulamento sexual e atraem o sexo oposto. Eles ajudam os animais a identificarem-se e escolher um parceiro com sistema imunológico suficientemente diferente do seu para garantir que a descendência seja resistente. Os animais têm um órgão especial no nariz chamado órgão vomeronasal ou OVN, que detecta esse composto químico inodoro. Cabe aqui uma informação importante, a existência dos feromônios humanos foi descoberta em 1986 pelos cientistas do Chemical Senses Center, na Filadélfia e na França &ndash; essas substâncias foram encontradas no suor humano. E para provar, sua existência e ação, eles fizeram uma experiência onde um grupo de mulheres cheirou as camisetas sujas de um grupo de homens, e cada uma teve que escolher por qual delas se sentia mais &ldquo;atraída&rdquo;. Assim como no mundo dos animais, a maioria das fêmeas escolheu a camiseta do homem cujo sistema imunológico era mais diferente do seu. É importante ressaltar, que isso não é determinante para que a paixão, o amor e até mesmo o encontro sexual se concretize. <br />
<br />
Lembra que também citei uma frase comumente falada pelas pessoas no cotidiano que dizia: &ldquo;ele é bonito, tem um papo legal, mas não rolou química&rdquo;? , a explicação para isso é que como seres racionais (pensantes) não somos guiados apenas por instintos, ou seja, em algum lugar do nosso subconsciente, existe um modelo de parceiro ideal para o nosso amor. Pesquisas indicam que este modelo está relacionado a três fatores: ferômonios, aparência e personalidade. No que se referem aos dois últimos fatores, pesquisas apontam que habitualmente buscamos parceiros, que tenham aparência e personalidade parecida com a nossa e com a de nossos pais, como uma forma de substituirmos ou preservarmos o amor recebidos deles.<br />
<br />
Bem, a partir desse ponto já estamos falando de um sentimento muito importante nos relacionamentos que é o Amor. E para explicarmos e compreendermos melhor certos comportamentos e atitudes ligados a esse sentimento, dividiremos o em 3 fases: desejo erótico, atração ou paixão romântica e união ou compromisso.<br />
<br />
Texto e Colaboração: Psicólogo e Sexólogo Job dos Reis</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/02/a-quimica-do-amor-e-suas-fases">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82361">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/02/a-quimica-do-amor-e-suas-fases#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/02/a-quimica-do-amor-e-suas-fases]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Jul 2009 15:44:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/02/a-quimica-do-amor-e-suas-fases]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quando o filho dorme com os pais]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/01/quando-o-filho-dorme-com-os-pais]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 1/7/2009 14:17 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Há casais que colocam o filho recém-nascido para dormir com eles por insegurança ou medo de que algo aconteça e não estejam por perto. Tudo bem se isso é feito algumas vezes, mas há muitos casos em que esse comportamento prolonga-se até o ponto em que um dos parceiros passa a dormir no quarto da criança porque tem de acordar cedo para ir trabalhar, por exemplo. <br />
<br />
<img height="255" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/filho.jpg" /></p>		<p>Como fica a relação entre os parceiros? Será que este comportamento é confortável para eles? A mulher, no seu papel de mãe cuidadosa acaba esquecendo o papel de amante; o homem também acaba se acomodando e ambos vão deixando de lado aquele desejo que sentiam um pelo outro, pois ela passou a ser somente mãe e ele somente pai. Com o tempo, essa situação vai ficando rotineira e sem graça, e aquele casal tão apaixonado vai deixando de existir, não havendo mais o investimento na relação, esquecendo que graças ao desejo que sentiam um pelo outro, geraram um filho, o qual, sem querer, tornou-se o motivo da separação dos amantes.<br />
<br />
A psicoterapia de casal estimulará o diálogo entre os dois, para poderem expressar o que estão sentindo, com o intuito de, aos poucos, dar espaço para o desejo, fazendo-os retomar a atividade sexual que pode não ser fundamental, mas é também uma importante ferramenta para a aproximação de ambos. <br />
<br />
Ângela Regina Freitas da Silva<br />
Psicóloga e sexóloga do Projeto AmbSex <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/01/quando-o-filho-dorme-com-os-pais">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=82124">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/01/quando-o-filho-dorme-com-os-pais#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/01/quando-o-filho-dorme-com-os-pais]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Jul 2009 14:17:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/01/quando-o-filho-dorme-com-os-pais]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Violência Sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/27/violencia-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 27/6/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>&quot;A Violência Sexual é ainda um tabu na sociedade em que vivemos, por se tratar de assunto sobre o qual pessoas têm receio de falar. Com isso, a tendência é que o proibido acabe despertando o desejo alheio.<br />
<br />
Estupro é crime de ação privada, para o qual só há procedimento policial de houver queixa; consiste m constranger e/ou ameaçar uma mulher de qualquer idade ou condição para o ato sexual. No Brasil, ele pode ser praticado mediante violência real (agressão) ou presumida (praticado contra menores de 14 anos, alienados mentais ou contra pessoas que não puderem oferecer resistência); por isso, drogar uma pessoa para manter conjunção carnal é considerado estupro praticado mediante violência presumida, dado que a vítima não pode reagir.&quot;<br /></p>		<p>&quot;O dr. Jefferson Drezzet, ginecologista e coordenador do Serviço Integral à Mulher em Situação de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, relata que em 2007, este hospital atendeu: 517 crianças, entre 12 e 17 anos, vítimas de violência sexual. Do total de 1.926 casos, 43% eram crianças menores de 12 anos. &lsquo;Para nós, esse número não chegou a ser um surpresa, porque temos constatado, em uma série de pesquisas dentro e fora do Brasil, que as crianças constituem um grupo muito vulnerável a sofrer violência, muito frágil e muito exposto à possibilidade de abuso sexual.&rsquo;&rdquo;<br />
<br />
&ldquo;O estupro é um tipo específico de violência sexual e só ocorre quando há conjunção carnal (penetração na vagina pelo pênis) com o uso de violência ou grave ameaça. Já as outras formas de posse sexual e agressão são consideradas atentado violento ao pudor.<br />
<br />
Com base na lei, pessoas do sexo masculino jamais serão estupradas; porém, tanto o homem quanto a mulher que tenha tido penetração anal contra sua vontade são considerados vítimas do crime de atentado violento ao pudor.<br />
<br />
O ato sexual contra a mulher &lsquo;configura-se como cópula violenta, sem consentimento de uma das partes; coito forçado ou violação. Pode ser por meio de relações sexuais orais (felação), vaginais (estupro) ou anais (atentado violento ao pudor)&rsquo;&rdquo;.<br />
<br />
&ldquo;No caso da relação anal praticada contra a vontade da mulher, querem enquadrá-la como estupro e não apenas como atentado violento ao pudor. A realidade é que a sociedade exige leis, mas não muda seu comportamento.&rdquo;<br />
<br />
<br />
Trechos extraídos do livro:<br />
Cicatrizes &ndash; Relatos de Violência Sexual<br />
Autora: Dalila Penteado<br />
Editora: Palavra &amp; Prece<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/27/violencia-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=81731">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/27/violencia-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/27/violencia-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 27 Jun 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/27/violencia-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[É Errado Fazer Sexo No Primeiro Encontro Se Você Não Pretende Que Ele Seja o Primeiro E Único?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/26/e-errado-fazer-sexo-no-primeiro-encontro-se-voce-nao-pretende-que-ele-seja-o-primeiro-e-unico]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 26/6/2009 18:37 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Errado, não, mas é arriscado. Se você quer potencializar as chances de transformar o tal encontro num relacionamento saudável e duradouro, o melhor é fazer justamente o oposto: tente adiar o máximo possível a sessão completa de sexo (com penetração, inclusive). Não porque &ldquo;garotas decentes não dão no primeiro encontro&rdquo; ou por causa do que ele possa pensar de você &ndash; muito embora ele possa, sim, pensar uma coisa ou outra -, mas porque adiando o sexo você vai estar criando as melhores condições possíveis para vocês dois estabelecerem um laço mais forte, tanto físico quanto emocional.</p>		<p>Depois de dormir pela primeira vez com uma pessoa, outras vezes virão. E isso significa que você terá criado instantânea e literalmente uma ligação íntima com essa pessoa, o que sabidamente priva qualquer um de uma dose razoável de lógica e objetividade.<br />
<br />
A &ldquo;cegueira do tesão&rdquo; nos deixa tão envolvidos com o corpo do outro que muitas vezes esquecemos de examinar com mais atenção à pessoa que mora dentro dele. No geral, é isso que leva alguém a protestar, gritando &ldquo;Mas eu amo esse cara!&rdquo; em situações em que esse &ldquo;amor&rdquo; fez o tal alguém ir parar no hospital.<br />
<br />
Ninguém decide deliberadamente se apaixonar por um canalha &ndash; você só termina numa arapuca dessas porque se atirou de cabeça num amor depressa demais e sem se dar ao trabalho de sondar o terreno antes. O sexo é uma cola poderosa, capaz de manter junto até os casais mais improváveis. Assim, quanto mais você conseguir adiar o grande dia, mais tempo vai ter para passar com a pessoa fora do quarto, conversando e descobrindo se é mesmo a companhia certa para ter ao seu lado. Além disso, a espera vai ensinar aos dois as vantagens da expectativa sexual. Deixar as coisas avançarem pausadamente &ndash; primeiro com beijos, depois carícias e depois sexo oral &ndash; mostra que sexo não precisa querer dizer necessariamente o ato da cópula. Em A História de O, a protagonista é ensinada a só deixar que um homem faça amor com uma parte do seu corpo por vez, para que assim ele aprenda como dar prazer e satisfazer a cada uma delas.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/26/e-errado-fazer-sexo-no-primeiro-encontro-se-voce-nao-pretende-que-ele-seja-o-primeiro-e-unico">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=81727">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/26/e-errado-fazer-sexo-no-primeiro-encontro-se-voce-nao-pretende-que-ele-seja-o-primeiro-e-unico#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/26/e-errado-fazer-sexo-no-primeiro-encontro-se-voce-nao-pretende-que-ele-seja-o-primeiro-e-unico]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 26 Jun 2009 18:37:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/26/e-errado-fazer-sexo-no-primeiro-encontro-se-voce-nao-pretende-que-ele-seja-o-primeiro-e-unico]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ANDROGINIA]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/22/androginia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 22/6/2009 14:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Androginia é uma mistura de sexos onde um indivíduo reúne o sexo feminino e o masculino em si. Tal comportamento que hoje gera tanta polêmica utilizou exemplos bastante conhecidos como as figuras divinas andróginas de grandes civilizações que não possuíam seu sexo definido para representar o oposto entre esses. Acredita-se que Eros, deus grego e filho de Zeus e Afrodite, possuía os dois sexos, por exemplo.</p>		<p>Também na Antigüidade, pode-se perceber na mitologia a citação desse comportamento. Conta que havia três seres (Andros, Gynos e Androgynos) e desses originaram os homossexuais, os heterossexuais e as lésbicas por causa da atitude de Zeus em dividi-los ao meio para retirar deles um pouco de sua força. A partir dessa divisão os seres que foram formados unicamente masculinos buscavam sua metade masculina retirada por Zeus, os seres formados unicamente femininos buscavam sua metade feminina e os seres formados com características femininas e masculinas buscavam a metade feminina e masculina que lhe foi retirada com o propósito de voltar a ser como eram antes da divisão feita por Zeus. <br />
<br />
Pessoas andróginas encontram características tanto femininas como masculinas em seus comportamentos e em coisas que as atraem, o que as fazem pessoas de sexo híbrido, ou seja, de sexo misturado. Ser andrógino não significa ser homossexual, heterossexual ou bissexual, significa que um indivíduo pode realizar suas vontades independentes da relação que possui com o sexo. Por exemplo, um indivíduo pode ter atração física pelo sexo oposto e ter anseios por acessórios desse, o que não o torna homossexual e nem mesmo um louco. <br />
<br />
Alguns psicólogos que pesquisam tal disforia de gênero, dizem que tais indivíduos possuem altos valores de Q.I. e uma grande percepção relacionada ao comportamento humano. É importante ressaltar que tal comportamento não é doença, conseqüentemente não há cura.<br />
<br />
Por Gabriela Cabral<br />
Equipe Brasil Escola<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/androginia.htm" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/22/androginia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=80986">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/22/androginia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/22/androginia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 22 Jun 2009 14:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/22/androginia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O mecanismo biológico da Paixão]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/21/o-mecanismo-biologico-da-paixao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 21/6/2009 11:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A pessoa que já se apaixonou pelo menos uma vez na vida sabe que essa vivência é capaz de produzir modificações. É um sentimento que pode conduzir ao êxtase ou à angústia. <br />
<br />
Em decorrência do desenvolvimento das neurociências, é possível compreender a origem biológica quando se experimenta o sentimento de paixão. <br />
<br />
O desejo sexual que é ligado à paixão, pode estar relacionado com aspectos psíquicos e cerebrais de quem sente a atração. Sendo assim, o comportamento apresentado pela pessoa apaixonada pode ser determinado pelo cérebro, uma vez que este é um comportamento que visa alcançar um objetivo, a pessoa desejada. Interesse esse que não é determinado apenas pelas características físicas do outro. <br />
<br />
Os hormônios, principalmente os sexuais, podem ter importância fundamental. Apesar de influenciarem no desenvolvimento dos órgãos genitais, influenciam também nas partes do cérebro em direção ao masculino ou feminino. <br />
<br />
Por Patrícia Lopes<br />
Equipe Brasil Escola<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/o-mecanismo-biologico-paixao.htm" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/21/o-mecanismo-biologico-da-paixao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=80985">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/21/o-mecanismo-biologico-da-paixao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/21/o-mecanismo-biologico-da-paixao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 21 Jun 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/21/o-mecanismo-biologico-da-paixao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A sexualidade dos Travestis pelo Dr. Ronaldo Pamplona]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/12/a-sexualidade-dos-travestis-pelo-dr-ronaldo-pamplona]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 12/6/2009 17:45 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Confira este vídeo do Psquiatra, Dr. Ronaldo Pamplona, ao Portal Época.<br />
<br />
Explicação simples e objeiva acerca deste tema:<br />
<br />
Acesse<br />
<a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG83659-5856,00.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG83659-5856,00.html</a><br />
<br />
Indicamos a literatura: &quot;Os onze sexos&quot; do Dr. Ronaldo Pamplona</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/12/a-sexualidade-dos-travestis-pelo-dr-ronaldo-pamplona">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=80437">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/12/a-sexualidade-dos-travestis-pelo-dr-ronaldo-pamplona#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/12/a-sexualidade-dos-travestis-pelo-dr-ronaldo-pamplona]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 12 Jun 2009 17:45:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/12/a-sexualidade-dos-travestis-pelo-dr-ronaldo-pamplona]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Dois Lados que Convivem]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/07/dois-lados-que-convivem]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 7/6/2009 12:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>O homem bissexual é um homem como qualquer outro. Nasce biologicamente perfeito, não apresenta disfunções orgânicas relacionadas à sexualidade e cresce comportando-se de forma masculina. Ele se sente homem.<br />
<img width="250" height="215" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/bisexual-778954.jpg" /><br />
<br />
Na idade adulta, quando a sua orientação afetivo-sexual se definir como bissexual, ele passará a desejar homens e mulheres. Isso é um sentimento, uma vontade, uma necessidade, algo interno que está fora do controle da própria pessoa.<br /></p>		<p>Esse sentimento, como tantos outros que temos ao longo da vida, poderá se exteriorizar ou não. Poderá ser revelado ou não. Nesse caso, trata-se de uma questão de decisão ou da resolução de um conflito interno.<br />
<br />
Cabe lembrar que muito desses conflitos, como nos casos dos homossexuais, das lésbicas e das mulheres bissexuais, têm sua raiz mais no preconceito social do que propriamente na forma de viver a sexualidade.<br />
<br />
Ao contrário do que possa parecer, os consultórios dos psicoterapeutas não vivem cheios de pessoas com a &ldquo;sexualidade diferente&rdquo;. Após alguns anos de experiência como psicóloga, é possível afirmar que cerca de 70% das pessoas que me procuram são heterossexuais.<br />
<br />
Outro mito é imaginar que as minorias sexuais só procuram o psicoterapeuta para tratar da sexualidade. Isso não é verdade. Alguns homossexuais que me procuram, tanto quanto os heterossexuais, querem se resolver sexual e afetivamente. Mas outros também, como os heterossexuais, enfrentam dificuldades no trabalho, no relacionamento com as pessoas e seus parceiros ou estão com problemas existenciais.<br />
<br />
O que às vezes acontece é que os psicoterapeutas por falta de conhecimento passam a considerar a homossexualidade e suas variadas formas de ser como a fonte causadora de todos os outros conflitos. Alguns pacientes já nos revelaram que percebiam um certo preconceito perpassando as palavras de seu antigo psicoterapeuta.<br />
<br />
&ldquo;Minoria humana é minoria demográfica. Diferentes, todos nós somos uns dos outros.&rdquo; (PAMPLONA, 2005)<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/07/dois-lados-que-convivem">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79691">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/07/dois-lados-que-convivem#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/07/dois-lados-que-convivem]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 07 Jun 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/07/dois-lados-que-convivem]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Algumas curiosidades para a hora da paquera!]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/06/algumas-curiosidades-para-a-hora-da-paquera]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 6/6/2009 15:01 por Felipe Botelho</div><br/>		<p><img height="266" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/paquera(1).jpg" alt="" /><br />
<br />
O que não se deve fazer durante a paquera<br />
Aqui vão alguns perfis que afastam os homens e que poderiam ser evitados:<br />
<br />
- a professora: aquela que entende de tudo, sabe de tudo;<br />
- a &ldquo;aproveitadora&rdquo;, aquela que faz qualquer coisa para ser famosa, se veste vulgarmente, gesticula muito, é inconveniente, oferecida, atirada;<br />
- a negativa, tudo para ela está ruim;<br />
- a bajuladora, puxa-saco, concorda com tudo o que ele diz;<br />
- a mãezona, aquela que é superprotetora;<br />
- a casamenteira, aquela que é carente, que sempre quer um homem ao lado;<br />
- a depressiva;<br />
- a mulher que bebe demais.<br />
<br />
Para conquistar alguém é preciso acreditar que vale a pena estar com você; aprenda a mostrar o melhor de você.<br />
<br />
Estar sempre atenta a tudo que acontece em sua vida, a cada momento, estar aberta de novo. Por exemplo, se você acabou de sair de um relacionamento e quer paquerar, esqueça o &ldquo;ex&rdquo; e nunca faça comparações entre seus parceiros.<br />
<br />
O primeiro contato deve ser agradável. Um erro fatal é tentar fazer do homem que você acaba de conhecer o seu terapeuta. Deixe os assuntos fluírem naturalmente, incentive-o a falar sobre si mesmo, porque esse é um jeito de você começar a conhecê-lo melhor. Seja sensível, ouça mais do que fale, se aproxime sem ser agressiva, seja autêntica, mas sem ser mal-educada.<br /></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/06/algumas-curiosidades-para-a-hora-da-paquera">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79690">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/06/algumas-curiosidades-para-a-hora-da-paquera#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/06/algumas-curiosidades-para-a-hora-da-paquera]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 06 Jun 2009 15:01:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/06/algumas-curiosidades-para-a-hora-da-paquera]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tamanho do pênis! Isso importa?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/04/tamanho-do-penis-isso-importa]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 4/6/2009 17:51 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Para aqueles que tanto ficam incomodados com o assunto Tamanho do Pênis (texto este que está sendo o recordista do blog), vale lembrar que quando o assunto é tamanho, na hora da cama, ele não faz tanta diferença assim!!<br />
<br />
<img width="400" height="492" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/O%20Tamanho.jpg" /><br />
<br />
A palavra &ldquo;pênis&rdquo; vem do latim e significa &ldquo;pincel&rdquo;. Essa você não sabia, não é mesmo? Pois bem, para que na hora &ldquo;H&rdquo; fique uma boa impressão, o que importa mesmo não é o tamanho do pincel e sim a arte que ele irá fazê-lo.<br />
<br />
<br />
Portanto, ao invés de ficar se gabando do tamanho (por achar grande) ou sofrendo (por achar pequeno), pergunte-se, primeiro: será que sou um bom amante? Porque seu pênis pode ser lindo, maravilhoso e enorme, mas se você chegar na cama e não fizer nada com coisa nenhuma, pode ter certeza que sua fama, reputação como amante será péssima.<br />
<br />
<br />
<br />
Então, pense nisso!!<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/04/tamanho-do-penis-isso-importa">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79652">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/04/tamanho-do-penis-isso-importa#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/04/tamanho-do-penis-isso-importa]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 04 Jun 2009 17:51:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/04/tamanho-do-penis-isso-importa]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Orientação Afetivo-Sexual: o que é?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/03/orientacao-afetivosexual-o-que-e]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 3/6/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Podemos definir orientação afetivo-sexual como sendo a sensação interna de que temos a capacidade de nos relacionar amorosa ou sexualmente com alguém. É nossa orientação sexual que determina nossa atração sexual por alguém.<br />
<br />
<img width="198" height="200" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/SIMBOLO%20SEXUAL.jpg" /><br />
<br />
Essa orientação, na verdade, é parte da identidade sexual, algo que pertence ao mundo interno, ao intrapsíquico ou ao psicológico. O termo &ldquo;orientação sexual&rdquo; é mundialmente usado para designar se esse relacionamento vai se dar com alguém do sexo oposto, do mesmo sexo ou com pessoas de ambos os sexos. Preferimos acrescentar a palavra &ldquo;afetivo&rdquo; ao termo usado, para deixar claro que esse relacionamento não é só de ordem sexual, mas também envolve amor e o afeto. E os afetos podem ser de natureza positiva ou negativa.<br /></p>		<p>A orientação afetivo-sexual está vinculada aos sentimentos que existem dentro de todos nós em relação a outra pessoa. Entre esses sentimentos estão o desejo e o prazer sexual, as sensações do orgasmo, as fantasias sexuais, os sonhos eróticos, o amor, a paixão e o desejo de procriar.<br />
<br />
Esses sentimentos têm seus contrários, como o ódio, a repulsa, a frieza, a indiferença e todas as outras emoções que repassam as relações humanas. Também pode ser acrescentado à orientação afetivo-sexual o sentimento de se ter ou não a capacidade de reprodução. Uma pessoa pode ser fértil mas carregar a sensação de que não pode se reproduzir; muitas vezes, ocorre a situação exatamente inversa.<br />
<br />
Não se trata da sensação interna de que pertencemos ao gênero masculino ou feminino e nem mesmo se o nosso comportamento, nas diversas atividades da vida, é de homem ou de mulher. Estamos falando agora de uma questão tão específica quanto importante, que é a escolha da pessoa que vamos amar ou com quem teremos um relacionamento sexual.<br />
<br />
As atuais pesquisas científicas consideram que a orientação afetivo-sexual é construída, psicologicamente, na primeira infância, até os quatro ou cinco anos de idade. Outras pesquisas apontam para a possibilidade de ser inata. No entanto, somente na adolescência passamos a perceber esses sentimentos, que se confirmam ou não na idade adulta.<br />
<br />
O tempo é sábio e tudo acontece na hora certa. Com o despertar do desejo sexual na adolescência, a partir da explosão hormonal própria da idade, começamos a ter consciência de que nossos sentimentos amorosos e emoções se dirigem para alguém do sexo oposto, para alguém do mesmo sexo ou para pessoas de ambos os sexos. Essa consciência anos revela como heterossexual, homossexual ou bissexual, o que poderá ou não ser confirmado mais tarde.<br />
<br />
A orientação afetivo-sexual pode ser básica ou circunstancial. Uma pessoa pode ser basicamente heterossexual ou basicamente homossexual, mas somente na idade adulta terá essa certeza. No período da adolescência, em que a revelação acontece, a própria pessoa pode não ter muito claro qual é afinal a sua orientação.<br />
<br />
Mesmo na idade adulta, essa orientação pode ser temporária, dependendo das circunstâncias da vida. Em ambientes onde ficam confinadas por longo tempo pessoas do mesmo sexo, como presídios, um indivíduo pode ter um sentimento ou um comportamento heterossexual ou homossexual, retornando à sua orientação básica assim que a situação de vida se modifique. A bem da verdade, todos nós podemos &ldquo;ser&rdquo; heterossexuais ou &ldquo;estar&rdquo; heterossexuais, &ldquo;ser&rdquo; homossexuais ou &ldquo;estar&rdquo; homossexuais.<br />
<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/03/orientacao-afetivosexual-o-que-e">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79403">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/03/orientacao-afetivosexual-o-que-e#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/03/orientacao-afetivosexual-o-que-e]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 03 Jun 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/03/orientacao-afetivosexual-o-que-e]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[As Drogas e o Sexo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/02/as-drogas-e-o-sexo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 2/6/2009 17:31 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Muitas pessoas já usaram drogas recreacionais proibidas para sentir prazer e para melhorar seu desempenho sexual; os exemplos mais comuns são a maconha e a cocaína. Outras usam drogas recreacionais permitidas para liberar seu desejo sexual; o melhor exemplo são as bebidas alcoólicas. Alguns indivíduos usam medicamentos psicotrópicos ilicitamente para sentir mais prazer sexual; como exemplo podemos citar as anfetaminas.<br />
<br />
<img width="400" height="215" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/sexo%20drogas%20e%20rocknroll.jpg" /></p>		<p>O uso destas substâncias é abusivo, e quando existe de verdade um efeito sexual benéfico, é temporário e de curta duração. Depois pode ocorrer um efeito rebote, exatamente o contrário do esperado, piorando ainda mais o efeito desprazeroso do sexo. Para manter o prazer, ou tentar superar o desprazer que vem depois, é preciso usar cada vez mais a droga. Com isso os riscos aumentam, criando um círculo vicioso. <br />
<br />
Já as drogas psicotrópicas receitadas por médicos melhoram indiretamente o desempenho sexual. O deprimido não tem vontade ou prazer sexual. Os antidepressivos não tratam os problemas sexuais do paciente, mas sim a depressão. Quando melhora, ele volta a sentir prazer.<br />
<br />
Muita gente sente uma grande ansiedade em relação a tudo que envolve sexo. A educação, os preconceitos e a religião podem levar a uma repressão sexual. Além disso pode ter ocorrido alguma experiência sexual desagradável como abuso, estupro, fracasso na relação ou rejeição inconsciente do(a) parceiro(a). Uma pequena dose de algum medicamento ansiolítico, utilizado por poucos dias, ajuda na maioria dos casos. Pode não resolver totalmente, embora ajude sempre. Mas deve ser usado com cuidado para o indivíduo não associar o remédio ao bom desempenho sexual, se não ele(ela) acabaria achando que só conseguiria fazer sexo bem com a ajuda do ansiolítico e se tornaria totalmente dependente. <br />
<br />
Todo e qualquer medicamento só poderá ser utilizado sob a orientação de um médico especialista que diante do histórico da pessoa, poderá recomendar a medicação apropriada sem perder o foco no comportamento sexual dela. <br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/02/as-drogas-e-o-sexo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79397">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/02/as-drogas-e-o-sexo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/02/as-drogas-e-o-sexo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 02 Jun 2009 17:31:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/02/as-drogas-e-o-sexo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mulher Alfa: quem é essa nova mulher?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/01/mulher-alfa-quem-e-essa-nova-mulher]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 1/6/2009 10:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p><img width="116" height="160" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Junho/mulher%20alfa.jpg" /><br />
<br />
Um híbrido novo circula pelas grandes cidades do Brasil e do mundo. É uma mistura entre dois tipos conhecidos, mas até há pouco tempo inconciliáveis. Essa nova espécie é encontrada apenas entre as mulheres e vem sendo observada com admiração, respeito, esperança e, em alguns casos, com certo receio. Trata-se de uma combinação entre a figura da feminista clássica, aquela surgida nos anos 60, que, para conquistar espaço e independência, teve de ser durona, agressiva e por vezes masculina, e a &ldquo;mulherzinha&rdquo; dos anos 90, personificada pela personagem Bridget Jones, que queria arrumar um companheiro bacana, manter o corpo em forma, ir a manicuro uma vez por semana e comprar muitos pares de sapato sem medo de ser tachada de perua.</p>		<p>Essa nova espécie é a mulher alfa (termo conhecido na biologia animal, onde o macho alfa é o mais forte do bando, que lidera os demais, consegue melhores alimentos e as melhores fêmeas), uma feminista feminina, criatura nascida para ser líder, dona de uma segurança e uma auto-suficiência sem precedentes, competente na vida acadêmica e no universo profissional. Um tipo de mulher que nasce pronta para enfrentar tudo, capaz de admitir que precisa, e gosta, dos homens, mas capaz, também de viver sem eles. Uma mulher vaidosa, que gosta de cuidar de si e de ser admirada pela beleza, sem risco de cair no estereótipo da futilidade. A mulher alfa tem potencial para mudar a estrutura do casamento, da família e do mercado de trabalho. E já há quem sustente que ela vai dominar o futuro.<br />
<br />
O que levou ao surgimento da mulher alfa? Quais transformações sociais, culturais e econômicas levaram a esse novo caminho? Há várias respostas para essas perguntas, e todas contribuíram de igual forma para a ascensão da mulher e sua metamorfose até que ela chegasse ao ponto em que se encontra hoje.<br />
<br />
A primeira justificativa, e a mais óbvia, está justamente no movimento da emancipação feminina dos anos 60, nas batalhas travadas para permitir que as mulheres deixassem a função de dona de casa e passassem a trabalhar, ganhar salário e ter uma vida além do cotidiano doméstico. O surgimento da pílula anticoncepcional, em 1960, também foi fator preponderante, pois deu às mulheres a chance de optar, ou não, pela maternidade. O controle de quando (e se) a mulher teria filhos foi uma arma poderosa para que ela pudesse investir em outras áreas da própria vida, como a carreira. As mulheres passaram a estudar e a trabalhar mais. Começaram a ganhar bons salários, o que lhes permitiu, caso quisessem, despachar os maridos e sustentar-se sozinhas. <br />
<br />
Tudo isso já se sabia. Mas há uma novidade no cenário: agora, estamos diante da primeira geração de mulheres adultas que cresceram quando todas essas conquistas estavam estabelecidas. As mulheres que hoje tem cerca de 30 anos nasceram num mundo onde é natural freqüentar faculdades, trabalhar fora, ganhar bem e tomar a iniciativa de pedir o divórcio. Isso faz toda a diferença! Elas partem do pressuposto que podem fazer tudo aquilo que os homens fazem, e é essa certeza que as fará avançar. Segundo Simone de Beauvoir (1949) em seu livro O Segundo Sexo, &ldquo;não se nasce mulher. Torna-se&rdquo;. Hoje, o raciocínio é oposto: as novas mulheres são alfa justamente porque nasceram alfa.<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/01/mulher-alfa-quem-e-essa-nova-mulher">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79396">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/01/mulher-alfa-quem-e-essa-nova-mulher#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/01/mulher-alfa-quem-e-essa-nova-mulher]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 01 Jun 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/01/mulher-alfa-quem-e-essa-nova-mulher]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasileiros estão entre os que perdem a virgindade mais cedo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/31/brasileiros-estao-entre-os-que-perdem-a-virgindade-mais-cedo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 31/5/2009 12:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Os brasileiros estão entre os que perdem a virgindade mais cedo, segundo uma pesquisa feita em 26 países com 26 mil entrevistados. O país ocupa a segunda posição, atrás apenas da Áustria.</p>		<p>O estudo encomendado pela fabricante de preservativos Durex Network revelou que os brasileiros perdem a virgindade com idade média de 17,4 anos. Entre os austríacos, a média é de 17,3 anos.<br />
Segundo a pesquisa The Face of Global Sex 2007 - First sex: an opportunity of a lifetime (Primeira relação sexual: uma oportunidade para toda a vida), o Brasil foi ainda o sétimo colocado no uso de preservativos na primeira relação sexual, com 47,9%. <br />
Neste quesito, o país campeão foi a Polônia, onde 63,2% dos entrevistados disseram ter usado preservativos quando perderam a virgindade.<br />
Entre as mulheres brasileiras, 49,1% afirmaram ter usado camisinha na primeira relação, ante 39,1% dos homens.<br />
Enquanto nas classes mais baixas 43,2% dos entrevistados disseram ter usado preservativos na primeira relação sexual, essa taxa caiu para 36,5% nas classes A e B.<br />
O estudo revelou ainda que 58,4% das brasileiras perderam a virgindade com um parceiro estável. Entre os homens, esse percentual foi de apenas 18,9%.<br />
Segundo o coordenador da pesquisa no Brasil, Miguel Fontes, atualmente os jovens têm menos reservas em relação ao uso de preservativos.<br />
Entre os entrevistados de 25 a 29 anos, 67,6% disseram ter usado camisinha quando perderam a virgindade. Na faixa etária acima de 49 anos, apenas 14,9% usaram preservativo na primeira relação sexual.<br />
Fontes disse ainda que &quot;a propensão de se utilizar contraceptivos aumenta com a idade&quot;.<br />
&quot;Comparativamente, uma pessoa que perde a virgindade com 19 ou 20 anos tem 259% de propensão a mais de utilizar um contraceptivo do que uma de 14 anos. Esse índice aumenta para 884% entre pessoas que tiveram a primeira relação entre 21 e 25 anos&quot;, afirmou Fontes.<br />
No Brasil, o levantamento foi feito com a colaboração da Hora H preservativos e ouviu 1.123 pessoas com idades de 19 a 65 anos entre agosto e setembro do ano passado. <br />
<br />
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/07/070704_durex_ac.shtml<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/31/brasileiros-estao-entre-os-que-perdem-a-virgindade-mais-cedo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79041">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/31/brasileiros-estao-entre-os-que-perdem-a-virgindade-mais-cedo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/31/brasileiros-estao-entre-os-que-perdem-a-virgindade-mais-cedo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 31 May 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/31/brasileiros-estao-entre-os-que-perdem-a-virgindade-mais-cedo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Lei do divorcio faz 30 anos no Brasil: como isso reflete na sexualidade?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/30/a-lei-do-divorcio-faz-30-anos-no-brasil-como-isso-reflete-na-sexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 30/5/2009 11:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Há 30 anos o Congresso Nacional brasileiro aprovou a emenda que retirou da Constituição a indissolubilidade do casamento, possibilitando a regulamentação do divórcio, por meio de lei. Segundo a última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o estado civil dos brasileiros, em 2005 houve um divórcio para cada 3 casamentos no Brasil, sobretudo entre as classes mais favorecidas. O estudo também revelou que nunca antes houve tantos casamentos em que ao menos um cônjuge estivesse já na segunda tentativa. No entanto as estatísticas mostram que são os homens que, no momento de se casar novamente, mais se beneficiam da lei. Eles têm, em média, duas vezes mais chances de partir para a segunda união legal do que as mulheres.</p>		<p>De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo estudo do IBGE, a desigualdade se deve ao fato de as mulheres sofrerem mais preconceito e de terem, em 91% dos casos, a responsabilidade de cuidar dos filhos, o que deixa os homens mais livres para tentar uma segunda relação. Além disso, dizem os especialistas, devido ao aumento no nível educacional das mulheres, quanto mais escolarizada for, menor será a chance de encontrar um homem solteiro com o mesmo nível de instrução. Em muitos casos, porém, a decisão de não se casar novamente ou de não formalizar uma segunda união é uma escolha da mulher.<br />
Para a demógrafa Maria Coleta Oliveira, apesar dessas desigualdades, o divórcio foi extremamente benéfico para as mulheres. Na análise da professora do Departamento de Demografia e pesquisadora do Núcleo de Estudos de População da Universidade Estadual de Campinas (NEPO/UNICAMP), a lei n. 6.515, elaborada a partir de proposta do senador Nelson Carneiro e que regulamentava o divórcio no Brasil, teve um significado muito importante. &ldquo;A sociedade brasileira era desigualmente permissiva em relação aos homens, que podiam, sem grande reprovação, estabelecer outras relações, concomitantes ou não, o que não se admitia em relação às mulheres&rdquo;, ressalta ela, nesta entrevista.<br />
Está fazendo 30 anos que o Congresso Nacional aprovou a Lei do Divórcio. O que isso representou (e representa) para a sociedade e, em particular, para o campo da sexualidade? <br />
Penso que a Lei do Divórcio representou, à época, uma resposta a algo que estava colocado pela sociedade. A curva de desquites crescia exponencialmente, revelando que o enquadramento legal era já insuficiente para dar conta das necessidades de as pessoas reorganizarem suas vidas após o fim de um casamento. Representou, também, um reconhecimento de que homens e mulheres têm o direito de decidir encerrar um relacionamento insatisfatório por alguma razão. Para as mulheres, este reconhecimento teve um significado muito importante, já que desde há muito tempo a sociedade brasileira era desigualmente permissiva em relação aos homens - que podiam sem grande reprovação, estabelecer outras relações, concomitantes ou não, o que não se admitia em relação às mulheres.<br />
Com todos os problemas que ainda possam persistir, a Lei do Divórcio trouxe uma normatização das relações entre ex-parceiros, explicitando direitos e obrigações. A lei não trata de direitos sexuais. As uniões reconhecidas legalmente são heterossexuais e monogâmicas, e segue sendo assim. Mas pode-se pensar e argumentar que se homens e mulheres podem decidir encerrar um casamento insatisfatório, o exercício da sexualidade feminina com outro parceiro e após a ruptura pelo divórcio é reconhecidamente um direito. A lei também não trata da sexualidade. Porém, ao reconhecer igualdade de direitos a homens e mulheres, reconhece que ambos podem legitimamente estabelecer uma nova parceria sexual, já que o sexo é um dos ingredientes do contrato de casamento.<br />
Mas, mesmo com a lei, as mulheres continuam sofrendo preconceito no momento de uma segunda união. Os homens têm, em média, duas vezes mais chances de partir para a segunda união legal do que as mulheres. <br />
Preconceitos existem, mas não creio que sejam a explicação para a maior freqüência de segundos casamentos legais entre os homens. Pelo menos não no sentido de reações negativas a uma segunda união de mulheres. O que existe, sim, é a permanência do costume de que a mulher deva ser mais jovem e o homem mais velho em uma parceria conjugal. Isto restringe o mercado matrimonial de mulheres, como bem salientou Elza Berquó em seu já famoso texto &ldquo;Pirâmide da Solidão&rdquo;. Se considerarmos a distribuição da população nas diferentes faixas de idade, o padrão cultural vigente faz com que as mulheres olhem para as faixas acima de sua idade para procurar um novo parceiro. Os homens, diferentemente, olham para baixo, em busca de uma parceira mais jovem que ele. Em um contexto em que a expectativa de vida feminina é mais elevada que a masculina, a vigência de um preconceito de idade restringe ainda mais as oportunidades de uma mulher de casar-se novamente a medida que envelhece.<br />
Porém, algumas tendências recentes poderão trazer mudanças neste quadro. A forte valorização social das marcas da juventude é ingrediente central das atitudes contemporâneas com relação ao envelhecimento. Face ao prolongamento da vida, cada vez mais ouvimos, em uníssono, recomendações quanto à boa forma para homens e mulheres que envelhecem. O sexo integra essas recomendações, fortemente capitaneadas pelas terapias de reposição hormonal para as mulheres após a menopausa e pelos medicamentos que facilitam a ereção masculina, tipo viagra. Ora, é possível pensar que estas inovações e os valores que as acompanham ampliem as possibilidades de parceria sexual entre homens e mulheres mais velhos e entre homens mais jovens do que suas parceiras.<br />
Os dados do último Censo do IBGE, de 2000, mostram que o crescimento no número de divórcios aconteceu principalmente em casais de nível socioeconômico mais elevado. Mostra ainda que a Educação também pesa: entre brasileiros com nível superior completo, o percentual de divorciados na população chega a 5%, enquanto o percentual de pessoas sem instrução que se divorciaram é de apenas 1%. A sra. acha que as pessoas de menor escolaridade e renda divorciam menos ou formalizam (em cartório) menos suas uniões, sem precisarem &ldquo;oficializar&rdquo; suas separações? <br />
O Registro Civil exclui todas as uniões e separações não formalizadas legalmente. Separações de fato podem ocorrer em situações em que há um casamento formal e nos casos de uniões chamadas de consensuais. No caso dos censos, as informações referem-se ao estado civil da população recenseada. Refere-se, portanto, a uma declaração fornecida pelo entrevistado. Embora os dados destas 2 fontes não sejam comparáveis, é de se supor que aquelas pessoas que legalizaram sua separação via divórcio assim o declarem no censo. A mesma segurança não temos com relação à declaração de casado. Pessoas unidas consensualmente pela primeira vez - portanto solteiras - podem declarar-se casadas por assim o considerarem. Mas isto é detalhe no contexto de sua preocupação.<br />
Minha opinião é que as pessoas formalizam uniões e separações quando há interesses de que isso seja feito. Esses interesses têm a ver com pensão de alimentos, partilha de propriedade e/ou guarda de filhos, além do interesse em casar-se novamente, o que pode também levar à formalização, pelo divórcio, de uma separação já ocorrida. Pode-se, portanto, supor que pessoas de camadas menos favorecidas tenham, deste ponto de vista, menos razões para formalizar uma separação pela via do divórcio. Minha experiência com serviços de assistência pública à população de baixa renda em São Paulo é de que os acordos de separação tendem a ser informais, até que algum desentendimento no cumprimento dos acordos estabelecidos informalmente leve as pessoas a procurar formalizá-los legalmente. A formalização legal é, nesse sentido, uma medida de proteção de direitos e assim é vista pela clientela desses serviços. Portanto, não me surpreende que a proporção de divorciados entre pessoas com maior nível de escolaridade seja maior do que aquela entre os de escolaridade baixa ou entre pessoas sem instrução.</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/30/a-lei-do-divorcio-faz-30-anos-no-brasil-como-isso-reflete-na-sexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79039">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/30/a-lei-do-divorcio-faz-30-anos-no-brasil-como-isso-reflete-na-sexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/30/a-lei-do-divorcio-faz-30-anos-no-brasil-como-isso-reflete-na-sexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 30 May 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/30/a-lei-do-divorcio-faz-30-anos-no-brasil-como-isso-reflete-na-sexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Educação Sexual nas Empresas - Conclusão]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/10/educacao-sexual-nas-empresas--conclusao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 10/5/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>CONCLUSÃO<br />
</strong><br />
Há várias formas de se educar sexualmente as pessoas dentro de uma empresa.<br />
<br />
A metodologia de trabalho, o conteúdo e o material a ser utilizado, vão depender de cada profissional.<br />
<br />
Este ainda é um campo fértil a espera de ser explorado que merece atenção especial dos profissionais da saúde, principalmente daqueles que atuam na área da sexualidade.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/10/educacao-sexual-nas-empresas--conclusao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=76600">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/10/educacao-sexual-nas-empresas--conclusao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/10/educacao-sexual-nas-empresas--conclusao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 10 May 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/10/educacao-sexual-nas-empresas--conclusao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Educação Sexual nas Empresas - Parte 3]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/09/educacao-sexual-nas-empresas--parte-3]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/5/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>EDUCAÇÃO SEXUAL EXTENSIVA AOS FAMILIARES<br />
</strong><br />
Esta é outra categoria que vem crescendo: estender o trabalho motivacional à família do colaborador.<br />
<br />
Como proporcionar ao trabalhador melhores condições, já que ele passa tanto tempo fora de sua casa?<br />
<br />
O que tem proporcionado o aumento do vínculo do colaborador à sua empresa tem sido a possibilidade de trazer os filhos, esposas, maridos para conhecerem o local e os colegas de trabalho. Do mesmo modo, oferecer atividades como educação sexual aos filhos e parceiros(as) também tem contribuído para o sucesso e a integração familiar, a união do casal - o dar e receber amor -, e, como conseqüência, a obtenção de maior tranqüilidade para o trabalho.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/09/educacao-sexual-nas-empresas--parte-3">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=76599">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/09/educacao-sexual-nas-empresas--parte-3#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/09/educacao-sexual-nas-empresas--parte-3]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 09 May 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/09/educacao-sexual-nas-empresas--parte-3]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Educação Sexual nas Empresas - Parte 2]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/08/educacao-sexual-nas-empresas--parte-2]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 8/5/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>ASSÉDIO SEXUAL<br />
</strong><br />
Muitas empresas vêm passando por sérios problemas por causa do assédio sexual e, na maior parte das vezes, não sabem como lidar com esta questão.<br />
<br />
É natural que flertes, namoros ou até mesmo casos mais complicados, como o assédio, possam acontecer devidos a fatores como a proximidade e a quantidade de tempo passado no trabalho.<br />
<br />
Neste aspecto, a educação sexual também se faz necessária, mostrando aos colaboradores em geral, que esse tipo de problema ocorre, e muito, nas empresas. Esclarecimentos sobre o perfil do assediador, principais razões que levam uma pessoa assediar outra, podem contribuir para a mudança de comportamento dentro do ambiente de trabalho. Mostrar novas perspectivas para quem assedia ou é assediado, como por exemplo, apresentar &ldquo;dicas&rdquo; de como se sair de uma situação como essa ou até mesmo, a denúncia, também contribuem para a melhora desse tipo de problema, pois quando há o envolvimento dos colaboradores de uma empresa como um todo, certamente muitas das dificuldades geradas por conta dos relacionamentos interpessoais são amenizados.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/08/educacao-sexual-nas-empresas--parte-2">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=76598">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/08/educacao-sexual-nas-empresas--parte-2#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/08/educacao-sexual-nas-empresas--parte-2]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 08 May 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/08/educacao-sexual-nas-empresas--parte-2]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Educação Sexual nas Empresas - Parte 1]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/07/educacao-sexual-nas-empresas--parte-1]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 7/5/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Há quem possa perguntar: O que tem a ver falar sobre sexualidade dentro da empresa? Dentro de uma empresa não se deve apenas falar de assuntos que se referem à atividade profissional?<br />
<br />
Quem pensa assim, nos dias de hoje, está altamente equivocado.<br />
<br />
A educação sexual nas empresas pode seguir por vários caminhos e apresentar interesses diversos. Vamos descrever alguns.<br />
<br /></p>		<p><strong>SEXUALIDADE E QUALIDADE DE VIDA<br />
</strong><br />
Muitas empresas, preocupadas em melhorar sua produtividade, passaram a dar mais atenção aos seus colaboradores, a começar pelo nome. Não são mais considerados funcionários, mas sim aquele(a) que colabora.<br />
<br />
Considerando-se que é no ambiente de trabalho que as pessoas passam o maior número de horas durante o dia, surgiu a necessidade de se pensar em algo que pudesse atrair o colaborador e o tornasse mais motivado.<br />
<br />
Assim, atividades que pudessem trazer acréscimo à vida desse colaborador começaram a ser desenvolvidas, como por exemplo, campanhas vinculadas à Qualidade de Vida, as quais deram muito certo. Deste modo, tudo aquilo que pudesse trazer bem estar e que proporcionasse tranqüilidade, passou a ser o ponto chave na maioria das empresas.<br />
<br />
Não podemos nos esquecer que a sexualidade é um dos aspectos que está intimamente ligada à qualidade de vida e, por isso, não pode ficar de fora.<br />
<br />
Quando um homem ou uma mulher apresenta alguma disfunção sexual, sua vida fica completamente alterada, assim como de sua parceira ou parceiro. Esta condição interfere no humor, no relacionamento com os colegas de trabalho, principalmente quando surgem assuntos ligados ao sexo, a auto-estima cai, pode haver depressão e, sem dúvida, a produtividade no trabalho também fica comprometida, pois muitas vezes o assunto não &ldquo;sai da cabeça&rdquo; e persegue o colaborador onde quer que ele vá ou seja o que faça.<br />
<br />
Implantar programas de esclarecimento sobre a importância do sexo na vida das pessoas é dever do profissional de saúde. São muitos os temas que podem servir como &ldquo;porta de entrada&rdquo; para o assunto, que ainda é um tabu para muitas pessoas. Palestras sobre Diabetes mellitus, colesterol, hipertensão, vida a dois, comportamento feminino e masculino, dentre outros, podem introduzir o aspecto sexual, tão guardado, e que provoca tanto sofrimento, que as pessoas não sabem nem por onde começar.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/07/educacao-sexual-nas-empresas--parte-1">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=76597">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/07/educacao-sexual-nas-empresas--parte-1#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/07/educacao-sexual-nas-empresas--parte-1]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 07 May 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/07/educacao-sexual-nas-empresas--parte-1]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexo Oral: comunicação e aceitação mútua]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/01/sexo-oral-comunicacao-e-aceitacao-mutua]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 1/5/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Nas relações sexuais em geral, e com uma particular influência em práticas como o sexo oral, a comunicação entre os amantes é fundamental. Falar e compartilhar desejos, para levá-los a termo, e temores, para poder afugentá-los, contribui para uma boa melhora da relação. Isso supõe aceitar o amante integralmente, com suas condições físicas e de personalidade, sem que suas características particulares suponham uma barreira para alcançar o prazer mútuo.<br />
<br />
<img height="300" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/boca-177.jpg" /><br />
<br />
Às vezes, a comunicação torna-se escassa na cama. Tabus, pudores e preconceitos ajudam uma mulher ou um homem a ter dificuldades para explicar a seu/sua companheiro/a sexual o que lhe agradaria nesse momento, o que quer fazer ou deseja que lhe façam para alcançar o prazer. <br /></p>		<p>Muitas vezes as palavras são substituídas por gestos ou códigos que pretendem insinuar seus gostos ou necessidades, como uma maneira de conseguir o objetivo de gozar, mas sem que seja manifesto nem aberto o pedido. A linguagem dos gestos é uma opção, sempre que for compartilhada por ambos e não provocar mal-entendidos. <br />
<br />
No caso do sexo oral, as combinações são várias e nem todas do gosto da maioria. Há homens que ficam encantados em receber uma felação (quando a/o parceira/o faz o sexo oral no pênis&ndash; &ldquo;chupa, lambe&rdquo;), mas sentem-se pouco à vontade em praticar o cunnilingus (quando o/a parceiro/a faz o sexo oral na vagina, vulva &ndash; &ldquo;chupa, lambe, etc&rdquo;) com sua parceira sexual. Há mulheres que têm preconceitos para dar e sentem pudor em receber. Homens que preferem a estimulação simultânea e se colocam na posição 69 sem avisar a amante. Mulheres que se engasgam com o pênis e sentem ânsia de vômito quando o homem investe com o membro duro contra sua laringe... <br />
<br />
É sempre recomendável falar, comunicar com gestos, com olhares ou com códigos próprios criados pelos amantes. Não se pode pretender que o/a companheiro/a sexual seja capaz de ler o pensamento... e também torná-lo responsável por não lê-lo.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/01/sexo-oral-comunicacao-e-aceitacao-mutua">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75796">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/01/sexo-oral-comunicacao-e-aceitacao-mutua#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/01/sexo-oral-comunicacao-e-aceitacao-mutua]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 01 May 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/01/sexo-oral-comunicacao-e-aceitacao-mutua]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conflitos e Constrangimentos Diante do Sexo Oral]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/30/conflitos-e-constrangimentos-diante-do-sexo-oral]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 30/4/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="401" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/oral.jpg" /><br />
<br />
Em geral devido a preconceitos culturais, antes de tudo higiênicos, o sexo oral encontra entraves para sua prática sem inibições. Desperta resistências de pessoas que nunca o experimentaram ou o fizeram apenas para dar prazer a seus amantes, porque lhes provocam certa repugnância os odores ou sabores dos genitais e suas secreções.</p>		<p>Entretanto, a paixão costuma se impor a esses preconceitos. Em um de seus três ensaios sobre teoria sexual (1905), Sigmund Freud explica isso claramente: &ldquo;(...) Aquele que abomina outras práticas [refere-se ao sexo oral], usadas talvez desde os tempos mais primitivos da humanidade, considerando-as perversões, obedece a uma sensação bem definida de repugnância que o protege da aceitação de tal objetivo sexual. Os limites desta repugnância são, no entanto, puramente convencionais: indivíduos que beijam com paixão os lábios de uma bela moça não poderão empregar sem repugnância sua escova de dentes, mesmo não tendo razão nenhuma para supor que sua própria cavidade bucal, que não lhes produz asco, esteja mais limpa do que a da moça. A repugnância nos aparece aqui como um fator suscetível de fechar o caminho para a superestimação sexual, mas também de ser vencido pela libido(...)&rdquo;.<br />
<br />
Estas conclusões freudianas, válidas também na atualidade, nascem da repressão imposta desde tempos remotos à observação e às carícias dos genitais, vistos como zonas proibidas e como as partes menos higiênicas do corpo, já que correspondem ao aparelho excretor.<br />
<br />
Os conflitos dele:<br />
Para o homem, o sexo oral tem algo de dominação e submissão da mulher. A cultura da falocracia ainda não eliminou o pênis como símbolo da sexualidade, de modo que essa cultura alimentada durante séculos provoca excessos de autoritarismo. A prática do cunnilingus aparece às vezes como uma decisão pessoal na qual a amante não intervém. Os conflitos surgem por sua incapacidade para entender a sensibilidade de sua parceira sexual. Muitos homens introduzem a língua na entrada da vagina e esquecem do clitóris. Sua obsessão genital é tanta que nem a freqüência do movimento da língua nem a pressão dos lábios nem o ritmo da lambida são os adequados para estimular sua parceira sexual e proporcionar-lhe prazer. A negligência ou certa dificuldade para entender o cunnilingus como um gesto de submissão faz com que alguns homens se excedam em algumas lambidas durante alguns minutos, como que por obrigação.<br />
<br />
Outros sentem repúdio diante do sexo oral; seja pelo odor ou pelas secreções dos genitais femininos, eles resistem a praticá-lo.<br />
<br />
Os conflitos dela:<br />
São muitas as mulheres que têm dúvidas quanto ao sexo oral. Elas se debatem em um mundo de sensações. Algumas sentem vergonha. Têm medo de que seu companheiro sexual ache feia a sua vulva. Ou são detidas pelo complexo, porque seu clitóris é muito grande ou pequeno demais. Outras mulheres sentem-se angustiadas diante da reação de seus amantes porque acreditam que o pêlo do púbis é muito abundante ou, ao contrário, é escasso. Em síntese, o que as perturba é o medo do repúdio do seu amante porque lhes desagradam seus genitais. Essa inquietação também se estende ao fato de ele não gostar do odor.<br />
<br />
Com respeito à felação (fazer sexo oral no pênis), são muitas as mulheres que a realizam por obrigação. Às vezes, deparam-se com um conflito ético: apesar de gostarem, não podem aceitá-la porque é uma prática que consideram completamente inadequada (para muitas &ldquo;coisa de puta&rdquo;). Outras mulheres têm conflitos concretos: sentem náuseas quando metem em sua boca o pênis ereto; outras acham que o odor ou sabor do pênis não irá agradá-las. Todas essas razões cortam-lhes o desejo e as afastam da paixão e da entrega do momento.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/30/conflitos-e-constrangimentos-diante-do-sexo-oral">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75795">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/30/conflitos-e-constrangimentos-diante-do-sexo-oral#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/30/conflitos-e-constrangimentos-diante-do-sexo-oral]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 30 Apr 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/30/conflitos-e-constrangimentos-diante-do-sexo-oral]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Anorgásmica : difícil vínculo com o mundo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/29/anorgasmica--dificil-vinculo-com-o-mundo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 29/4/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Entende-se por anorgasmia a dificuldade para a obtenção do orgasmo e é uma disfunção unicamente de ordem emocional. As causas mais prováveis para a anorgasmia são: educação rígida, experiência sexual negativa, insegurança, tabus, não ter intimidade com o parceiro e com o seu próprio corpo, baixa auto-estima, etc. A anorgasmia é classificada como:<br />
- Primária: quando ocorre desde o início da vida sexual.<br />
- Secundária: quando ocorre em algum momento, sem motivo aparente.<br />
- Situacional: quando ocorre a partir de uma situação definida.<br /></p>		<p>Geralmente, a mulher com essa disfunção apresenta-se ansiosa, autoritária, manipuladora, tensa, tem dificuldade para se vincular.<br />
<br />
Na mulher anorgásmica primária as características acima estão mais arraigadas porque ela nunca teve o prazer de ter orgasmo, sentindo-se pela metade, como se faltasse alguma coisa, como se a relação nunca estivesse completa, não havendo prazer. Portanto, não consegue ver futuro nos relacionamentos, nos estudos e no trabalho, daí a dificuldade para se vincular com o mundo. Dentro desse quadro, a demora para procurar ajuda é bastante característica, e quando a paciente chega ao consultório está cansada, desacreditada dela mesma, desprovida de planos. <br />
<br />
O tratamento é feito através da psicoterapia sexual com o objetivo de diminuir a ansiedade, aumentar a auto-estima proporcionando segurança e confiança e com isso condições para se conhecer e conhecer o seu corpo através do toque, da masturbação, e aprender a ter intimidade com o parceiro. <br />
<br />
Texto e colaboração: Psicóloga e Sexóloga Angela Freitas</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/29/anorgasmica--dificil-vinculo-com-o-mundo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75776">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/29/anorgasmica--dificil-vinculo-com-o-mundo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/29/anorgasmica--dificil-vinculo-com-o-mundo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 29 Apr 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/29/anorgasmica--dificil-vinculo-com-o-mundo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexo para Solteiros]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/27/sexo-para-solteiros]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 27/4/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A solteirice não costuma ser um estado civil muito festejado, principalmente no caso das mulheres. Se você pede às pessoas que imaginem uma mulher solteira, a visão que em geral elas descrevem é de uma espécie de Bridget Jones, aquela moça cheinha e solitária que ataca potes de sorvete de madrugada e tem como melhores amigos o cigarro e o vinho. Os homens se saem ligeiramente melhor neste quesito. Pelo menos há um quê de fascínio no ar quase desencadeante do sujeito que usa o cabelo cheio de gel repartido ao meio e tem pêlos brotando sedutoramente das narinas e orelhas. Sim, &ldquo;solteiro&rdquo; é um conceito que evoca uma imagem geral de infelicidade estéril pontuada por ataques diários de choro desesperado, jantares só para um diante da TV e telefones vigiados atentamente sem que jamais toquem.</p>		<p>Só há um problema básico com relação a essa imagem: eu não conheço sequer uma pessoa solteira que se encaixe nela. Muitas pessoas solteiras são pessoas maravilhosas, sociáveis e divertidas que passam as noites de sábado se dedicando à arte do flerte e curtindo os melhores bares, restaurantes, boates e festas. Essas pessoas se queixam da vida de vez em quando, é verdade, mas em 90% do tempo se mostram plenamente felizes &ndash; e têm bons motivos para isso...<br />
<br />
Afinal, sejamos francos: enquanto o sexo num relacionamento estável corre sérios riscos de cair na rotina, a vida sexual de um solteiro que esteja numa maré de sorte pode ser fantástica! Se você está &ldquo;na caça&rdquo;, tem a chance de aliar as maravilhas do sexo esporádico (ter o parceiro ou a parceira sempre à disposição pode funcionar como um balde de água fria para o desejo sexual) com a excitação da novidade (um afrodisíaco e tanto para todo mundo), e o resultado disso será uma libido perigosamente alta. Aproveite! Relações sem compromisso são garantia de esforço zero e diversão máxima, porque elas não duram tempo suficiente para os problemas aparecerem. E você nem precisa se esforçar para agradar na cama &ndash; deixe que o fator novidade se encarregue de manter a voltagem sempre alta entre os lençóis.<br />
<br />
Um solteiro que esteja na ativa também tem a oportunidade de experimentar estilos sexuais variados: cada parceiro faz amor de uma maneira diferente, e se entregando a novas experiências você vai acabar descobrindo a essência da sua personalidade sexual verdadeira. É claro que o sexo com a pessoa amada é sempre especial e, em última instância, mais gratificante, mas saiba que um encontro sexual sem compromisso com um parceiro ou parceira que deixe você sem fôlego de prazer também não fica muito atrás. Longe de passar o tempo lamentando a própria solidão, muitos solteiros hoje em dia estão aproveitando para desfrutar um dos períodos mais excitantes das suas vidas.<br />
<br />
Para quem está sem companhia no momento, encarnar o solteiro digno de pena ou de cobiça é uma simples questão de decisão pessoal. Mas não deixe que ninguém convença você do contrário: o que mais conta não é ter a aparência certa, e sim a atitude certa. E a atitude certa, nesse caso, é querer aproveitar ao máximo enquanto pode.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/27/sexo-para-solteiros">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75307">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/27/sexo-para-solteiros#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/27/sexo-para-solteiros]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 27 Apr 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/27/sexo-para-solteiros]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Amor a primeira vista!]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/23/amor-a-primeira-vista]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 23/4/2009 8:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="300" width="223" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/amor.jpg" /><br />
<br />
Pode acontecer ao primeiro olhar entre pessoas que descobrem reciprocamente uma qualidade física ou moral insuspeita.<br />
<br />
Parece que as impressões de infância ou de adolescência desempenham um papel para orientar o amor à primeira vista. Um parente, ou uma babá amada, servirão de protótipo amoroso, ou até os tipos de homens ou de mulheres encontrados com freqüência na infância.<br /></p>		<p>Conhece-se a história de Descartes que, após um amor de infância por uma garota vesga, experimentava quando adulto uma viva emoção diante de uma mulher estrábica. <br />
<br />
O típico amor à primeira vista vem acompanhado por vivas reações emotivas: acelerações cardiopulmonares, sudação, congestão cutânea, descoordenação motora, tremor. Essas manifestações podem aparecer instantaneamente como um raio. Esse choque emotivo é excepcional e um bom assunto para se explorar poeticamente.<br />
<br />
Hoje, sob uma forma mais amena, o amor à primeira vista ainda cria muitos apaixonados, porém raramente resulta em casamento. A média dos casais, para se unir definitivamente, exige outras razões além de uma atração súbita.<br />
<br />
Às vezes ele pode existir quando a pessoa que é seu objeto nunca foi vista: há amores súbitos que se dão por telefone, rádio, por anônimos. A voz foi o anzol que prendeu a vítima do amor súbito.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/23/amor-a-primeira-vista">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75127">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/23/amor-a-primeira-vista#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/23/amor-a-primeira-vista]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 23 Apr 2009 08:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/23/amor-a-primeira-vista]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Dúvidas sobre Sexo - Entrevista Folha de Londrina]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/21/duvidas-sobre-sexo--entrevista-folha-de-londrina]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 21/4/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>Brasileiro e a masturbação. A vergonha ainda impera? </strong><br />
<br />
A masturbação é uma prática que as pessoas ainda têm um pouco de vergonha em assumir que fazem. Mas, apesar disso, o número de mulheres que descobriram a masturbação aumentou bastante nos últimos 10 anos. Elas se permitem ao menos experimentar tal prática, pois é através dela que se pode conhecer melhor o corpo e as sensações. <br /></p>		<p><strong>Por que ainda há muitos tabus em relação ao tema? </strong><br />
<br />
Porque para muitos a masturbação não é vista com bons olhos e, sim, como algo que foge do normal, do convencional. Além disso, praticar a masturbação, estando num relacionamento, pode parecer traição ou insatisfação por parte de um dos parceiros com a relação amorosa estabelecida. <br />
<br />
<strong>A propósito, o boom da internet facilita as relações fast food? </strong><br />
<br />
Sem dúvidas, mas ressalte-se aqui: a internet não é a única responsável por essa categoria de relacionamento. Ela foi uma facilitadora. Muitos são os fatores que contribuem para isso. A ascensão profissional feminina, o surgimento de medicamentos para a ereção, o tipo de vida que passamos a levar, regido pela correria, inseguranças financeiras, stress, dentre outros, colaboram. <br />
<br />
<strong>Mas a internet facilitou a queda dos rendimentos das produtoras pornográficas... </strong><br />
<br />
Não há dúvidas: as pessoas buscam cada vez mais na internet a exposição pornográfica e têm, ao alcance do mouse, aquilo que só encontrariam, tempos atrás, em locadoras e lojas especializadas. <br />
<br />
<strong>Fazer sexo virtualmente pode ser considerado traição? </strong><br />
<br />
Isso é bem difícil de responder, pois varia de pessoa para pessoa. Depende do ponto de vista de cada um e se esse tipo de prática ajudou ou não o casal. <br />
<br />
<strong>Transar menos é sinal de crise no relacionamento? É necessário manter a ''média'' de duas a três vezes semanais?</strong> <br />
<br />
Quantidade nunca foi sinônimo de bom relacionamento. A média de duas a três vezes por semana, descrita em muitos livros, hoje em dia está difícil de se manter. Com a vida que a maioria das pessoas leva, quantidade, às vezes, atrapalha. O que vale realmente é a qualidade e sair satisfeito da transa. Satisfação é a palavra de ordem nas relações sexuais. <br />
<br />
<strong>As relações sexuais têm que ter hora marcada ou fugir à regra? <br />
</strong><br />
Hora marcada, nem pensar! Além de tirar a espontaneidade, subtrai qualquer expressão sexual natural que possa existir. O casal deve estar em sintonia afetiva e emocional e só ter relações sexuais quando ambos estão a fim. Para isso, não importa o dia e nem a hora. <br />
<br />
<strong>E quando há a falta de desejo? É o caso de procurar ajuda médica? </strong><br />
<br />
Em alguns casos, sim. Em outros, a ajuda psicológica se faz necessária. Por isso, quando a falta de desejo passar a ser frequente é importante buscar um médico para descartar qualquer causa orgânica e um psicólogo especializado em sexualidade humana para avaliação emocional.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/21/duvidas-sobre-sexo--entrevista-folha-de-londrina">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74736">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/21/duvidas-sobre-sexo--entrevista-folha-de-londrina#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/21/duvidas-sobre-sexo--entrevista-folha-de-londrina]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 21 Apr 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/21/duvidas-sobre-sexo--entrevista-folha-de-londrina]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Manual do Primeiro encontro]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/18/manual-do-primeiro-encontro]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 18/4/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>Muita calma nessa hora</strong><br />
<br />
<img height="300" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/encontro.jpg" /><br />
<br />
No primeiro encontro, os amassos no carro fazem você perder a razão e imaginar detalhes da primeira transa. Sem falar que o volume do gato lá embaixo poderia vir com a mensagem &quot;Feito para dar prazer&quot;. Como se não bastasse, no segundo encontro decidiram assumir o namoro. Parece que o Universo está conspirando para vocês se entregarem de corpo e alma. Calma lá. Assim como não é de bom-tom atacar a mesa de doces de um casamento antes do jantar, a etiqueta sexual sugere deixar o sexo para depois de se conhecerem melhor.<br />
<br /></p>		<p>E, se não vai para a cama com ele, aquela viagem a dois também deve ser adiada.Nos primeiros encontros, vale a pena investir em beijos e amassos, porque revelam a sintonia com seu homem. &quot;Você testa a química e checa se o seu coração bate forte antes de se entregar totalmente&quot;, explica Carla Cecarello, sexóloga e coordenadora do projeto paulistano Ambsex. Além disso, curtir esse desejo aumenta a conexão entre vocês. O limite de ousadia das carícias? Não há um padrão. A espontaneidade será o seu guia. Então, se sentir vontade de massagear o menino dele, vá em frente. Sexo oral? Há mulheres que precisam de mais intimidade para isso do que para a penetração, e o moço deve respeitar.<br />
<br />
Paralelamente a esse festival de estímulos, pega bem mostrar que faz questão de se proteger. &quot;Falar de DSTs mostra maturidade e auto-estima. Esse assunto não é nenhum bicho-de-sete-cabeças e o ideal é abordá-lo com tranqüilidade&quot;, fala a sexóloga. Como entrar no tema sem parecer indelicada? Da forma mais despretensiosa possível. Quando estiverem num barzinho, lance: &quot;Posso bancar a curiosa? Você concorda com os caras que dizem que transar com camisinha é igual a chupar bala com papel?&quot; A resposta dele pode ser a deixa para comentar a importância do preservativo. Vale brincar: &quot;E tem com tantos sabores...&quot; Uma vez que tocou no assunto, passou o seu recado.<br />
<br />
A primeira transa (de muitas)<br />
Depois de alguns encontros, você se certifica: ele é o cara. Mas, mesmo querendo sentir todo o potencial do bonitão, convém pensar como as decoradoras minimalistas &quot;menos é mais&quot;. Segundo experts em etiqueta, tudo bem investir numa lingerie sexy. Em compensação, não é o momento para algemas, vibrador e fantasia de enfermeira por um motivo simples: ainda não sabe quais brincadeiras ambos curtem.<br />
<br />
Veja a experiência da nutricionista Fernanda, de 26 anos: ela adora sexo com pegada - e até algumas palmadas. Descobriu esse lado selvagem com um ex de longa data. Depois de um bom tempo sozinha, começou a sair com um colega do escritório e não resistiu. No meio da primeira transa, implorou ao cara que batesse nela. Ele perdeu o tesão na hora. Talvez, se tivesse deixado a pimenta para quando tivessem mais cumplicidade, o final da história fosse diferente. Intimidade conquista-se aos poucos. Sem dar esse tempo, certas ousadias causam estranheza, deixando o sexo impessoal. &quot;Fazer sexo anal, por exemplo, requer entrosamento&quot;, avisa Carla. Em contrapartida, quanto mais você e ele se conhecem, mais à vontade e preparados ficam para quebrar tabus.<br />
<br />
Na medida do bom senso<br />
Outra regra do manual de etiqueta sexual é não pressionar seu homem a fazer algo antes que esteja preparado. Em vez de trazê-lo para perto, vai afastá-lo. Aconteceu com a dentista Marcela, de 21 anos: &quot;Saía com o Sérgio havia um mês quando o convidei para um jantar cheio de segundas intenções. Ele deu uma desculpa e, logo depois, terminou tudo&quot;.Claro, relacionamentos não são construídos em fôrma de bolo. E você não tem de usar as regras como uma receita infalível.<br />
<br />
Esse manual dá diretrizes, mas permite exceções. A produtora de moda Fabíola, de 28 anos, que o diga. Sentiu intimidade suficiente para transar com Pedro depois de 15 dias juntos. Passados quatro anos, casaram-se. Por isso, ouça sua intuição e use o bom senso. &quot;Antes de querer entrar em uma nova fase, analise se está sendo correspondida e se há afinidade entre vocês&quot;, sugere Carla. Pode ter certeza, se controlar a ansiedade, mais na frente vão olhar para trás e ver claramente como o relacionamento evoluiu respeitando o ritmo dos dois.<br />
<br />
A linha do tempo para casais recém-formados<br />
Segundo a opinião de 3 926 homens e 836 mulheres que acessaram os sites de Nova, Men's Health e Playboy, montamos nosso manual de começo de relacionamento.<br />
<br />
1&ordm; Encontro<br />
- Beijar no rosto e até dar um selinho<br />
- Mostrar sua tatuagem<br />
<br />
2&ordm; Encontro<br />
<br />
- Beijar na boca<br />
- Acariciar zonas erógenas<br />
- Masturbar o outro <br />
<br />
3&ordm; Encontro<br />
- Conversar sobre DSTs como se fosse um assunto qualquer<br />
<br />
4&ordm; Encontro<br />
- Comprar camisinha<br />
- Transar<br />
- Fazer sexo oral<br />
- Tomarem banho juntos<br />
<br />
1 Mês<br />
- Dizer palavras picantes na cama<br />
- Rapidinha no banheiro da balada<br />
<br />
2 Meses<br />
- Dar/receber tapinhas de leve durante o sexo<br />
- Fazer uma viagem a dois<br />
<br />
3 Meses<br />
- Assistirem juntos a um filme proibido para menores<br />
<br />
4 Meses<br />
- Chamar o menino dele por apelidos carinhosos<br />
<br />
5 Meses<br />
- Levar brinquedos de sex shop para a cama<br />
<br />
6 Meses<br />
- Conversar sobre sexo anal<br />
- Dizer &quot;Eu amo você&quot;<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/18/manual-do-primeiro-encontro">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74730">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/18/manual-do-primeiro-encontro#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/18/manual-do-primeiro-encontro]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 18 Apr 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/18/manual-do-primeiro-encontro]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Xuxa diz que dorme de calcinha e tem orgasmos múltiplos - a diferença entre orgasmos]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/17/xuxa-diz-que-dorme-de-calcinha-e-tem-orgasmos-multiplos--a-diferenca-entre-orgasmos]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 17/4/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A voz fina, os cabelos de maria-chiquinha e a aparência de menina realmente ficaram pra trás. Xuxa cresceu e se libertou. E melhor: sexualmente, está muito bem, obrigada. No último dia 28, durante o programa &ldquo;Altas horas&rdquo;, da Rede Globo, a loura disse que dorme de camisetão e sem calcinha, e deixou a entender que faz parte de um grupo seleto e privilegiado, o das mulheres que são capazes de ter orgasmos múltiplos. <br />
Para cerca de 30% das mulheres, isso parece um bicho de sete cabeças. Afinal, segundo estudos realizados pela Associação Brasileira de Sexualidade, esse é o percentual de mulheres que nunca experimentaram um orgasmo sequer em toda a sua vida. <br />
Segundo especialistas, para se alcançar mais de um orgasmo por relação sexual, é preciso se conhecer muito bem, além de estar totalmente à vontade consigo e com o parceiro. <br /></p>		<p><strong>A diferença entre os orgasmos </strong><br />
<br />
O orgasmo da mulher que é capaz de ter vários picos de prazer na mesma relação é diferente do das demais. Segundo a sexóloga do programa &ldquo;Altas horas&rdquo;, Laura Müller, ele é mais curto. <br />
&mdash; São vários pequenos orgasmos ao longo da relação sexual. Chamamos essas mulheres de multiorgásmicas &mdash; explica Laura. <br />
De acordo com a especialista, apenas 10% das mulheres que chegam ao orgasmo são multiorgásmicas. As outras 90% são capazes de sentir prazer, mas uma única vez por relação e de forma mais duradoura: <br />
&mdash; Elas têm um único por vez e ao fim da relação. No entanto, nada impede que essas mulheres tenham outro orgasmo, caso uma nova relação seja iniciada. <br />
No programa &ldquo;Altas horas&rdquo;, a conversa com a sexóloga começou com Xuxa questionando sobre a existência do orgasmo múltiplo. <br />
&ldquo;Eu ouvi uma mulher na TV falando que era mentira que mulheres têm mais de um orgasmo na relação&rdquo;, disse Xuxa para a sexóloga, que respondeu: &ldquo;Há controvérsias&rdquo;. Ela mal havia terminado de falar, quando foi interrompida pela loura: &ldquo;Sei que há controvérsias, eu posso provar...&rdquo;. <br />
Apesar de existir, a presidente da Associação Brasileira de Sexualidade, Carla Cecarello, lembra: <br />
&mdash; Muitas mulheres, cerca de 30%, não conseguem chegar a um. Antes de pensar em ter vários, vale a pena aprender a sentir prazer. <br />
<br />
Fonte: http://extra.globo.com/saude/bemviver/<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/17/xuxa-diz-que-dorme-de-calcinha-e-tem-orgasmos-multiplos--a-diferenca-entre-orgasmos">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74572">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/17/xuxa-diz-que-dorme-de-calcinha-e-tem-orgasmos-multiplos--a-diferenca-entre-orgasmos#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/17/xuxa-diz-que-dorme-de-calcinha-e-tem-orgasmos-multiplos--a-diferenca-entre-orgasmos]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 17 Apr 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/17/xuxa-diz-que-dorme-de-calcinha-e-tem-orgasmos-multiplos--a-diferenca-entre-orgasmos]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Saiba o que elas não gostam na cama... - matéria Portal SuperOnda]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/10/saiba-o-que-elas-nao-gostam-na-cama--materia-portal-superonda]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 10/4/2009 10:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p><img height="460" width="360" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/sexoww.jpg" /><br />
<br />
Para uma mulher sentir-se completamente realizada na cama, o fundamental é cuidar do lado afetivo na relação. Mesmo no sexo, ela gosta de ser mimada e de receber o amor do seu companheiro. <br />
<br />
<br />
Em algumas situações, os homens se esquecem de que para levar uma mulher às alturas é necessário caprichar nas preliminares. Além disso, outro ponto importante é demonstrar os sentimentos mesmo durante a relação sexual. <br />
<br />
<br />
&quot;Uma das grandes falhas é o homem ignorar as preliminares e partir logo para a penetração&quot;, diz a sexóloga e psicóloga Carla Cecarello. A especialista afirma que o homem tem de ter sensibilidade para perceber do que a parceira gosta na hora do sexo. <br /></p>		<p>Já a sexóloga Cláudya Toledo enumera os quatros erros cruciais masculinos na &quot;hora H&quot;: <br />
<br />
<br />
<strong>Dizer palavras grosseiras</strong><br />
<br />
Ao contrário do homem que é estimulado pela visão, a mulher utiliza a audição como uma das formas de excitação. &quot;É na hora da transa que ele deve dizer palavras edificantes, pois é assim que o homem ajuda a construir o relacionamento&quot;, afirma Cláudya. A especialista dá a dica a quem não consegue ser romântico ou declamar poemas ao pé do ouvido dela. &quot;Ele deve apenas repetir o nome dela em diferentes entonações, porque isso desperta o desejo da mulher&quot;, aconselha. <br />
<br />
<br />
<strong>Não tocar a mulher</strong><br />
<br />
Uma das queixas femininas mais freqüentes é a falta de carinho antes do sexo. Muitos dos homens se apressam para alcançar o próprio prazer e se esquecem de que elas têm de ser estimuladas. &quot;A mulher espera ser abraçada, acariciada e tocada. Ela quer o amor sutil e o cultivo do afeto&quot;, esclarece Cláudya. <br />
<br />
<br />
<strong>Tocar a mulher de maneira grosseira</strong><br />
<br />
&quot;Alguns homens pensam que ligam a mulher por um botão, que pode ser o clitóris ou o peito. Mas eles não se dão conta de que a energia sexual feminina vem do espírito&quot;, diz a especialista. <br />
<br />
<br />
Portanto, o prazer feminino só é completo se há harmonia entre corpo e mente, ou seja, o casal tem de estar bem e feliz. Além disso, as carícias devem ser sempre suaves e delicadas. <br />
<br />
<br />
<strong>Exibicionismo<br />
</strong><br />
Outro fator que compromete a satisfação delas na cama é o homem pensar somente no próprio prazer. O agravante nesse caso é ele mostrar-se à parceira como se fosse um objeto pronto para ser desfrutado no sexo. <br />
<br />
<br />
Embora a insatisfação sexual possa comprometer uma relação, a dica é tentar reverter o jogo e o caminho é manter um diálogo aberto e franco. &quot;A conversa contribui para o crescimento de uma relação&quot;, afirma Carla Cecarello. Mas, ela faz um alerta: &quot;isso tem de ser recíproco, para que ele também tenha abertura de dizer o que não vai bem&quot;. <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/10/saiba-o-que-elas-nao-gostam-na-cama--materia-portal-superonda">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73492">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/10/saiba-o-que-elas-nao-gostam-na-cama--materia-portal-superonda#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/10/saiba-o-que-elas-nao-gostam-na-cama--materia-portal-superonda]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 10 Apr 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/10/saiba-o-que-elas-nao-gostam-na-cama--materia-portal-superonda]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Transar menos é sinal de crise? Veja! - Matéria do Portal tudoagora.com.br]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/05/transar-menos-e-sinal-de-crise-veja--materia-do-portal-tudoagoracombr]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 5/4/2009 8:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Você até perdia a conta de quantas vezes ia para cama com o amado. Agora, a situação é bem diferente, às vezes nem consegue lembrar quando foi a última vez. Antes de ficar pensando que ele pode ter outra ou que não te ama mais, saiba que muitos fatores podem interferir na freqüência dos encontros sexuais e que a diminuição do ritmo não está necessariamente relacionada a um conflito.<br />
<br />
Segundo a sexóloga Carla Cecarello, não há uma média considerada adequada para a atividade sexual. &quot;Existem casais que transam uma vez por mês e se sentem ótimos. Para outros, o ideal é todo dia&quot;, explica.<br />
<br /></p>		<p>&quot;Há um consenso na literatura mundial que a média é de 2 a 3 vezes por semana. Mas ninguém deve se comparar a pesquisas. Ficar contando provoca a perda da espontaneidade&quot;, conclui Carla.<br />
<br />
&quot;O importante é o casal se entender&quot;, diz a sexóloga. E é aí que mora outro perigo. Já ouviu o ditado: &quot;quando um não quer dois não brigam?&quot;. Pois é, essa frase, de acordo com a psicóloga Junia Ferreira, pode ser transferida para a vida sexual. Isso ocorre quando o parceiro tem o &quot;ritmo&quot; bem distinto do seu. <br />
<br />
No entanto, em vez de encarar como um problema, veja a situação pelo lado positivo. &quot;Não cobre o parceiro pela falta de interesse. Use essa oportunidade para seduzi-lo&quot;, ensina Junia.<br />
<br />
E, mesmo assim, se a situação não for resolvida, vale a pena contar com a ajuda profissional. &quot;Se isso se tornar um empecilho e o casal tiver vontade de manter a relação, deve procurar um especialista. O problema pode ser resolvido com uma simples terapia&quot;, indica Carla.<br />
<br />
Depois do altar<br />
Há um consenso de que depois dos primeiros anos de namoro, a relação começa a &quot;esfriar&quot;. Mas será que isso indica o fim do amor? &quot;Normalmente o casal não cuida da relação&quot;, afirma a terapeuta de casais Ana Lúcia Horta. E isso, segundo ela, pode ser evitado na base da conversa.<br />
<br />
&quot;As pessoas precisam aprender a se comunicar. Tem que haver acordos explícitos e não implícitos. A mulher e o homem têm que ter a consciência de que o parceiro não possui uma bola de cristal, ou seja, não pode adivinhar o que o outro está pensando&quot;, explica.<br />
<br />
A terapeuta ressalta um fator essencial para que a atividade sexual aconteça. &quot;É preciso ter desejo. E se os parceiros não conversam, se não há fantasias, o sexo acaba sendo mecânico e, portanto, perde-se o interesse&quot;, completa.<br />
<br />
Mesmo que aja entendimento e cumplicidade entre os parceiros, não é possível estar a todo momento na mesma sintonia e, como conseqüência, o sexo acaba ficando em segundo plano.<br />
<br />
&quot;A vida tem ciclos que nem sempre coincidem. Em um certo período, o homem pode estar focado no trabalho e, em outro, é a mulher que tem seu interesse concentrado nos filhos, por exemplo&quot;, explica Junia. <br />
<br />
Problemas externos<br />
Antes de qualquer discussão, precisam ser descartados problemas de saúde, assim como o uso de medicamentos que alteram a libido.<br />
<br />
Outros fatores externos que podem acarretar uma mudança no ritmo sexual estão relacionados ao estresse, cansaço, insônia. Problemas que podem ser resolvidos com a prática de esportes, alimentação e hábitos saudáveis. &quot;Enfim, tudo está ligado a qualidade de vida&quot;, afirma Carla Cecarello.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/05/transar-menos-e-sinal-de-crise-veja--materia-do-portal-tudoagoracombr">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73321">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/05/transar-menos-e-sinal-de-crise-veja--materia-do-portal-tudoagoracombr#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/05/transar-menos-e-sinal-de-crise-veja--materia-do-portal-tudoagoracombr]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 05 Apr 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/05/transar-menos-e-sinal-de-crise-veja--materia-do-portal-tudoagoracombr]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Compulsão Sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/01/compulsao-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 1/4/2009 9:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Compulsão sexual à priori é uma dependência psicológica e neuro química, atualmente está sendo cada vez mais reconhecida como doença obsessiva compulsiva e progressiva, que muito se assemelha aos sintomas da dependência química, incluindo a síndrome de abstinência. É comum estar associada a outras dependências, por exemplo álcool, compras, internet etc., que servem como agentes facilitadores, ou seja são dependências secundárias, pois a primária é a dependência por sexo.<br />
<br />
<img height="347" width="281" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/comp-sex.jpg" alt="" /></p>		<p>Os compulsivos sexuais nada têm a ver com a visão caricata do tarado, não saem por aí atacando sexualmente pessoas, e não necessariamente fazem sexo &quot;n&quot; vezes por dia, alguns deles nem chegam a colocar em prática o ato sexual, o que os caracteriza são os pensamentos persistentes em torno do sexo, como por exemplo, fantasias sexuais, flertes, sedução, erotismo, romance e pornografia. A persistência desses pensamentos é que minam seus interesses e concentração em outras áreas da vida.<br />
<br />
Na compulsão sexual existe uma intensa dor psíquica, comumente relatada como vazio interno ou buraco, então usam o sexo como válvula de escape, como remédio, como anestesia para seus conflitos internos. Os compulsivos sexuais geralmente são indivíduos que foram negligenciados afetivamente na infância, alguns apresentam histórico de abuso sexual, possuem rebaixamento da auto-estima e dificuldades de envolvimento afetivo, de confiar, de entrega, possuem uma personalidade baseada na culpa, medo e vergonha.<br />
<br />
O importante é saber que esse comportamento sexual obsessivo compulsivo tem controle e os tratamentos mais indicados são: psicoterapia comportamental cognitiva, em alguns casos acompanhamento medicamentoso e como mais uma ferramenta positiva são os grupos de auto- ajuda, por exemplo o D.A.S.A. Dependentes de Amor e Sexo Anônimos. <br />
<br />
Texto e colaboração - Psicóloga e Sexóloga Sueli Vicino Abud</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/01/compulsao-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73037">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/01/compulsao-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/01/compulsao-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 01 Apr 2009 09:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/01/compulsao-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Orgasmo: conversar é o caminho]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/31/orgasmo-conversar-e-o-caminho]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 31/3/2009 14:55 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>O orgasmo é definido como a sensação máxima do prazer e, geralmente, é seguido por um relaxamento reconfortante. Se você tem dificuldades em atingi-lo, a primeira atitude a tomar é abrir o jogo com o parceiro. Criar coragem e sentar para conversar sobre o assunto já é metade do tratamento. Explicar a ele o que está acontecendo e pedir colaboração é saber compartilhar e isto só aumenta a cumplicidade do casal. No momento da relação sexual, conduzi-lo aos lugares mais excitantes, escolher posições e fazer o que deseja não é vergonhoso, e sim, elucidativo. Prolongue as carícias o tempo que for necessário e na hora H, se não sentir-se preparada, peça um pouco de paciência, pois se ele atingir o orgasmo antes será mais difícil recomeçar. Vale lembrar que os homens sentem-se mais satisfeitos sexualmente quando conseguem proporcionar prazer à sua parceira.<br />
<img height="357" width="360" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/orgasmo.jpg" /></p>		<p>Além disto, é muito importante praticar sozinha, pois só assim você saberá o que mais lhe agrada. Muitas mulheres não se sentem à vontade com a masturbação, porém esta funciona como um ótimo exercício de auto-conhecimento e ajuda na elaboração de fantasias. Se você tem maiores dificuldades para lidar com o assunto ou não se sente segura, procure seu ginecologista para melhor auxiliá-la. Lembre-se que a falta de orgasmo é muito comum entre as mulheres, por isto não se sinta diferente. Atualmente, existem técnicas simples e eficientes para ajudá-la a ter uma vida sexual plena, basta procurar. <br />
<br />
Texto e colaboração Dra. Carolina Carvalho Ambrogini - Médica Ginecologista</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/31/orgasmo-conversar-e-o-caminho">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73032">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/31/orgasmo-conversar-e-o-caminho#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/31/orgasmo-conversar-e-o-caminho]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 31 Mar 2009 14:55:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/31/orgasmo-conversar-e-o-caminho]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fantasias Sexuais]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/28/fantasias-sexuais]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 28/3/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="320" width="320" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/fantasias.jpg" /><br />
<br />
A fantasia é inerente ao ser humano porque desde pequenos, através dos contos infantis, aprendemos que fantasiar nos dá prazer, divertimento, onde a imaginação não tem limites. Se esta idéia é passada de forma equilibrada e a trazemos para a fase adulta a fantasia pode ser um instrumento benéfico para a satisfação pessoal. <br />
Fantasia sexual é o momento no qual o indivíduo está só e comanda as suas vontades, seus desejos mais íntimos sem a preocupação de ser repreendido. Na fantasia, todos os padrões, todas as regras podem ser quebradas; como somos cheios de criatividade podemos criar da forma que quisermos diversas fantasias. Não existe fantasia sexual que não seja sadia, desde que permaneça como fantasia e não se torne obsessiva. O problema surge quando tentamos compreender nossas fantasias da mesma maneira como explicamos nossas experiências cotidianas ou sem elas somos incapazes de sentir prazer através de outro estímulo sexual. <br />
A fantasia sexual pode ser compartilhada com o parceiro desde que as condições para isso sejam favoráveis: devemos estar seguros para dividir a nossa fantasia com outra pessoa, respeitando-a caso ela não queira participar e o parceiro por sua vez, deve entrar na fantasia do outro sem a impressão de estar sendo trocado, traído. A fantasia neste caso irá proporcionar um clima de descontração, uma brincadeira na qual os dois saem lucrando.<br />
<br />
Angela Regina Freitas da Silva<br />
(Psicóloga e Sexóloga do Projeto Ambsex)<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/28/fantasias-sexuais">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=72615">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/28/fantasias-sexuais#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/28/fantasias-sexuais]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 28 Mar 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/28/fantasias-sexuais]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Com que frequência a maioria dos casais faz sexo?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/18/com-que-frequencia-a-maioria-dos-casais-faz-sexo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 18/3/2009 15:47 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Inicialmente, é importante dizer que a freqüência da atividade sexual tem diminuído nos últimos dez anos. As pesquisas mostram que há uma década, os casais faziam sexo mais que 2 vezes na semana. Hoje, os casais estão muito cansados para o sexo ou não tem tempo para ter relações sexuais e agora fazem sexo uma vez por semana se tiverem sorte. O mesmo estudo nos mostrou que a maioria dos casais faz sexo aos sábados à noite ou domingos de manhã e raramente temos &ldquo;os prazeres da tarde&rdquo;.<br />
<br />
<img height="300" width="300" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/casal.jpg" /></p>		<p>A frequência da atividade sexual depende do estágio do relacionamento. Quando um casal está apaixonando-se, a intimidade está em seu ponto mais alto. Ficam se agarrando em qualquer lugar, sobem um em cima do outro e morrem pelo sexo. Esta é a fase louca e apaixonada e dura aproximadamente seis meses.<br />
<br />
Depois se acalma e o casal segue em direção ao amor compassivo. Não tão excitados, mas geralmente mais significativo, agradável e satisfatório. É assim que vai ser, com momentos da velha paixão &ndash; molhada, selvagem, maravilhosa e que vale a pena esperar.<br />
<br />
Os casais que experimentam diferentes níveis de desejo precisam desenvolver boas habilidades de comunicação de forma que ambos se sintam livres para expressar seus sentimentos sem medo de serem mal interpretados. E o casal precisa estar atento às dicas sexuais um do outro &ndash; uma piscada, uma cutucada, uma carícia ou &ldquo;você quer?&rdquo;, assim como ser capaz de dizer &ldquo;não&rdquo; sem parecer uma rejeição ou uma humilhação.<br />
<br />
Caso um tem vontade de sexo menos freqüentemente que o outro, é bom colocar na cabeça que muitos homens e mulheres querem fazer sexo não porque estão verdadeiramente excitados, mas para satisfazer as necessidades do outro, o que pode incluir:<br />
&bull;reassegurar que ele ou ela ainda podem fazer isso;<br />
&bull;a esperança de manter o(a) parceiro(a) livre de querer relacionamentos fora da relação. Freqüência não assegura fidelidade. Exemplo: &ldquo;uma pessoa me contou que fazia sexo satisfatório com sua parceira regularmente, mas toda manhã em seu caminho para o trabalho tinha um encontro marcado com uma prostituta para fazer sexo oral no carro.&rdquo;<br />
&bull;Solidão, tédio, depressão ou protelação.<br />
Pensar sobre estas questões podem fazer uma grande diferença para a relação.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/18/com-que-frequencia-a-maioria-dos-casais-faz-sexo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=71680">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/18/com-que-frequencia-a-maioria-dos-casais-faz-sexo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/18/com-que-frequencia-a-maioria-dos-casais-faz-sexo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 18 Mar 2009 15:47:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/18/com-que-frequencia-a-maioria-dos-casais-faz-sexo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Erotismo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/15/erotismo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 15/3/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="480" width="361" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/erotismo2.jpg" alt="" /><br />
<br />
A palavra EROTISMO tem sua origem na mitologia grega, em EROS o Deus do Amor. Na mitologia, EROS era representado pelo cupido, ou por um rapaz jovem e bonito, simbolizando as forças primitivas do amor, da paixão, de ligação entre os seres humanos. Representa o poder criativo do universo. Nas flechas do cupido estão o desejo, a fantasia e o impulso erótico. Era filho de Afrodite, a deusa do Amor e era retratado frequentemente com os olhos cobertos para simbolizar a cegueira do amor. <br />
Eros é atração, que desperta dentro de cada indivíduo o desejo de se completar e se fundir com o outro. Seu impulso maior é o anseio pela VIDA, juntamente ao desejo de permanência e de continuidade.<br /></p>		<p>O EROTISMO é essencial a todo ser humano. É uma forma de estimular o impulso sexual. O impulso sexual pode sofrer influência externa, através da educação, da ética e da moral, porém não pode ser completamente controlado pela vontade consciente. Quando demasiadamente reprimido, o impulso sexual ressurge através das disfunções sexuais e desvios de conduta. O EROTISMO pressupõe um conceito de ARTE e uma existência da própria arte erótica como objeto estético, feito para ser visto e admirado. O EROTISMO diz respeito ao belo, à estética sexual, a arte de transformar corpos em obras de arte.<br />
<br />
DIFERENÇAS ENTRE O EROTISMO MASCULINO E FEMININO<br />
O homem apresenta um erotismo que enfatiza o visual, mais genital, valorizando a imagem de determinadas partes do corpo feminino. O homem se excita com a nudez feminina, com fotografias, e imagens eróticas. O material pornográfico masculino consiste em imagens de atos sexuais que sejam considerados excitantes, sem que haja a necessidade de uma história que justifique esses atos.<br />
A mulher apresenta um erotismo mais tátil, pois a pele é a maior zona erótica feminina. Excita-se mais facilmente através do contato de pele, muscular, auditivo e pelos odores. As mulheres também sentem-se atraidas pelo nu masculino, porém tem maiores fantasias com homens completamente vestidos, muitas vezes com uniformes.<br />
Os heróis pornográficos das revistas masculinas, perdem pouco tempo com a conquista e os jogos amorosos, tão ao gosto feminino. As mulheres, na pornografia masculina são imaginadas como altamente sensuais, arrastadas por um impulso irresistível de atirar-se sobre o pênis masculino, que atribuem a elas os mesmos impulsos masculinos. A imaginação erótica masculina pura livra-se de tudo o que lhe possa servir de obstáculo, ele sonha com a satisfação instantânea, sem necessidade de trabalho.<br />
O erotismo feminino, pede o romance, apaixonamento, a descoberta, o homem extraordinário que a tira do lugar comum, belo, forte, seguro, porém distante, fascinante e inatingível e mesmo assim, num golpe de mágica a reconhece na multidão e descobre-se loucamente apaixonado por ela. <br />
Nos contos e romances para mulheres, o erótico não é o relacionamento sexual, mas sim o arrepio causado pela emoção profunda, a inquietação do ciúme, a paixão que vem sem ser chamada e que aperta o coração, que faz sofrer, que faz esperar. O erotismo surge da inusitada paixão do herói pela mocinha. É também ansiedade, é o medo de não ser amada, é necessidade de ser procurada, constante e continuamente.<br />
Esta distinção entre erotismo masculino e feminino é baseada nas diferenças culturais e educacionais vividas por homens e mulheres na nossa cultura. É importante ressaltar que não existe material erótico específico para homens ou mulheres, é a própria pessoa que vai ter de selecionar o tipo de estímulo erótico que mais acione sua libido segundo suas opções sexuais .<br />
Conhecendo um pouco mais sobre o funcionamento do erotismo em nós mesmos e em nossos parceiro(a) podemos explorar infinitamente um universo de sensações que a sexualidade pode nos proporcionar.<br />
<br />
Texto e colaboração - Psicóloga e Sexóloga Maria Claudia de Oliveira Lordello</p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.projetoambsex.com.br" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/15/erotismo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=70979">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/15/erotismo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/15/erotismo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 15 Mar 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/15/erotismo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tempos Modernos: será que a bissexualidade existe?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/14/tempos-modernos-sera-que-a-bissexualidade-existe]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 14/3/2009 8:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="135" width="180" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/bissexual.jpg" /><br />
<br />
A bissexualidade existe mesmo ou é apenas um modismo? Nos deparamos com alguns relatos de homens e mulheres, que desejam em algum período da sua vida o mesmo sexo, como também o sexo oposto, partindo ou não as vias de fato.<br />
Alguns estudiosos dizem que é possivel desejar o mesmo sexo, como também o sexo oposto em diferentes periodo da vida, sem nunca ter tido com os mesmos uma aproximação mais significativa. Outros dizem que o fato de fantasiar com os diferentes sexos, não significa ser homossexual ou bissexual, pois o que definiria esta questão é o individuo sentir prazer físico e afetivo com alguém do mesmo sexo.<br />
Outra possibilidade é a do individuo sentir ser bissexual, mas que na verdade vai gostar mais de transar com um dos sexos e ter uma queda maior para um lado. Como também de velar este desejo por culpa da nossa sociedade que não entende que o sexo existe para as pessoas serem felizes. Sociedade esta influenciada pela tradição judaico-cristã que identifica a sexualidade como reprodução, reprimindo desta maneira e até marginalizando outras formas de relacionamento.<br />
Alfred Kinsey (biologo) e Fritz Klein (Psiquiatra) testaram em décadas diferente uma Escala de Sexualidade sendo que em ambas não existiriam pessoas hetero ou homossexual puros pois, tudo iria depender da fase da vida, do momento psicológico ou mesmo das circunstâncias do meio que a pessoa esta inserida.<br />
<br />
Texto e colaboração - Psicóloga e Sexóloga Regina Célia Tournour Veríssimo</p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.projetoambsex.com.br" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/14/tempos-modernos-sera-que-a-bissexualidade-existe">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=70975">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/14/tempos-modernos-sera-que-a-bissexualidade-existe#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/14/tempos-modernos-sera-que-a-bissexualidade-existe]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 14 Mar 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/14/tempos-modernos-sera-que-a-bissexualidade-existe]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA["Homem Chiclete" - seu parceiro é grudento? Saiba porque isso ocorre.]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/09/homem-chiclete--seu-parceiro-e-grudento-saiba-porque-isso-ocorre]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 9/3/2009 16:03 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Ele é lindo, beija bem, mas é chiclete. Descubra as razões do seu príncipe encantado se transformar em um sapo chato.<br />
<br />
<img height="148" width="254" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/homem_chiclete.jpg" /><br />
<br />
No começo tudo são flores. Aquela vontade de ficar junto, se falar de 5 em 5 minutos. Aliás, no início do relacionamento o casal apaixonado parece que vive em um mundo diferente.<br />
<br />
Depois aquela empolgação toda diminui. Não acaba, mas tira-se o pé do acelerador. Isso não quer dizer que o amor acabou; muito pelo contrário. Apenas se quer levar uma vida normal.<br />
<br />
Aí começam os problemas! Ele não te deixa em paz! E o que fazer?<br />
<br />
Muitos homens acabam seguindo suas parceiras, desconfiando do colega de trabalho, não acreditando que você passou umas boas horas no cabeleireiro.<br />
<br />
Diante de tal situação, o melhor a fazer é ter um bom diálogo. Aquele papo franco, direto e aberto. Apresentar suas insatisfações e mostrar o quanto se sente sufocada. Já pode ser um bom começo. Claro que não é só isso.<br />
<br />
Trabalhar na cabeça dele a desconfiança é também excelente! Mostrar seus amigos e inseri-lo em atividades em comum podem aliviar para você.<br />
<br />
Mas, lembre-se: homens chicletes costumam ser são muito carentes, inseguros e com certo grau de conflito com a figura feminina. Pense bem, antes de entrar nessa! <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/09/homem-chiclete--seu-parceiro-e-grudento-saiba-porque-isso-ocorre">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=70701">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/09/homem-chiclete--seu-parceiro-e-grudento-saiba-porque-isso-ocorre#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/09/homem-chiclete--seu-parceiro-e-grudento-saiba-porque-isso-ocorre]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 09 Mar 2009 16:03:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/09/homem-chiclete--seu-parceiro-e-grudento-saiba-porque-isso-ocorre]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexualidade e Qualidade de Vida]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/11/sexualidade-e-qualidade-de-vida]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 11/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><img height="267" alt="" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Fevereiro/SexQual1.jpg" /><br />
Ter uma vida sexual feliz e saudável é a maior expressão da masculinidade e um ponto importante na vida a dois.<br />
<br />
Você pode não acreditar, mas as dificuldades sexuais, em especial, as dificuldades de ereção (DE), são mais comuns do que se imagina. E, quando a vida sexual não vai bem muitas coisas em nossas vidas alteram também. Você sabia que apresentar dificuldades que impeçam de viver a vida sexual com plenitude pode afetar a auto-estima e a auto-imagem, enfraquecer as bases das relações íntimas e causar declínio na saúde de modo geral?<br />
<br />
Pois então! A pessoa que está passando por estas dificuldades parece que se comporta como aqueles desenhos que vemos na televisão: com uma &quot;nuvenzinha preta&quot; sobre a cabeça, onde quer que se vá. A vida parece perder um pouco do brilho, a vontade para estar com amigos diminui, assim como a vontade de se cuidar, de se arrumar. A produtividade no trabalho cai e o sentimento de menos valia perante os outros, passa a ser freqüente. Isso sem contar a dificuldade em falar com a parceira a respeito do assunto. Procurar um médico nem pensar! Melhorar a vida sexual consiste no que hoje consideramos o ideal para a qualidade de vida. Ela estando em dia, todo o restante estará, pois através do sexo também podemos buscar nossa felicidade. O sexo deve ser visto como fonte de prazer e não de problemas. Diversos estudos já mostraram que uma vida sexual boa pode reduzir a depressão, melhorar a vida conjugal e a parceria, o bem-estar, os contatos sociais, lazer, trabalho, o auto-controle e a saúde mental, estimula o dar e receber amor, sustenta a auto-estima. Então, pense nisso!<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://projetoambsex.terra.com.br/artigos.asp?id=17" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/11/sexualidade-e-qualidade-de-vida">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=67932">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/11/sexualidade-e-qualidade-de-vida#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/11/sexualidade-e-qualidade-de-vida]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 11 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/11/sexualidade-e-qualidade-de-vida]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mudanças após os 40]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/10/mudancas-apos-os-40]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 10/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A imaginação popular costuma comparar os sentimentos de atração sexual e seu brusco declínio com a química. A imagem é a de um fogo que, depois de alcançar sua máxima incandescência, vai se enfraquecendo até apagar-se, deixando, quando muito, brasas fumegantes, como lembrança do que aconteceu. E continua dizendo a sabedoria popular: quanto mais intensa e forte a reação, mais rapidamente ela se acaba.<br />
<br />
Os problemas do casamento, a rotinização de sua vida e suas conseqüências específicas da vida sexual, fazem com que homens e mulheres sofram alterações. Entre 40-45 anos, o homem passa por uma crise, chamada &quot;crise da meia-idade&quot;.<br />
<img height="145" alt="" width="200" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Fevereiro/artigos_Apos40.jpg" /></p>		<p>Nessa idade é provável que o homem comece a temer a velhice e a morte, vista agora como um fato (antes era uma suposição, uma fantasia pouco freqüente).<br />
<br />
Na realidade, a crise da meia-idade é uma modificação na vida de um homem; ele passa a se comportar como se estivesse percebido que perdeu algo, e o manifesta com tristeza, abatimento, ou ira e mau humor. Mas, perdeu o que?<br />
<br />
Alguns consideram: os anos da juventude, os sonhos e objetivos juvenis, as energias postas a serviço de conquistar o mundo, a melhor mulher, o melhor prêmio, o mais alto salário, o mais ambicioso cargo.<br />
<br />
Ao contrário do que aconteceu aos trinta anos, chegando aos quarenta a mulher descobre que ainda pode. Quase tudo está por ser descoberto. Com o homem costuma acontecer o contrário. <br />
<br />
O homem pode se assustar ou descobrir numa crise aguda a violência do próprio ciúme, quando a mulher se mostra cheia de energia, animada, ambiciosa, disposta a conquistar o mundo e também ser conquistada. Ele deverá conhecer uma nova mulher. Alguém capaz de iniciar cursos, ir ao cinema sozinha ou com amigas, estudar à noite, querer divertir-se. Enquanto ele só deseja chegar cedo em casa, ligar a televisão, dormir um pouco mais, não ser incomodado.<br />
<br />
Tudo isto acontece numa relação em que a mulher decidiu dar licença a ela própria e não o consultou!<br />
<br />
Na mulher, chegar aos 40 anos pode significar a aproximação do fantasma do término do período de fecundidade biológica.<br />
<br />
Infelizmente, ainda, 76% das mulheres entrevistadas no ano de 2002, acima de 45 anos, estão na fase da pós-menopausa, mas metade delas não procurou o médico para falar do assunto.<br />
<br />
88% acreditam que os sintomas podem ser aliviados. Desse total, 35% consideram os medicamentos de reposição hormonal como tratamento mais indicado.<br />
<br />
Apesar de 55% delas estarem casadas ou morarem com seus parceiros, 45% declararam não ter vida sexual ativa, confirmando que ainda há mitos em relação ao sexo depois da menopausa.</p><br/>			<ul>			<li><a href="http://projetoambsex.terra.com.br/artigos.asp?id=31" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/10/mudancas-apos-os-40">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=67931">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/10/mudancas-apos-os-40#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/10/mudancas-apos-os-40]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 10 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/10/mudancas-apos-os-40]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Voyerismo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/08/voyerismo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 8/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><p>Voyerismo (ou Peeping Tom) é o ato de observar outras pessoas com o objetivo de obter excitação sexual. Habitualmente o voyerismo implica que se observem pessoas despidas ou que estejam envolvidas em práticas sexuais, como o coito ou a masturbação.</p>
<p>A palavra voyeur vem do verbo francês que significa &ldquo;olhar&rdquo;. Peeping Tom vem do lendário passeio a cavalo de Lady Godiva, nua; Tom, o alfaiate, foi o único cidadão que desrespeitou o pedido de privacidade de Lady Godiva, &ldquo;espiando&rdquo;.</p>
<p>No voyerismo, a &ldquo;espionagem&rdquo; (ou a fantasia sobre a espionagem) é o meio repetidamente preferido, ou exclusivo, de se excitar.</p>
<p>O indivíduo que tem esta prática, ao qual se dá o nome de voyeur, voyeurista ou mirone, pode ou não masturbar-se enquanto observa outros, uma vez que a gratificação sexual pode advir do simples fato de olhar.<br />
&nbsp;</p></p>		<p><p>Atualmente, o voyerismo só é considerado problema psicológico quando o indivíduo depende dele para obter satisfação sexual e quando isso lhe provoca sofrimento, por exemplo, devido ao fato de se sentir muito culpado pela prática voyeurista. Quando existe a utilização exclusiva desta prática, é provável que o indivíduo tenha alguma dificuldade em se relacionar com os outros em termos afetivos e sexuais, já que a única experiência sexual que consegue ter é a da observação de terceiros.</p>
<p>Enquanto as mulheres podem ser voyeuses no sentido de ficarem sexualmente excitadas ao olhar os outros nus ou espiá-los em atos sexuais, são muito raros os casos de mulheres dependentes de voyerismo para terem reações sexuais.</p>
<p>O voyerismo é encontrado principalmente entre homens jovens, e costuma desaparecer na meia-idade. Freqüentemente os voyeurs tem grandes dificuldades de ter relacionamentos heterossexuais, e muitos tem apenas algumas experiências heterossexuais. Realmente, o fato de ser voyeur permite que ele evite relações sexuais ou sociais com as mulheres; muitos voyeurs limitam sua atividade sexual à masturbação, enquanto estão espiando ou fantasiando sobre prévias escapadas anteriores para espiar.</p>
<p>O voyeur prefere espiar mulheres desconhecidas, porque isso dá ao ato uma qualidade de novidade ou de proibição. O voyeur fica, muitas vezes, mais excitado em situações onde o risco de ser descoberto é grande, o que também explica por que muitos voyeurs não se sentem particularmente atraídos pelos campos nudistas, pelas praias de nudismo, e por outros lugares onde se aceita observar o nudismo.</p>
<p>Apesar de pensarem que os voyeurs são inofensivos porque evitam o contato pessoal, não é sempre o caso. Alguns voyeurs cometem estupros, roubam, são incendiários e cometem outros crimes.</p>
<p><br />
&nbsp;</p></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/08/voyerismo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=66979">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/08/voyerismo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/08/voyerismo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 08 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/08/voyerismo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexo, Moda e Poder]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/06/sexo-moda-e-poder]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 6/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><p>Para entender a moda contemporânea, é crucial explorar o fetichismo. Mas isso se revela mais difícil do que se imagina. Há uma enorme literatura sobre fetichismo, compreendendo gêneros e discursos diferentes, cada qual com uma história complexa.</p>
<p>A palavra FETICHE tem um duplo significado, denotando um encanto mágico e também &ldquo;uma fabricação, um artefato, um trabalho de aparências e sinais&rdquo;. No início do século XIX, o termo fetiche tinha se estendido para se referir a qualquer coisa que fosse irracionalmente adorada. Então uma segunda interpretação, marxista, evoluiu. Karl Marx cunhou a frase &ldquo;fetichismo de produto&rdquo;, analisando o conceito em termos de falsa consciência e alienação que encontra gratificações espúrias no consumo. Como lhes falta consciência de classe, escreveu Marx, os trabalhadores que produzem objetos com estes atributos outorgam um valor &ldquo;secreto&rdquo;, o que dá a cada item de consumo a qualidade de um &ldquo;hieróglifo social&rdquo; que precisa ser decodificado.</p>
<p>O conceito de fetichismo tem assumido recentemente uma importância crescente no pensamento crítico sobre a construção cultural da sexualidade. Neomarxistas analisam o &ldquo;fetichismo de produto&rdquo;, estudiosos feministas exploram o controvertido tema do &ldquo;fetichismo feminino&rdquo;, e teóricos de arte realçam o papel subversivo de fetichismo na arte contemporânea, argumentando que um fetiche pode ser &ldquo;qualquer artigo que choque nossas sensibilidades&rdquo;.</p>
<p>Hoje amarração, couro, borracha, segundas peles, longas saias apertadas, vestidos lascados, botinas com zíper &ndash; tudo pertencente a um sonho fetichista &ndash; está disponível diretamente de Alaïa, Gaultier, Montana, Versace. Como a VOGUE publicou em 1992, muitos dos mais importantes estilistas de moda do mundo foram inspirados pela perversidade sexual. Um ano mais tarde, no entanto, alguns observadores descartaram a moda fetichista como uma mania passageira.</p>
<p>&nbsp;</p></p>		<p><p>O movimento de &ldquo;liberação sexual&rdquo; dos anos 60 e 70 levou a uma reavaliação dos desvios sexuais. O &ldquo;recato&rdquo; foi cada vez mais descartado como um produto histórico infeliz da &ldquo;tradição religiosa judaico-cristã&rdquo; e da ascensão da burguesia capitalista. Dizia-se que o tabu do corpo estava se esmigalhando sob a reafirmação da sexualidade humana e da negação da culpa sexual.</p>
<p>A primeira moda fetichista a alcançar aceitação popular foi a chamada bota bizarra, anteriormente associada a prostitutas, especialmente as dominadoras. As botas de couro de saltos altos podiam ser da altura dos joelhos ou até das coxas, e elas eram freqüentemente abotoadas ou amarradas.</p>
<p>Como Michel Foucault nos lembra, o corpo tem sido o objeto de vários tipos de &ldquo;poderes disciplinares&rdquo;. Muitas estudiosas feministas tem argumentado que o corpo feminino, especialmente, tem sido o local dos regimes disciplinares, tais como dietas e vestimentas femininas, que são concebidos para fazer com que a mulher seja dócil e &ldquo;feminina&rdquo;. Neste contexto, o espartilho, em particular, tem sido interpretado como um instrumento de opressão física e de mercantilismo sexual. Mas o espartilho também tem sido valorizado por seu apelo erótico.</p>
<p>Já com os sapatos, no Ocidente, como na China, pés pequenos tem sido popularmente associados à beleza feminina, enquanto que pés grandes e botas pesadas são equiparados à masculinidade. Saltos altos, em particular, tem sido explicitamente comparados aos pés atrofiados por amarração.</p>
<p>As roupas que escolhemos vestir, assim como nossa vida consciente em geral, estão, na sua maioria, firmemente sob o controle daquilo que os psicanalistas chamam de princípio de realidade (isto é, você nem sempre pode conseguir o que quer). Nossas vidas, portanto, necessariamente envolvem ficar oscilando entre o princípio do prazer e o princípio de realidade. Na fantasia, no entanto, estamos livres da prova de realidade e podemos buscar prazer abertamente. Há também ocasiões na vida social em que a roupa funciona como um tipo de fantasia mascaradora, disfarçando subversivamente o indivíduo no traje de um SELF de fantasia.</p>
<p>A roupa é, desta forma, parte de um drama erótico elaborado.</p>
<p>A esmagadora maioria dos fetichistas é de homens. A maioria das mulheres que vestem roupas fetichistas parece fazê-lo por razões econômicas diretas, isto é, profissionais do sexo ou para agradarem a seus maridos e namorados.</p>
<p>A roupa está associada ao poder, e a nudez com a falta dele.</p>
<p>Exemplos:<br />
Roupas de empregada: o próprio papel é obviamente submisso, que indica um diferencial de poder implícito nos tradicionais esteriótipos de gênero.<br />
Roupa de odalisca: também evoca uma tipologia senhor-escravo, junto com fantasias antigas e bastante transparentes sobre sexo grupal.</p>
<p>Jaquetas de couro do motociclista: foi interpretada como poderosa e desejável por sádicos e masoquistas.</p>
<p>Uniformes(médicos, policiais, etc): quando o indivíduo está usando uniforme, fica subordinado ao seu papel. Os uniforme freqüentemente simbolizam autoridade, evocando fantasias de dominação e submissão.</p>
<p>Roupa de enfermeira: deriva da roupa de empregada (touca e avental). O paciente está em uma posição dependente e passiva diante dela.</p>
<p><br />
&nbsp;</p></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/06/sexo-moda-e-poder">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=66977">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/06/sexo-moda-e-poder#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/06/sexo-moda-e-poder]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 06 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/06/sexo-moda-e-poder]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Infidelidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/04/infidelidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 4/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><p>Até algum tempo atrás, infidelidade era um recurso tipicamente masculino. Era uma forma machista de comportamento. Comportamento este que, na verdade, encobre uma grande dose de imaturidade, de despreparo emocional.</p>
<p>Mas, atualmente, o número de mulheres infiéis tem crescido de maneira notável, provavelmente por causa de todas as transformações vividas pelas mulheres nas últimas décadas. A mulher conquistou um novo papel na sociedade, abriu espaço no mercado de trabalho, ganhou independência, coragem e ousadia. Dos primeiros movimentos feministas até hoje, muita coisa mudou. A mulher trabalha fora, sendo desta forma, muito mais exposta ao assédio. Suas oportunidades de convívio com o sexo oposto também aumentaram.</p>
<p>Diante de tantos casos de pessoas que vivem relacionamentos extraconjugais, quais seriam as motivações, as necessidades e as insatisfações que cada vez mais tem levado tantas pessoas aos relacionamentos fora do casamento? Será que os moldes do casamento seriam os mais apropriados? Não seriam esses moldes os causadores de tantas separações e insatisfações? Vejamos a seguir.</p></p>		<p><p>Devemos considerar que em função da vida moderna, aumentou a falta de envolvimento que as pessoas tem entre si.</p>
<p>Um outro aspecto das relações extraconjugais está ligado à dinâmica de personalidade e de relacionamento dos envolvidos na história. É estabelecida uma relação triangular, onde participam um casal e um amante. Quando um dos lados do casal está com um amante, formando assim uma dupla, há sempre uma pessoa sobrando. Esta situação pode trazer à tona os ressentimentos vividos na infância no que diz respeito às situações de exclusão, como por exemplo, às vezes em que os pais não permitem a participação do filho(a) em momentos de privacidade reservados somente ao casal. Este pode ter se sentido excluído, não valorizado e pouco amado pelos seus pais. A necessidade de se &ldquo;vingar&rdquo; e triunfar sobre o casal (pais) faz a pessoa realizar essa fantasia numa relação extraconjugal quando adulto.</p>
<p>Existem também alguns outros aspectos que menos se relacionam ao lado dinâmico da personalidade das pessoas, mas que exercem grande influência no comportamento extraconjugal.</p>
<p>Seriam os aspectos afetivos aprendidos desde que nascemos. Aprendemos sobre amor como sendo um sentimento nobre e romântico. Parece que os casamentos se constroem sobre esta idéia de amor romântico, de um amor que nunca se modificará e que deverá permanecer perfeito para sempre. Baseia-se numa idéia irreal de que o amor nunca terá fim. Mas, tudo tem um fim, por que esse sentimento não haveria de ter? Em muitos casos, a pessoa percebe que o outro não é bem aquilo que ela esperava, o que realmente desejava que fosse. E, nesse momento, pode começar o desafio: colocar os pés no chão e adaptar o próprio desejo à realidade.</p>
<p>Existem muitos relacionamentos que são realizados ou se mantém em função da convivência, por causa dos filhos, por interesses econômicos e sociais, e até mesmo por que os casais demoram a perceber que o amor acabou há muito tempo e nem sabem porque estão juntos. E, apesar de manterem a união, começam a levar vidas separadas, cada um cometendo a infidelidade a sua maneira.</p>
<p>Também outro aspecto interessante e que contribui para a infidelidade, é que com a convivência perde-se a noção do eu-individual, ou seja, a individualidade fica prejudicada, dificultando separar o eu do outro, parecendo que ambos são um só ser. As pessoas costumam amar de forma possessiva, julgando-se donas de seus companheiros. E isso acontece em vários relacionamentos humanos. É muito duro reconhecer que a pessoa amada é diferente da gente. E, portanto, quanto maior as características narcísicas da pessoa, maior será a dificuldade de aceitar o diferente.</p>
<p>Fica, então, a &ldquo;dica&rdquo; referente às características do infiel, principalmente aquele(a) que trae intensamente: é a típica pessoa que não cresceu emocionalmente. É uma pessoa imatura, dependente, que sempre usou o sexo como forma de auto-afirmação para provar para si mesmo que é homem ou mulher de verdade, que é conquistador e irresistível. São os narcisistas que vivem em função de si próprios, incapazes de se envolver emocionalmente.</p>
<p>Para estas pessoas é fundamental uma ajuda psicológica para que a mesma entre em contato com sua imaturidade e, assim, se transforme num ser humano pronto para viver sem medo suas emoções e sexualidade.</p></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/04/infidelidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=66975">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/04/infidelidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/04/infidelidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 04 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/04/infidelidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Beijo e o Sexo]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/02/o-beijo-e-o-sexo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Comportamento</a></div>			<div>Postado em 2/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><p>A queixa é comum entre as mulheres: os homens beijam pouco. Ou só lembram de beijar durante o ato sexual. Realmente, para eles é difícil demonstrar carinho, que é associado ao comportamento feminino. Até pouco tempo atrás, era comum o pai chamar a atenção do menino excessivamente carinhoso e beijoqueiro.</p>
<p>A verdade é que para os adultos o beijo é muito importante e funciona como um termômetro que indica a qualidade e a intensidade do afeto entre um casal. Se eles param de se beijar, é sinal de que algo não vai bem. Existem casais que continuam mantendo relações sexuais, mas sem se beijar! Praticam o chamado sexo mecânico, puramente biológico.</p>
<p>O beijo é a maior expressão de intimidade que existe. É um contato físico que, às vezes, provoca sensações mais excitantes e prazerosas do que o sexo puramente genital. <br />
&nbsp;</p></p>		<p><p>Para a mulher, o beijo é um sinal de envolvimento afetivo e amoroso. Aliás, é com um beijo prolongado que ela avalia a sensibilidade do homem e seus dotes de bom amante. Beijar é uma intimidade tão intensa quanto a do ato sexual.</p>
<p>Realmente, se analisarmos um beijo do ponto de vista fisiológico, veremos que ele coloca em movimento 29 músculos: 12 dos lábios e 17 da língua. Os cientistas dizem que a cada beijo, as pulsações cardíacas dobram, saltando de 70 para 140 por minuto. Conforme a intensidade, um beijo queima de 3 a 12 calorias. Não faz ninguém perder peso, mas aquece (e como!) a alma de quem beija e de quem é beijado.</p>
<p>A boca é, sem dúvida, um dos pontos importantes do prazer humano. Através dela a criança busca o seio da mãe e se alimenta. As manifestações de carinho vão se ampliando até que, aos 2 anos, a criança terá aprendido a abraçar e a beijar. É evidente que, dependendo das características de personalidade e temperamento, algumas crianças gostam menos do contato físico e do beijo, mas elas sabem que esse é um meio de demonstrar afeto.</p>
<p>Já o chamado beijo erótico ou sexual é fundamental para a estimulação sexual, ajudando o homem a manter os níveis de excitação e garantindo uma ereção mais vigorosa e um melhor controle da ejaculação e, na mulher, melhorando sua lubrificação vaginal que possibilitará uma penetração sem dor e que leve ao tão esperado orgasmo.</p>
<p>É muito importante que o casal nunca esqueça de que o namoro deve continuar existindo no casamento, permitindo sempre as trocas afetivas.<br />
Com muitos beijos!</p></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/02/o-beijo-e-o-sexo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=66907">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/02/o-beijo-e-o-sexo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/02/o-beijo-e-o-sexo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 02 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/02/o-beijo-e-o-sexo]]></guid>
		</item>
	</channel>
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