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		<title><![CDATA[Falando "Naquilo" - Seção: Orientações]]></title>
		<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br]]></link>
		<description><![CDATA[]]></description>
		<language>pt-br</language>
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			<title><![CDATA[Falando "Naquilo"]]></title>
			<url><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/blog/falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/content/blogtv.gif]]></url>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br]]></link>
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		<item>
			<title><![CDATA[Que o destino decida...]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/12/que-o-destino-decida]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 12/11/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Os mais crédulos confiam no caráter essencialmente benevolente da própria sorte, são otimistas convictos, a ponto de assumir os mais variados riscos em nome do que chamam de &ldquo;Hoje é meu dia&rdquo;, e não hesitam em apostar naquilo que consideram &ldquo;a grande chance&rdquo;. Na verdade, desde o início dos tempos, o ser humano se vê esperando por algo importante que está por acontecer.<br />
<img width="400" height="414" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/destino_imagem.jpg" /><br />
Em relação aos namorantes essa espera prende a sua atenção e muitas vezes impede-os de se concentrar em outras coisas.<br />
<br />
Estamos sempre à espera de que o telefone toque, por isso carregamos o celular, às vezes dois, para qualquer lugar, pois não suportamos a idéia de que alguém especial possa nos ligar e não nos encontrar. E não é isso: esperamos que a cirurgia daquele que amamos acabe bem, que a entrevista de trabalho dela dê certo e assim por diante.<br /></p>		<p>Nessas situações, nós estamos aflitos com o que vai acontecer, mas não existe praticamente nada que possamos fazer para afetar o resultado. Ainda assim, nessas esperas angustiantes e que parecem intermináveis, é muito comum os que amam, por exemplo, recorrem a rituais supersticiosos como acender uma vela, que simbolicamente ilumina o nosso caminho e o das pessoas que amamos.<br />
<br />
Mesmo sabendo que aqueles simples rituais não tem um verdadeiro efeito mágico, as pessoas recorrem a eles por causa da sensação de segurança que transmitem. &ldquo;Afinal, não custa nada bater na madeira, acalma os nervos e ajuda a atravessar aquele momento difícil&rdquo;.<br />
<br />
Assim, usar um talismã da sorte, acender uma vela ou bater na madeira, entre outras superstições, podem ser, em muitas situações, comportamentos razoáveis e até benéficos do ponto de vista psicológico, porque aliviam o sentimento de impotência diante da vida. De acordo com os estudos que estão sendo realizados sobre superstição, esta não é considerada sinal de loucura nem é anormal. Em doses moderadas, não cria problemas sérios na vida amorosa de ninguém.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/12/que-o-destino-decida">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93316">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/12/que-o-destino-decida#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/12/que-o-destino-decida]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 12 Nov 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/12/que-o-destino-decida]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[As Prioridades Sexuais]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/11/as-prioridades-sexuais]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 11/11/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Como alguém pode se satisfazer na relação sexual sem chegar ao orgasmo? Essa é uma situação impossível, pensam os homens. Por outro lado, se a mulher &ldquo;chegou lá&rdquo;, é porque ele deve ter feito um bom trabalho.<br />
<img width="400" height="368" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Novembro/sexdual.jpg" /><br />
O homem não entende que o orgasmo compulsório é um critério masculino para medir o sucesso, não feminino. Para a mulher, o orgasmo é bônus, um algo mais. Ela precisa de proximidade e calor, e é capaz de sentir enorme satisfação durante a relação sexual, sem necessariamente chegar ao orgasmo.<br /></p>		<p>Por outro lado, para muitos homens a prioridade, ou seja, a relação sexual que vale a pena é a escaldante. Entretanto nem todo ato sexual precisa terminar em explosões de êxtase. A mulher pode querer ser abraçada, acariciada e necessariamente não desejar um vendaval de luxúria. De fato, para muitas mulheres a coisa mais importante é a intimidade e não o quanto e como estão sendo &ldquo;devoradas&rdquo;.<br />
<br />
As prioridades sexuais de homens e mulheres atuais são mais sexuais do que em qualquer época da história.<br />
<br />
Conforme a Organização Mundial da Saúde, o ato sexual ocorre mais de 100 milhões de vezes por dia no mundo. Resultam disso aproximadamente 900 mil concepções e 350 mil casos de doenças sexualmente transmissíveis, o que sugere que diariamente se pratica mais sexo casual do que sexo comprometido. Como diz um ditado irlandês tipicamente masculino: &ldquo;Mesmo ruim o sexo ainda é ótimo&rdquo;.<br />
<br />
Os homens, em geral, não falam durante o ato sexual porque só conseguem fazer uma coisa de cada vez. Enquanto dura a ereção, é difícil falar, ouvir. As tomografias mostram que nesse momento sua concentração é de tal ordem, que eles ficam virtualmente surdos e mudos.<br />
<br />
No caso das mulheres, a situação é bem diferente. Conforme se vê na prática e as pesquisas também comprovam, elas conseguem falar de amor, fazer amor e às vezes até atender ao telefone ao mesmo tempo, pois tem a habilidade de fazer várias coisas simultaneamente.<br />
<br />
Os estudos mostram que, antes da relação sexual, o tempo médio necessário para que a mulher vá da excitação ao clímax é de 13 a 15 minutos, ao passo que o homem demora apenas de 3 a 5 minutos. Em outras palavras, a mulher precisa de 3 a 4 vezes mais tempo que o homem para ficar sexualmente excitada, mas o parceiro muitas vezes não sabe disso.<br />
<br />
Por outro lado, embora o sexo geralmente implique penetração, ela não é essencial para uma boa relação. Alguns casais curtem longas sessões de carinhos, às vezes com uma massagem relaxante, tanto quanto a penetração.<br />
<br />
Sabemos que algumas mulheres atingem o orgasmo com a penetração vaginal, mas a grande maioria acha difícil alcançá-lo somente com isso e requer algum tipo de estímulo direto e prolongado no clitóris, para aumentar sua excitação, para aquecer seu desejo até atingir o orgasmo.<br />
<br />
Uma prioridade nas relações sexuais é que quando os hormônios estiverem fervendo, não devemos ir a frente a não ser com segurança. Muitos homens e mulheres levam para casa lembranças indesejáveis por deixar de praticar sexo seguro. Apesar dos inúmeros avanços da ciência, muitas doenças sexualmente transmissíveis, não só a AIDS, ainda correm soltas. Portanto, antes de sair, apagar ou acender as luzes, camisinha bem ao alcance da mão. Sua vida depende disso.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/11/as-prioridades-sexuais">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=93315">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/11/as-prioridades-sexuais#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/11/as-prioridades-sexuais]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 11 Nov 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/11/11/as-prioridades-sexuais]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como usar a camisinha?]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/03/como-usar-a-camisinha]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 3/10/2009 14:02 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Deve ser colocada assim que o pênis ficar ereto (duro). Dica: deixe-a em local de rápido acesso, para não quebrar o clima.<br />
<br />
O jeito mais fácil de colocar a camisinha masculina é:<br />
<br />
1) Comece certo: rasgue o pacote com as mãos e não com a boca, pois isso pode danificar o preservativo;<br />
2) Antes de colocá-lo, sopre o preservativo para liberar o reservatório de esperma (aquela pontinha da camisinha);<br />
3) Aperte a ponta do preservativo com o polegar e o indicador, para a retirada do ar. Posicione-o na cabeça do pênis, segurando o bico;<br />
4) Desenrole-o até a base do órgão. O bico ficará para fora, para reter o esperma. Após a ejaculação, retire o preservativo com o pênis ainda ereto, dê um nó e jogue no lixo.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/03/como-usar-a-camisinha">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=91017">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/03/como-usar-a-camisinha#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/03/como-usar-a-camisinha]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 03 Oct 2009 14:02:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/10/03/como-usar-a-camisinha]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Descanso torna o sexo mais prazeroso]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/01/descanso-torna-o-sexo-mais-prazeroso]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 1/9/2009 19:19 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Sexo sem estresse traz inúmeros benefícios ao organismo, afirmam especialistas. <br />
A urologista, terapeuta sexual e diretora do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), Sylvia Faria Marzano, afirma que após uma noite de sono bem dormida o sexo tem chances de ser melhor.<br />
<br />
Com a mente livre de preocupações, fica mais fácil focar a relação e o parceiro, o que torna o sexo mais proveitoso. Além do mais, o corpo está refeito após o descanso.<br /></p>		<p>A agitação causada por um dia corrido aumenta a produção de adrenalina no corpo, que é um hormônio ligado apenas à excitação, mas não ao prazer, o que pode atrapalhar o desempenho sexual.<br />
<br />
Já Ivaldo Silva, professor do departamento de ginecologia da Unifesp observou que a questão é muito mais psicológica do que física, pois existe um componente hormonal que contribui para o melhor aproveitamento da relação. Segundo o professor, sem o estresse, o sexo é melhor devido a atenção que os parceiros dispensam um ao outro.<br />
<br />
Quando uma pessoa está relaxada e faz sexo de qualidade, mais endorfina (hormônio ligado ao prazer) é liberada.<br />
<br />
Sylvia completou que o sexo fortalece também a relação amorosa, pois após o pico de endorfina, é liberada oxitocina (hormônio do amor &ldquo;maternal&rdquo;) pelo corpo, o que favorece a ligação sentimental. Sexo com qualidade traz muitos benefícios para o organismo. Melhora a auto-estima, o bom humor e até mesmo o sistema imunológico.<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.bancodesaude.com.br/sexo/87110032009-relaxar-descansar-torna-sexo-mais-prazeroso" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/01/descanso-torna-o-sexo-mais-prazeroso">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=88175">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/01/descanso-torna-o-sexo-mais-prazeroso#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/01/descanso-torna-o-sexo-mais-prazeroso]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 01 Sep 2009 19:19:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/09/01/descanso-torna-o-sexo-mais-prazeroso]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Puberdade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/26/puberdade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 26/8/2009 18:39 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A puberdade é um período de transição do desenvolvimento humano, correspondente à passagem da fase da infância para a adolescência, circunstanciada por transformações biológicas de âmbito comportamental e corpóreo, conferindo pelo surgimento dos caracteres sexuais secundários diferenciados de acordo com o gênero. <br />
<br />
<img width="342" height="272" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Agosto/puberty.jpg" /><br />
<br />
No organismo masculino tais variações da maturação geralmente ocorrem entre a faixa etária dos 12 aos 14 anos de idade, e para o biótipo feminino esse marco caracteriza-se a partir da primeira menstruação, também denominada de menarca, conferindo maturidade por volta dos 10 aos 13 anos de idade. <br />
<br />
Tais mudanças são coordenas a partir da ação endócrina mediante a atuação de hormônios hipotalâmicos, desencadeando a síntese de hormônios hipofisários, que irão estimular as glândulas sexuais a produzirem respectivamente: testosterona nos testículos (gônada masculina), e estrógeno nos ovários (gônada feminina). <br />
<br />
Contudo, em condições normais os hormônios não são totalmente exclusivos de cada sexo, as glândulas sexuais bem como as supra-renais de ambos os sexos produzem estrógeno e testosterona, em níveis de concentração tolerantes e adequados ao desenvolvimento masculino e feminino.<br /></p>		<p>Os principais caracteres sexuais secundários individuais induzidos à estrutura corpórea humana são: <br />
<br />
Masculino <br />
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila), inguinais (pubianos) e torácicos (peito); <br />
- aumento em volume dos testículos e tamanho do pênis; <br />
- crescimento de pêlos faciais (barba); <br />
- oscilação com posterior entonação da voz; <br />
- alargamento da omoplata (escápula /ombros); <br />
- desenvolvimento da massa muscular; <br />
- aumento de peso e estatura; <br />
- início da produção de espermatozóides. <br />
<br />
Feminino <br />
- expansão óssea da cintura pélvica (bacia); <br />
- princípio do ciclo menstrual; <br />
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila) e inguinais (pubianos); <br />
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas; <br />
- desenvolvimento das mamas.<br />
<br />
Por Krukemberghe Fonseca<br />
Graduado em Biologia<br />
Equipe Brasil Escola<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/s/" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/26/puberdade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=87780">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/26/puberdade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/26/puberdade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 26 Aug 2009 18:39:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/26/puberdade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Coisas que você não tem vontade de saber, mas precisa!]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/21/coisas-que-voce-nao-tem-vontade-de-saber-mas-precisa]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 21/8/2009 18:30 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Você gosta de sexo de verdade, hein? E está aí com um sorriso sabichão no rosto porque já sabe do que vamos falar agora (de sexo seguro) e é uma daquelas pessoas que nunca, mas jamais mesmo, vão para a cama sem camisinha. Bem, caso você esteja navegando neste blog a esmo antes de começar a leitura para valer, prepare-se para uma informação chocante: usar camisinha não protege contra todas as doenças sexualmente transmissíveis. Você não pega coisas ruins só com a penetração vaginal ou anal sem proteção. O risco pode ser consideravelmente menor, mas ele também existe nas circunstâncias a seguir:<br />
<br />
&bull; contato pele a pele: lesões provocadas pelo HPV (verrugas venéreas) ou herpes, se estiverem na base do pênis, nos lábios vaginais ou na virilha podem ser contagiosas pelo simples contato com elas.<br />
<br />
&bull; uso compartilhado de acessórios sexuais: transmite HPV, HIV, herpes e tudo o mais que você possa imaginar. <br /></p>		<p>&bull; o simples toque do outro: o(a) seu(sua) parceiro(a) pode lhe transmitir herpes se tocar acidentalmente uma lesão aberta no próprio lábio e em seguida tocar os seus genitais.<br />
&bull; sexo oral: herpes e hepatite, para ficar só na letra &ldquo;H&rdquo;.<br />
&bull; beijo de língua: tem uma chance pequena, mas real, de transmitir herpes, hepatite e outros bichos. <br />
&bull; amassos sem roupas: esfregar os genitais nos do(a) parceiro(a), mesmo sem penetração, pode transmitir doenças como gonorréia e clamídia, cujo contágio não depende da troca de fluídos corporais.<br />
De posse dessas informações alarmantes, vocês têm algumas opções: nunca mais fazerem sexo, fazerem sexo sem adotar nenhum comportamento de risco (ou seja, só sexo por telefone) ou se protegerem da melhor maneira possível num relacionamento estável. Embora a única proteção totalmente eficaz contra as DSTs seja o celibato, a segunda melhor é se envolver numa relação monogâmica na qual ambos os parceiros tenham feito todos os exames e estejam &ldquo;limpos&rdquo;. Nesse caso, é relativamente seguro abrir mão da camisinha, mas isso só se aplica, obviamente, se os dois forem absolutamente fiéis. Caso você não tenha confiança total no outro, continue com a camisinha ou combine que vocês farão todos os exames regularmente (de seis em seis meses ou pelo menos uma vez por ano). No caso de não estar num relacionamento estável, mas ter uma vida sexualmente ativa, todo cuidado é pouco. Procure fazer uma avaliação visual atrás de quaisquer sinais externos de alerta &ndash; tais como feridas, bolhas, corrimento ou vermelhidão &ndash; e use camisinhas lubrificadas para todo tipo de penetração (de uma marca confiável, e da maneira correta). Não engula ao fazer sexo oral, não faça &ldquo;fio terra&rdquo; sem uma proteção adequada entre você e o ânus alheio (uma camisinha cortada serve), use filme plástico sobre os genitais da pessoa ao fazer sexo oral nela. Agende um check-up sexual &ndash; busque no Google um centro de saúde sexual na sua região &ndash; uma ou duas vezes por ano, e faça TODOS os exames. Isso inclui não só o exame de sangue, mas um de urina, colher cultura da garganta e da região genital e fazer o Papanicolau (no caso das mulheres). Sim, eu sei que não é nada agradável ter um cotonete inserido na uretra, rapazes, mas a coisa toda dura só uns dois ou três segundos. Peça para fazer exames que detectam a presença do HIV, HPV, sífilis, hepatite B, clamídia, gonorréia e herpes tipo 2.<br />
Isso tudo parece, e é mesmo, um procedimento penoso, mas terminados os exames você vai ver que acontece uma coisa: com o atestado de que está tudo bem nas mãos, você sente um estranho ímpeto de agir com mais responsabilidade desse dia em diante. Se você se safou até hoje (até mesmo as criaturas mais tranqüilas são tomadas por uma onda de alívio ao receber todos os resultados negativos), aí está um belo incentivo para ter mais cuidado no futuro.<br />
Falando nisso, a resposta para a velha questão &ldquo;Mas como saber se o(a) parceiro(a) fez mesmo os exames ou não?&rdquo; é a seguinte: você pode ir à clínica junto com ele(a) para ter certeza, mas se ele(a) não é confiável nem para isso, não se pode esperar muita fidelidade dele(a) no futuro, não é mesmo? E isso já torna o passeiozinho a dois até o laboratório meio inútil de cara. Outra tática boa é perguntar como foram os exames. Se ele não despejar uma descrição do tipo você-não-sabe-que-horror envolvendo o tal cotonete comprido na uretra, é bem provável que ele tenha ido até o bar quando disse que estava a caminho da clínica. Nós mulheres temos menos tendência a mentir sobre esse tipo de coisa. Há muito tempo já precisamos fazer o preventivo todos os anos &ndash; não é grande novidade passar por exames desse tipo.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/21/coisas-que-voce-nao-tem-vontade-de-saber-mas-precisa">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=87409">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/21/coisas-que-voce-nao-tem-vontade-de-saber-mas-precisa#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/21/coisas-que-voce-nao-tem-vontade-de-saber-mas-precisa]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 21 Aug 2009 18:30:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/21/coisas-que-voce-nao-tem-vontade-de-saber-mas-precisa]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Obesidade e a Sexualidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/06/a-obesidade-e-a-sexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 6/8/2009 16:25 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>A sociedade está voltada para a eficiência e atualmente, na nossa cultura, o &ldquo;corpo perfeito&rdquo; é aquele que está estampado nas capas de revistas com mulheres e homens esculturais, onde há a ilusão de que têem sucesso em tudo: no trabalho, na vida social e no relacionamento afetivo e sexual. Portanto é a aparência, o externo que interessa.<br />
<br />
<img height="242" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Agosto/sex%20obs.jpg" /><br /></p>		<p>O que realmente acontece é que esse corpo não corresponde à maioria das pessoas e os obesos andam na contramão desses conceitos e influenciados, sentem-se marginalizados. Com isso muitos deles procuram na comida um conforto para eliminar algo que os incomoda, os angustia,e, quando o resultado esperado é obtido tornam-se compulsivos, correndo o risco de chegar à obesidade mórbida e desse modo se isolarem cada vez mais comprometendo a saúde mental e física. A população que se sente mais atingida é a feminina, que, por sua vez, é mais exigida em termos de estética, porque o corpo se transformou num objeto a ser cultuado e admirado pelos outros. A vergonha e a frustração faz com que deixem de se relacionar com o parceiro dando oportunidade para o aparecimento de disfunções sexuais como: anorgasmia (dificuldade na obtenção do orgasmo), vaginismo (impossibilidade de ser penetrada), anafrodisia (falta de desejo), dispareunia ( dor durante a penetração).<br />
<br />
Essas disfunções podem ser tratadas através da psicoterapia sexual proporcionando para essa mulher a melhora da auto-estima, trabalhar as dificuldades, leva-la ao auto-conhecimento e adquirir segurança para deixar de procurar a comida e procurar a comunicação com o parceiro quando algo estiver errado, voltando a viver e reconhecer o seu valor.<br />
<br />
Ângela Regina Freitas da Silva<br />
Psicóloga e Sexóloga do Projeto AmbSex<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/06/a-obesidade-e-a-sexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=85748">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/06/a-obesidade-e-a-sexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/06/a-obesidade-e-a-sexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 06 Aug 2009 16:25:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/08/06/a-obesidade-e-a-sexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Adolescente Com Deficiência Mental e Sua Sexualidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/30/o-adolescente-com-deficiencia-mental-e-sua-sexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 30/7/2009 17:04 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Débora Gejer*<br />
<br />
O deficiente mental, como qualquer outro indivíduo, tem necessidade de expressar seus sentimentos de modo próprio e intransferível. A repressão da sexualidade, nestes indivíduos, pode alterar seu equilíbrio interno, diminuindo as possibilidades de se tornar um ser psiquicamente integral. Por outro lado, quando bem encaminhada, a sexualidade melhora o desenvolvimento afetivo, facilitando a capacidade de se relacionar, melhorando a auto-estima e a adequação à sociedade.<br />
<br />
A discussão do tema sexualidade em nossa cultura vem acompanhada de preconceito e discriminação. Quando o tema passa a ser sexualidade no deficiente mental, o preconceito e a discriminação são intensificados e geram polêmica quanto às diferentes formas de abordá-lo, tanto com os próprios adolescentes, quanto com suas famílias e na escola. <br />
<br />
É importante lembrar que a sexualidade é uma função natural, existente em todos os indivíduos. Pode-se expressar no seu componente afetivo, erótico ou afetivo-erótico.<br /></p>		<p>Master e Johnson apontam a importância de reconhecer que nem todas as pessoas deficientes são semelhantes em suas capacidades de aprendizado e independência, estabilidade emocional e habilidade social. <br />
<br />
Apesar das diferenças entre os deficientes, quase todos são capazes de aprender a desenvolver algum nível de habilidade social e conhecimento sexual. Isso pode incluir habilidade para diferenciar comportamento apropriado e não apropriado e para desenvolver um senso de responsabilidade de cuidados pessoais e relacionamento com os outros.<br />
<br />
A melhora dos cuidados de saúde e o avanço social que as pessoas com deficiência mental vêm alcançando, nas últimas décadas, têm sido muito grande. Atualmente, por meio do processo de inclusão social, os deficientes mentais leves e moderados são capazes de viver integrados na comunidade e, portanto, expostos a riscos, liberdades e responsabilidades. Essas pessoas, durante a adolescência, devem conhecer as transformações físicas e sociais que ocorrem neste período particular de vida. <br />
<br />
Blum discute algumas das crenças mais comuns, relacionadas à sexualidade e deficiência:<br />
<br />
Crença 1: Jovens com deficiência não são sexualmente ativos.<br />
<br />
Embora alguns adolescentes, com deficiência profunda, possam ser menos aptos que seus pares para serem sexualmente ativos, a crença é infundada, pois não se deve assumir que a condição de deficiência por si só, preveja o comportamento sexual. <br />
<br />
Crença 2: As aspirações sociais e sexuais de pessoas com deficiência são diferentes dos seus pares.<br />
<br />
Apesar do isolamento social que muitos deficientes vivenciam, estudos demonstram que estes jovens gostariam de ter relações sexuais, de casar e de ter filhos. Na verdade, o que ocorre é que essas pessoas têm menos oportunidades de explorar alguma relação com seus semelhantes, o que dificulta o alcance de suas aspirações. <br />
<br />
Crença 3: Problemas quanto à expressão sexual do deficiente ocorrem em função de sua deficiência.<br />
<br />
Estudos demonstram que problemas físicos e mentais têm menor influência sobre a expressão sexual do deficiente do que sua integração social. Os deficientes têm maior possibilidade do que os jovens &quot;normais&quot; de ficar isolados da sociedade. Se a expressão sexual ocorre num contexto social, então o isolamento tem, como conseqüência, a incapacidade do deficiente em aprender e desenvolver habilidades sociais. A conduta sexual é aprendida, formada e reforçada por fatores ambientais. Os ambientes integrados oferecem maiores probabilidades de reforçar condutas integradas.<br />
<br />
Crença 4: Pais de adolescentes com deficiência proporcionam suficiente educação sexual para seus filhos.<br />
<br />
Uma das conseqüências do isolamento social, para estes jovens, é que eles recebem menos informações sobre sexualidade, reprodução, contracepção e prevenção de DST e AIDS. Estudos mostram que a maioria dos jovens deficientes nunca recebeu educação sexual.<br />
<br />
Crença 5: Jovens com deficiências são sexualmente vulneráveis a assédios sexuais. <br />
<br />
Essa preocupação sobre a vulnerabilidade de adolescentes deficientes parece ter fundamento. Portanto, o médico que trabalha com esses jovens deve discutir essas preocupações com eles e com seus pais e não esperar que os pais expressem esses receios. Para alguns adolescentes, apenas a educação sexual será suficiente. Para outros, precisará ser complementado com contracepção. <br />
<br />
Por tudo isso, fica claro que, desde muito cedo, esses adolescentes necessitam conhecer atitudes saudáveis em relação ao seu corpo e às funções desse corpo. Qualquer que possa ser o interesse ou o conhecimento sexual desses jovens, eles devem entender tudo o que for possível sobre sexualidade. Se a eles é oferecida a vantagem da integração, também devem ser orientados em relação a habilidades e atitudes de comportamento social apropriada.<br />
<br />
*Sobre a autora: Médica pediatra, especialista em adolescentes e presidente da ADID-Associação para o Desenvolvimento Integral do Down (rua Bento de Andrade, 289, 04503-011, São Paulo, SP, Tel: (11) 3885-7854, www.adid.com.br, adid@uniemp.br).<br />
<br />
Sobre o texto: Este texto foi originalmente publicado no Número 9, Ano 2, do jornal DESAFIO, da ADID. <br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.artsbrasil.org.br/fase2/materia.asp?p=130" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/30/o-adolescente-com-deficiencia-mental-e-sua-sexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=85207">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/30/o-adolescente-com-deficiencia-mental-e-sua-sexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/30/o-adolescente-com-deficiencia-mental-e-sua-sexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 30 Jul 2009 17:04:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/30/o-adolescente-com-deficiencia-mental-e-sua-sexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Puberdade - Características]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/26/puberdade--caracteristicas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 26/7/2009 14:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Os principais caracteres sexuais secundários individuais induzidos à estrutura corpórea humana são: <br />
<br />
Masculino <br />
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila), inguinais (pubianos) e torácicos (peito); <br />
- aumento em volume dos testículos e tamanho do pênis; <br />
- crescimento de pêlos faciais (barba); <br />
- oscilação com posterior entonação da voz; <br />
- alargamento da omoplata (escápula /ombros); <br />
- desenvolvimento da massa muscular; <br />
- aumento de peso e estatura; <br />
- início da produção de espermatozóides. <br />
<br />
Feminino <br />
- expansão óssea da cintura pélvica (bacia); <br />
- princípio do ciclo menstrual; <br />
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila) e inguinais (pubianos); <br />
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas; <br />
- desenvolvimento das mamas.<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/puberdade.htm" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/26/puberdade--caracteristicas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=84490">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/26/puberdade--caracteristicas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/26/puberdade--caracteristicas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 26 Jul 2009 14:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/26/puberdade--caracteristicas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Puberdade - Mudanças]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/25/puberdade--mudancas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 25/7/2009 14:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Tais mudanças são coordenas a partir da ação endócrina mediante a atuação de hormônios hipotalâmicos, desencadeando a síntese de hormônios hipofisários, que irão estimular as glândulas sexuais a produzirem respectivamente: testosterona nos testículos (gônada masculina), e estrógeno nos ovários (gônada feminina). <br />
<br />
Contudo, em condições normais os hormônios não são totalmente exclusivos de cada sexo, as glândulas sexuais bem como as supra-renais de ambos os sexos produzem estrógeno e testosterona, em níveis de concentração tolerantes e adequados ao desenvolvimento masculino e feminino.<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.brasilescola.com/sexualidade/puberdade.htm" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/25/puberdade--mudancas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=84488">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/25/puberdade--mudancas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/25/puberdade--mudancas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 25 Jul 2009 14:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/25/puberdade--mudancas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Puberdade - Introdução]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/24/puberdade--introducao]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 24/7/2009 21:09 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>A puberdade é um período de transição do desenvolvimento humano, correspondente à passagem da fase da infância para a adolescência, circunstanciada por transformações biológicas de âmbito comportamental e corpóreo, conferindo pelo surgimento dos caracteres sexuais secundários diferenciados de acordo com o gênero. <br />
<br />
No organismo masculino tais variações da maturação geralmente ocorrem entre a faixa etária dos 12 aos 14 anos de idade, e para o biótipo feminino esse marco caracteriza-se a partir da primeira menstruação, também denominada de menarca, conferindo maturidade por volta dos 10 aos 13 anos de idade. <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/24/puberdade--introducao">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=84487">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/24/puberdade--introducao#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/24/puberdade--introducao]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 24 Jul 2009 21:09:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/24/puberdade--introducao]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Especialistas tiram 10 dúvidas sobre o sexo anal]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/20/especialistas-tiram-10-duvidas-sobre-o-sexo-anal]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 20/7/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>O Terra levantou 10 perguntas frequentes quando o assunto é sexo anal. Para responder, foram convidados três especialistas: a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, do Rio de Janeiro, autora do livro A Cama na Varanda (Best Seller); o urologista, sexólogo e terapeuta sexual Celso Marzano, diretor do Cedes (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade), autor do livro O Prazer Secreto (Editora Eden) sobre sexo anal; e a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. Confira: <br />
<br />
<img height="357" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Julho/Carla2.jpg" /><br />
<br />
1) Sexo anal dói? Por quê? <br />
A crença de que a estimulação anal, principalmente o coito, tem de machucar ou doer é falsa. A maioria dos praticantes do sexo anal não tem dor alguma. Esse medo assusta e afugenta a maioria das pessoas desta prática sexual. Entre os homossexuais, cuja prática anal é constante, a dor é praticamente ausente. Se presente em pequena intensidade e só na penetração, não atrapalha o prazer. Portanto, Marzano alerta: sempre que existir dor significa que algo está inadequado naquele momento. <br />
<br />
2) Com o tempo a dor passa? <br />
Tudo o que acontece na vida, tanto as experiências positivas quanto as negativas, influenciam as emoções e a resposta sexual. Experiências sexuais traumáticas, por exemplo, marcam e sempre são lembradas em ocasiões semelhantes. No entanto, o fato de ter ocorrido dor ou desconforto em certa ocasião sexual (como sexo anal) não significa obrigatoriamente que as mesmas sensações voltarão. Não é somente o desejo de ter uma relação anal que impede o desconforto. São necessários outros parâmetros para o total relaxamento muscular. <br />
<br />
Uma tensão anal crônica por obstipação, fissuras anais ou hemorroidas inflamadas são as causas mais comuns de desconforto durante o sexo. A tensão pode diminuir com manobras tipo toque digital na pele ao redor do ânus, por lubrificantes à base de água, por respiração relaxante, pela certeza de que o parceiro não será intempestivo e agressivo ou por masturbação simultânea. Em resumo, qualquer atividade que tire a ideia da dor poderá ter como resultado uma nova oportunidade erótica, com maior entrega sexual, sem dor ou traumas, independentemente de antecedentes desconfortáveis. <br />
<br />
3) Mulheres podem ter prazer com o sexo anal? <br />
Homens e mulheres podem e chegam ao orgasmo com frequência no sexo anal, segundo os especialistas. Marzano conta que, em entrevistas com praticantes, muitos relatam orgasmos com uma estimulação genital concomitante. Outros não chegam ao ápice, mas não veem nisso uma derrota, e sim uma forma de aproximação, carinho e amor. As mulheres têm maior possibilidade do orgasmo quando praticam contrações musculares da vagina e da região pélvica, que aumentam a sua excitação, somada ao efeito da fantasia excitante de estar sendo penetrada. &quot;Estimular o clitóris também é um caminho para se chegar ao orgasmo no sexo anal&quot;, diz Carla Cecarello.</p>		<p>A excitação aumenta também no sexo anal quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação. Segundo Marzano, existem depoimentos claros, tanto de homens como de mulheres, que relatam ter orgasmos sem qualquer outra estimulação concomitante. A experiência, a excitabilidade e a erotização individual do ser humano, portanto, é que determinam estas diferenças na resposta sexual. <br />
<br />
4) Existe uma posição ideal? <br />
A melhor posição sexual para a prática do sexo anal é aquela em que os parceiros ficam descontraídos e relaxados. A tentativa e o experimentar são válidos para se saber qual é a melhor posição dos corpos, em que a penetração é facilitada, sem dificuldades e sem dor. Estes são os parâmetros para uma realização sexual também no sexo anal. Segundos os praticantes, uma posição confortável é deitado lado a lado (o penetrado fica de costas para o parceiro). <br />
<br />
5) É preciso usar camisinha sempre? Por quê? <br />
A camisinha é a melhor prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis e o mais importante recurso na prevenção contra a Aids. No Brasil, são fabricadas cerca de 25 milhões de unidades por mês. Deve ser usada para evitar que o sangue, esperma e outras secreções passem de um parceiro para o outro. &quot;No sexo anal, seu uso é obrigatório, já que a mucosa anal absorve facilmente vírus e bactérias. Além disso, há restos de fezes que podem entrar no canal da uretra, se depositar ali e causar coceiras e corrimentos no homem&quot;, explica Carla. <br />
<br />
Mas nem sempre o método é bem aceito pelos parceiros, que alegam diminuição do prazer. &quot;Fala-se, popularmente, que é como chupar bala com papel, o que não é verdade, devido à alta qualidade dos preservativos atualmente, com texturas apropriadas e espessuras muito finas, que não tiram o prazer nem diminuem a sensibilidade&quot;, completa Marzano. <br />
<br />
6) A vagina pode ser penetrada após o sexo anal? <br />
Nunca após a penetração anal deve existir penetração vaginal. Também a manipulação com os dedos no ânus nunca deve ser seguida de manipulações vaginais. Tanto o pênis, como os dedos e vibradores, se penetrados no ânus, com ou sem camisinha, são contaminados com fezes ou com secreções fecais, nem sempre visíveis, e não devem ser sugados ou penetrados na vagina ou na boca. De acordo com Marzano, essas contaminações e infecções podem ser graves levando a consequências sérias, como infertilidade, pelviperitonite (infecção da região da bacia e abdome) com ou sem cirurgia, dores e tratamentos longos com antibióticos. <br />
<br />
7) Sexo anal causa hemorroida? <br />
Sexo anal, ao contrário do que muitos imaginam, não provoca hemorroidas, segundo Marzano. &quot;Isso é mito, vem de uma crença e de educação preconceituosas de que o sexo é só para reprodução, portanto, só vaginal.&quot; Entretanto, se o sexo anal for praticado no período de inflamação da hemorroida, agravará o quadro, além de causar muita dor. <br />
<br />
Hemorroidas são tecidos que contêm veias e que estão localizados nas paredes do reto e do ânus. Podem inflamar e desenvolver um coágulo sanguíneo (trombo), sangrar ou tornar-se dilatadas e protuberantes. As que permanecem no ânus são denominadas hemorroidas internas e aquelas que se projetam para fora do ânus são as externas. &quot;Mais de 80% da população convive com elas, mas, por medo ou vergonha, poucas pessoas procuram ajuda médica&quot;, relata o urologista. <br />
<br />
8) É perigoso defecar durante o sexo anal? <br />
Segundo especialistas, é difícil. Se houver o preparo anterior com uma evacuação, não existe o risco de defecar no ato. <br />
<br />
9) Se o sexo anal se tornar frequente, é possível ter afrouxamento do ânus e consequente incontinência fecal? <br />
Isso é raro nessa prática sexual. O ânus tem dois esfíncteres musculares em forma de anel que funcionam de forma independente. O esfíncter externo é voluntário (você tem controle dele), já o interno é involuntário. No primeiro, o controle é similar ao dos músculos da mão, isto é, você contrai e relaxa quando quiser. O outro esfíncter é controlado pela parte autônoma do sistema nervoso central, como os músculos do coração. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal. <br />
<br />
Marzano explica que, quando ocorre uma penetração sem que o indivíduo esteja preparado, com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer trauma com ruptura de fibras musculares, gerando dor ou sangramento. Para um relaxamento melhor no ato sexual, muitas vezes um treinamento prévio ajuda. Treinar no banho com a introdução do dedo. &quot;Com o tempo, os músculos responderão à sua vontade, simplesmente conforme você for prestando mais atenção àquela região que você pretende relaxar&quot;, ensina o médico. <br />
<br />
10) O homem que gosta de ser acariciado no ânus pode ser considerado homossexual? <br />
&quot;De forma nenhuma. A região de nádegas e ânus é igual em homens e mulheres, e as sensações ao toque são as mesmas&quot;, explica Marzano. Regina Navarro Lins diz que hoje os homens têm menos pavor de serem estimulados nessa parte do corpo do que antigamente, quando não deixavam chegar perto, já que associavam isso à homossexualidade. &quot;Recebo muitos e-mails de mulheres contando que o parceiro pediu para acariciar o ânus ou penetrá-lo com o dedo. E também de homens dizendo que não são gays, mas gostam disso.&quot; Existe uma preocupação muito grande que isso esteja ligado com a homossexualidade, mas, segundo a sexóloga, não existe relação. &quot;A homossexualidade é caracterizada pela escolha do objeto do amor do mesmo sexo. Além disso, a região anal é uma área com muitas terminações nervosas, altamente erógena para homens e mulheres,&quot; <br />
<br />
Especial para Terra <br />
por Rosana Ferreira <br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3873672-EI1377,00.html" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/20/especialistas-tiram-10-duvidas-sobre-o-sexo-anal">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=83842">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/20/especialistas-tiram-10-duvidas-sobre-o-sexo-anal#comments">Comentários [2]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/20/especialistas-tiram-10-duvidas-sobre-o-sexo-anal]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 20 Jul 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/07/20/especialistas-tiram-10-duvidas-sobre-o-sexo-anal]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Orgasmo!]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/05/orgasmo]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 5/6/2009 8:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Popularmente conhecido como gozar. Sensação intensa de prazer que é acompanhada de uma série de reações fisiológicas e que ocorre habitualmente com o culminar de uma interação sexual seja durante uma relação sexual, seja durante a masturbação. <br />
<br />
Pode ocorrer através da estimulação da vagina, do pênis, do ânus, mas também de qualquer outra parte do corpo. No orgasmo dá-se a liberação de toda a energia que se foi acumulando ao longo da experiência sexual. É a mais curta, mas também a mais intensa, de todas as fases do ciclo de resposta sexual, não tendo habitualmente mais do que um minuto de duração. Ocorre após as fases do desejo, excitação e antecede a da resolução.</p>		<p>Do ponto de vista fisiológico, durante o orgasmo, dá-se um aumento do ritmo da respiração e dos batimentos cardíacos, e ocorrem contrações rítmicas dos músculos da região pélvica, nomeadamente do ânus. Dá-se também a perda do controle muscular, o que faz com que surjam espasmos por todo o corpo. No homem, o pênis aumenta ainda um pouco mais de tamanho devido à intensificação do fluxo sanguíneo, enquanto a próstata, as vesículas seminais e a parte superior dos vasos deferentes se contraem de forma a provocar a ejaculação, ou seja, a emissão do esperma, o que ocorre em dois ou três jatos mais fortes, seguidos de mais algumas gotas. <br />
<br />
Apesar de o orgasmo e a ejaculação ocorrerem na maioria das vezes de uma forma simultânea, são acontecimentos distintos. Assim, pode dar-se o caso de um homem atingir o orgasmo e não ejacular, por exemplo, por alguma situação que provoque uma ejaculação retrógrada (libertação do esperma para a bexiga).<br />
<br />
Nas mulheres, dão-se entre três e quinze contrações do útero e do terço exterior da vagina. Através dos estudos exaustivos de dois cientistas norte-americanos, Masters e Johnson, sobre o ciclo de resposta sexual humano na década de 60, foi possível demonstrar que as mulheres podiam obter prazer sexual de diversas formas, ou seja, através da estimulação da vagina e do clitóris.<br />
<br />
Obviamente que o orgasmo é muito mais do que apenas uma reação fisiológica e corporal. Aquilo que o caracteriza por excelência é o fato de proporcionar sensações de grande prazer, sensações estas que são vividas por diferentes pessoas de diferentes formas. Existe a tendência para se apontar o fato de que as mulheres são capazes de ter múltiplos orgasmos, enquanto os homens estão limitados a ter apenas um em cada relação sexual. Isto seria devido ao período refratário, durante o qual eles estariam impossibilitados de se excitar e voltar a obter um orgasmo. Ainda que esta seja a situação da maioria das pessoas, a verdade é que muitas mulheres apenas conseguem ter um orgasmo da cada vez, e alguns homens conseguem ter vários seguidos. <br />
<br />
Não se deve esquecer que, como em muitas outras áreas, na sexualidade não existem normas, apenas variáveis, e cada pessoa é um caso particular na forma como vivencia sua vida sexual. Por outro lado, existem maneiras de treinar a sexualidade de forma a poder obter dela uma maior satisfação. <br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/05/orgasmo">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=79657">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/05/orgasmo#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/05/orgasmo]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 05 Jun 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/06/05/orgasmo]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Nota sobre a Homossexualidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/27/nota-sobre-a-homossexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 27/5/2009 14:57 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Recente pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo, divulgada em maio de 2009, afirma que 45% dos brasileiros, quase metade! , assume ter preconceito médio ou alto contra gays. É um número alto, o que me fez parar e (re) pensar a homossexualidade.<br />
<br />
<img alt="" width="300" height="345" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maio/arcoiris_simboloshomem-754449.jpg" /><br />
<br />
Sexualidade são as experiências da vida. É a auto-realização de viver o que se é. É, também, a vivência do masculino e do feminino. É o aspecto central da qualidade de ser pessoa, através do qual o individuo ama, comunica-se, tem prazer e procria. Assim, pode-se dizer que as funções da sexualidade são três: prazer, comunicação e reprodução. Para exercer estas três funções é preciso sentir-se pessoa, identificar-se. <br /></p>		<p>Assim como as funções, a sexualidade também possui orientações, as quais norteiam o desejo sexual do indivíduo. Desejo sexual são sentimentos desenvolvidos a partir de fatores ambientais (local onde o indivíduo se desenvolve &ndash; família, escola), cognitivos (fenômenos psicológicos &ndash; imagens, representações, pensamento) e biológicos (corpo, físico &ndash; masculino, feminino), formando o conjunto das expressões naturais da pessoa sexuada, levando em consideração seus desejos e fantasias (resposta erótica da pessoa). O desejo sexual se apresenta de três maneiras: pode ser heterossexual (desejo por indivíduo do sexo oposto), homossexual (desejo por indivíduo do mesmo sexo) ou bissexual (desejo por indivíduos do mesmo sexo e do sexo oposto).<br />
<br />
O comportamento homossexual apresenta três características: ativo (que exerce ação de penetrar), passivo (que sofre a ação de penetrar) ou híbrido (que sofre e exerce a ação de penetrar). Sendo assim, o comportamento pode se apresentar de forma estável (que se apresenta permanente) ou circunstancial (que depende de lugar, tempo e desejo). <br />
Assim, a dificuldade em ser homossexual não está no desejo em si, mas sim na rejeição social (45%!). Logo, vale lembrar que a pessoa não escolhe a orientação do desejo. Não há opção. A sexualidade simplesmente é! <br />
<br />
Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloga e Sexóloga do Projeto AmbSex<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/27/nota-sobre-a-homossexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=78723">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/27/nota-sobre-a-homossexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/27/nota-sobre-a-homossexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 27 May 2009 14:57:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/27/nota-sobre-a-homossexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Francine, do BBB, teria influenciado jovens a fazer sexo anal]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/02/francine-do-bbb-teria-influenciado-jovens-a-fazer-sexo-anal]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 2/5/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Desde que o vídeo da &ldquo;aula&rdquo; em que a ex-BBB Francine dá dicas de como fazer sexo anal caiu na rede, o assunto vem pipocando nas esquinas, nas conversas de bar, na hora do cafezinho.<br />
<br />
A espontaneidade da menina fez com que muita gente baixasse a guarda para falar sobre o assunto - e se interessasse pela coisa.<br />
<br />
<img height="357" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maio/Carla2.jpg" /><br />
<br />
Pensando nisso, o Vila Dois foi atrás de uma expert no assunto, a sexóloga Carla Cecarello, também conhecida pelos trabalhos na televisão e vídeos na Internet.<br /></p>		<p>Carla trabalha há 20 anos com sexualidade e hoje coordena o projeto Ambsex. Quando o assunto é sexo anal, ela fala com naturalidade. E dá dicas para quem nunca tentou, mas morre de curiosidade. &ldquo;A mulher precisa comunicar a intenção e deixar claro que nunca fez, mas gostaria de experimentar. E o homem deve agir com delicadeza, para não traumatizar. Ele deve pensar que se fosse &lsquo;no dele&rsquo;, iria querer com cuidado&rdquo;, afirma, dando a dica para um bom argumento na hora em que parceiro agir de maneira brusca.<br />
<br />
A primeira indicação de Carla é sempre usar camisinha. As razões podem parecer óbvias, mas é sempre bom lembrar que a mucosa do ânus é muito sensível e absorve bactérias, infecções e vírus com ainda mais facilidade que a da vagina. O próximo passo depois da segurança é pensar na lubrificação. &ldquo;Nunca use xilocaína ou vaselina. O ideal é um gel à base de água, como o KY&rdquo;, indica.<br />
<br />
Com isso pronto, hora de partir para a ação. Carla explica que o sexo anal jamais deve ser feito pela primeira vez sem que o corpo esteja preparado. E avisa que é preciso &ldquo;ensinar&rdquo; o ânus a relaxar. &ldquo;Na primeira tentativa, o homem deve colocar metade do dedo no ânus da companheira e não se esquecer de estimular o clitóris. Na semana seguinte, pode tentar o dedo inteiro. Depois, pode partir para dois dedos pela metade e então os dois inteiros. Numa outra tentativa, deve iniciar o movimento tira-põe&rdquo;, detalha.<br />
<br />
Apenas depois disso é que o pênis entra em ação, mas apenas a glande. &ldquo;Nada é feito com rapidez. Numa noite o homem coloca a cabeça do pênis. Na outra, o pênis todo, ainda sem mexer. E aí por diante, com muita paciência. É preciso fazer tudo com muito cuidado&rdquo;. É normal que o ânus se contraia, involuntariamente, a qualquer toque. Por isso, as fases são fundamentais até que a mulher se sinta confortável para a prática.<br />
<br />
Para que o sexo anal aconteça, é preciso que a intimidade entre o casal seja enorme. Carla não indica que mulheres com problemas de intestino preso, em período de ovulação ou num dia de muitas cólicas façam o sexo anal. &ldquo;Esse tipo de sexo não faz mal, mas nessas situações pode gerar um incômodo desnecessário&rdquo;.<br />
<br />
Ela lembra ainda que o sexo anal não pode ser feito com a mesma freqüência que o sexo vaginal. Uma ou duas vezes por semana é o mais indicado. Outra informação importante é jamais tirar o pênis do ânus e colocar na vagina. &ldquo;É preciso trocar a camisinha antes de continuar&rdquo;.<br />
<br />
A melhor posição para quem nunca fez deve ser a mais confortável possível. &ldquo;A mulher jamais deve sentar com o ânus no pênis. O impacto é muito grande a dor também. De ladinho ou de joelhos são posições mais indicadas&rdquo;.<br />
<br />
Mesmo com tanta informação on-line e nas revistas femininas, o sexo anal ainda é cercado de tabus e estigmas. &ldquo;A mulher não faz porque acha que a prática é coisa de garota de programa, de prostituta. Mas esquece que o homem adora&rdquo;. E ele gosta porque além da vista espetacular que tem do corpo feminino, fica no controle da situação. Fora isso, o fato de o ânus ser mais apertado que a vagina exerce uma pressão grande sobre o pênis, gerando muito prazer para ele.<br />
<br />
Mas para que o prazer seja também seu, é preciso muita estimulação. &ldquo;O clitóris deve ser manipulado ao mesmo tempo da penetração anal para garantir que os dois alcancem o orgasmo&rdquo;, finaliza Carla. Não ter medo de tentar (e saber que está livre para negar) pode ser o primeiro grande estímulo!<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.ai5piaui.com/noticia.php?id=10707" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/02/francine-do-bbb-teria-influenciado-jovens-a-fazer-sexo-anal">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=76030">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/02/francine-do-bbb-teria-influenciado-jovens-a-fazer-sexo-anal#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/02/francine-do-bbb-teria-influenciado-jovens-a-fazer-sexo-anal]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sat, 02 May 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/05/02/francine-do-bbb-teria-influenciado-jovens-a-fazer-sexo-anal]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Sexualidade e o Deficiente Físico]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/28/a-sexualidade-e-o-deficiente-fisico]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 28/4/2009 8:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Depois da sobrevivência, não existe nada mais importante a ser resolvido, para os homens, do que os problemas relacionados à disfunção eretiva do pênis. O homem que se torna deficiente físico deve observar se existe a presença de ereções penianas espontâneas, as chamadas ereções reflexas, e como e quando elas ocorrem.<br />
<br />
<img height="508" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/sexo-e-def.jpg" /><br />
<br />
As ereções deste tipo não têm ligação direta com a excitação sexual; podem aparecer por estimulação proprioceptiva da uretra, por exemplo, quando a bexiga está cheia, ou por estimulação tátil, quando o órgão sexual recebe estimulação direta. Este tipo de ereção é comum em paraplégicos e tetraplégicos espásticos, aqueles que têm movimentos involuntários de braços ou de pernas.<br /></p>		<p>Os homens deficientes físicos ou não, independente da orientação hetero ou homossexual, em geral atribuem essencial importância ao desempenho fálico (do pênis) quando avaliam a si mesmos, identificam o masculino, o macho, com o órgão sexual. Mesmo que não tenham sensibilidade genital, mesmo que consigam satisfazer suas parceiras utilizando o corpo todo, mesmo que sejam amados com ardor, se não tem um nível de controle da ereção, sentem-se impotentes, não somente para o sexo, mas muitas vezes para todo tipo de relacionamento mais íntimo. <br />
<br />
A grande maioria dos deficientes físicos não apresenta disfunção erétil. Apenas quando há alterações circulatórias importantes e nas lesões graves do sistema nervoso central podemos encontrar disfunções eretivas. Vale lembrar que hoje existe tratamento eficaz para quase todos os problemas sexuais de causa orgânica.<br />
<br />
Nas lesões medulares, dependendo da região que foi danificada, o homem pode, no período de excitação, continuar apresentando a chamada &ldquo;ereção psicogênica&rdquo;, ou ereção provocada pelas fantasias sexuais; aquela que surge quando a pessoa assiste a filmes eróticos ou lê revistas pornográficas, por exemplo.<br />
<br />
Existe um fenômeno trágico nas primeiras tentativas sexuais de lesados medulares, que ocorre quando o homem percebe que tem ereções durante a masturbação. Quando toca com as mãos o seu pênis, ele percebe que a ereção é rígida, e tudo parece indicar que sua sexualidade não foi afetada. Então, tendo uma parceira, ele investe nas preliminares, e também constata que, enquanto sua parceira manipula seu órgão, seja de forma oral ou manual, continua tendo ereções de boa qualidade, porém, quando tenta realizar uma penetração, após alguns minutos, perde a ereção. Ele volta a manipular o pênis e tem ereção, mas por mais que tente não consegue completar o coito.<br />
<br />
O homem não compreende que pode ter &ldquo;falhado&rdquo;; sente-se excitado e com desejo intenso de penetrar sua parceira. Sabe que o problema não é falta de vontade, não é depressão, não é nada com sua parceira, sente-se potente, porém tem a realidade da perda eretiva e o medo da rejeição. A parceira não compreende, pode sentir-se insegura e atacar seu parceiro, ou passar a se culpar. O sexo torna-se um tormento, e, pasmem, o único vilão desta história quase nunca é descoberto.<br />
É muito difícil manter o mesmo estímulo do pênis na relação com penetração quando somente a ereção reflexa está preservada. Sua ereção psicogênica, aquela obtida sem que ocorra contato com a genitália, está lesada, então quando o homem muda de posição, o estímulo é cortado bruscamente, sendo quase impossível evitar o frustrante corte da excitação do casal.<br />
<br />
Outro problema sério é que, infelizmente, algumas disfunções sexuais são agravadas por procedimentos invasivos, ocorridos no período de hospitalização e/ou na fase de reabilitação, como, por exemplo, as infecções urinárias e do trato genital, a presença de fístulas uretrais, a utilização de práticas para o controle da espasticidade através de cirurgias nos nervos periféricos e as infiltrações nervosas com álcool ou fenol. Estes tratamentos das seqüelas são mais prejudiciais para a função sexual do que a própria deficiência física. A maioria dos médicos se esquece de informar aos pacientes dos riscos da utilização destes recursos.<br />
<br />
O sentimento psíquico de impotência e inadequação demanda questões mais amplas ligadas ao resgate da identidade pessoal; toda história pessoal, sua forma de ver o mundo e os outros, suas crenças, seus valores e seus medos sofrem uma revolução.<br />
<br />
A única saída é utilizar todo o seu potencial tentando dar maior objetividade ao problema, evitando ambigüidades e falsas interpretações. O que o deficiente físico mais necessita é clareza de idéias para que possa tomar ele mesmo as decisões sobre o procedimento que mais lhe convém. E quem participar deste resgaste, seja um profissional, um familiar, ou um(a) parceiro(a) sexual, precisa desenvolver um grau mais adequado de envolvimento com sua problemática global para assim poder atuar de forma empática e relamente mobilizadora.<br />
<br />
Texto extraído do livro: A Revolução Sexual Sobre Rodas<br />
Autor: Fabiano Pulhmann<br />
Editora: Nome da Rosa<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/28/a-sexualidade-e-o-deficiente-fisico">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=75681">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/28/a-sexualidade-e-o-deficiente-fisico#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/28/a-sexualidade-e-o-deficiente-fisico]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 28 Apr 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/28/a-sexualidade-e-o-deficiente-fisico]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Posições Sexuais - Queixas e Soluções - Parte 2]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/20/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-2]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 20/4/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong><img height="343" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/kamasutra_antigamente.jpg" /><br />
<br />
De costas para ele<br />
</strong><br />
QUEIXA 1 <br />
&ldquo;É excitante, mas meu clitóris não recebe tanto estímulo.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Nada que você fizer nessa posição vai mudar a localização do seu clitóris &mdash; mas você pode tentar uma variação mais excitante. Se ele estiver de joelhos, apoiado nos calcanhares, sente-se no colo dele, como se fosse uma cadeira. Apóie os pés fora da cama para controlar o movimento e manter o equilíbrio &ndash; você conseguirá, então, subir e descer. Se você achar que essa posição requer tanto esforço quanto uma série de musculação na academia, bem, é isso mesmo. Mas é tão gostoso que você nem vai perceber estar trabalhando as coxas e as panturrilhas. <br />
<br /></p>		<p>QUEIXA 2 <br />
&ldquo;Sinto falta de ver o rosto dele e tocar seu corpo. Me parece impessoal demais.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO O mais bacana de ele estar atrás é que suas costas ficam expostas a um monte de sensações eróticas que normalmente só se sente pela frente. Mais: a posição desperta um sentimento safado excitante. Para não sacrificar a intimidade, fique de bruços e deixe que ele se deite sobre você &ndash; sem amassá-la, é claro. &ldquo;É bem íntimo porque proporciona muito contato de pele&rdquo;, diz David Taylor, professor de sexualidade do Miraval Life in Balance Resort, nos EUA. Mesmo que você não veja o rosto dele, poderá ouvir sua respiração ofegante e sentir seu corpo quente e suado.<br />
<br />
<strong>Você por cima</strong><br />
<br />
QUEIXA 1 <br />
&ldquo;Não consigo estimular o ponto G.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Essa é a melhor forma de você controlar o ritmo e o nível de penetração, além de ser ideal para manter o contato do pênis com o clitóris. Mas, se você não abre mão do orgasmo do ponto G, não há o que fazer. O ponto G é um emaranhado de nervos localizado de 2,5 a 5 centímetros acima do canal da vagina. Ele fica fora do alvo do pênis se você estiver inclinada para a frente ou sentada com as costas eretas, o que a maioria de nós faz. &ldquo;Tente curvar-se para trás, apoiando as mãos na cama ou nas coxas dele&rdquo;, afirma Carla. &ldquo;Ou peça para ele flexionar os joelhos e suspendê-la, de forma que você possa se encostar nas pernas dele.&rdquo; <br />
<br />
QUEIXA 2 <br />
&ldquo;Meu corpo inteiro chacoalha e não me sinto nada sexy.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Esqueça tudo que você já ouviu falar sobre a espontaneidade de transar com as luzes acesas e desligue o maldito interruptor &ndash; mesmo o do abajur. &ldquo;Se você não consegue se soltar na cama, fazer sexo no escuro vai ajudá-la a esquecer os defeitos que acha ter&rdquo;, diz Ian Kerner, terapeuta sexual de Nova York e autor de She Comes First (Ela chega primeiro), sem tradução em português. &ldquo;Não há sentido em forçar essa autoconfiança se você não fica feliz.&rdquo; Quando estiver pronta, acenda uma vela. Então, uma luz, depois outra, até sentir-se confortável o suficiente para chacoalhar à vontade à luz do dia &ndash; quem sabe na praia?<br />
<br />
<strong>De ladinho<br />
</strong><br />
QUEIXA 1 <br />
&ldquo;Escolhemos essa posição quando estamos exaustos. Não é lá muito empolgante.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Transar com sono não faz muito sucesso, principalmente ao acordar, logo de manhãzinha. A versão &ldquo;de ladinho separado&rdquo; é mais excitante &ndash; e não requer nenhum esforço extra. Você se deita de costas e ele de lado, perpendicular a você, de maneira que os corpos formem um T, como se seu tronco fosse a haste mais comprida da letra. Coloque uma perna sobre o ombro dele e a outra sobre a batata da perna dele. Você pode controlar a estimulação deixando as pernas mais abertas ou fechadas.<br />
<br />
QUEIXA 2 <br />
&ldquo;Não sei o que fazer com tantos braços e pernas entre nós.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Aquele monte de membros intrusos atrapalha o encaixe entre os corpos. &ldquo;Para se livrar deles, experimente ficar de conchinha&rdquo;, afirma a americana Patti Britton, terapeuta sexual e autora do livro The Art of Sex Coaching (As lições da arte do sexo), sem tradução para o português. Vocês dois se deitam de lado, com você de costas, sendo penetrada por trás. Já que você não está olhando para ele, seus braços não atrapalham. &ldquo;Nessa variação, será mais fácil ele tocar seus seios e seu clitóris. É uma posição bastante intimista.&rdquo;<br />
<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/20/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-2">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74734">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/20/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-2#comments">Comentários [2]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/20/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-2]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 20 Apr 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/20/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-2]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Posições Sexuais - Queixas e Soluções - Parte 1]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/19/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-1]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 19/4/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong><img height="256" alt="" width="384" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/posicoes-sexuais-.jpg" /><br />
<br />
De pé<br />
</strong><br />
QUEIXA 1 <br />
&ldquo;Como sou mais baixa, ele precisa me levantar. Mas ele se cansa e sinto que vai me derrubar.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Primeiro, confie no cara. Se ele não agüentar, vai mudar de posição para evitar o mico de derrubá-la no chão &mdash; pelo menos a gente espera que ele faça isso. &ldquo;Se não quiser correr riscos, escore-se em algum lugar seguro: pia, balcão, mesa, sofá...&rdquo;, diz a ginecologista Francieli Minotto, especialista em sexualidade pela USP. Para aumentar o prazer, sente-se na beirada, de forma que o clitóris tenha mais contato com o pênis. <br />
<br /></p>		<p>QUEIXA 2 <br />
&ldquo;Nós temos quase a mesma estatura e o sexo só funciona se fico na ponta dos pés. Minha batata da perna dói muito.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Orgasmos já são suficientemente elusivos sem que você precise se equilibrar na ponta dos pés. Conquiste os centímetros necessários para o encaixe perfeito da pélvis subindo nas tamancas &ndash; literalmente. Vale escarpim, plataforma, bota, tanto faz. Não tem um sapato alto o suficiente? Compre um par barato (mas estável) só para esse fim. Você nunca precisará calçá-los fora de casa e seu namorado ou marido ficará excitado ao vê-la nua com uma sandália de salto alto. Afinal, por algum motivo indecifrável, eles parecem achar esse figurino sexy.<br />
<br />
<strong>Papai-e-mamãe</strong><br />
<br />
QUEIXA 1 <br />
&ldquo;Não chego ao orgasmo porque não consigo me mexer como preciso.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO Para ganhar mais espaço &mdash; e movimentar os quadris ou alcançar o clitóris com seus dedos &ndash;, peça para ele se sentar sobre os calcanhares. Então, deite-se de costas em cima de uma pilha de travesseiros e deixe que ele se encaixe no meio de suas pernas, segurando seus quadris e puxando sua pélvis na direção do pênis. Você pode apoiar os pés na cama para ajudar no balanço ou envolver os quadris dele com suas pernas. Use travesseiros para apoiar sua cabeça e evitar que o sangue desça todo para lá. <br />
<br />
QUEIXA 2 <br />
&ldquo;Fica difícil respirar quando ele está por cima e solta o corpo.&rdquo;<br />
<br />
SOLUÇÃO É impossível curtir o rala-e-rola quando falta oxigênio. &ldquo;Peça para ele segurar o próprio peso com os antebraços e não esmagar você lá embaixo&rdquo;, sugere a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade (Ambsex). &ldquo;Não tem problema nenhum dar um toque com delicadeza.&rdquo; Coloque suas mãos no peito dele para que ele não solte o corpo e mantenha distância &ndash; os homens ficam ainda mais preguiçosos do que nós. O pênis vai se mover mais para baixo, em direção ao cóccix, o que facilita a fricção do clitóris.<br />
<br />
Fonte: http://revistawomenshealth.abril.com.br/edicao/002/sexo-spice-girls.shtml<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/19/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-1">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74733">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/19/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-1#comments">Comentários [1]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/19/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-1]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 19 Apr 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/19/posicoes-sexuais--queixas-e-solucoes--parte-1]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Resgate seu desejo Sexual]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/15/resgate-seu-desejo-sexual]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 15/4/2009 20:34 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Você pode enumerar milhares de desculpas para justificar sua falta de disposição para o sexo: filhos, trabalho, problemas financeiros, etc. Mas saiba que nenhuma delas pode ser mais forte que sua natureza. &quot;É comum a perda de desejo, mas não é natural. A mulher foi feita para ter desejo, se isso não está acontecendo é porque há algum fator interferindo&quot;, afirma a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello.<br /></p>		<p>Os fatores que podem alterar a vida sexual estão divididos em dois grupos: orgânicos e psicológicos. Por isso, o melhor é primeiro procurar um médico para descartar hipóteses como depressão e efeitos da menopausa. Já os problemas psicológicos seguem uma lista imensa que vão desde a rotina aos conflitos conjugais. Neste caso, uma terapia, de preferência com um profissional especializado em sexualidade, é a saída mais indicada.<br />
<br />
No entanto, se o casal se unir também é possível resgatar esse desejo adormecido e um dos segredos está na renovação. &quot;Depois de sete anos de casamento a fase do conhecimento do corpo é superada. Portanto, a relação sexual tem que ser reinventada e precisa se tornar mais longa e profunda&quot;, explica a terapeuta Cláudya Toledo.<br />
<br />
De acordo com Carla Cecarello, o diálogo é a melhor forma de descobrir alternativas para o casal. &quot;O homem gosta de falar sobre sexo e ele pode dar dicas valiosas. Mas a mulher precisa perguntar, fazê-lo falar, senão ele pode passar anos guardando uma fantasia somente para ele&quot;, adverte.<br />
<br />
Um dos caminhos que pode ser seguido por quem está em busca de novidades é o que leva ao sexo tântrico. &quot;As técnicas do sexo tântrico oferecem um cardápio sexual muito variado para o casal&quot;, afirma Cláudya. E para quem não conhece nada sobre o assunto, ela indica o filme Terapia do Prazer, no qual um casal descobre alternativas para reaquecer a paixão na cama.<br />
<br />
Um exercício simples, que segue a &quot;cartilha&quot; do sexo tântrico, é o toque elétrico. Segundo a terapeuta de casais, basta passar as mãos bem devagar no corpo do parceiro, mas sem tocar. O outro deve estar nu e no caso da mulher que quer energizar o homem, o movimento deve ser feito no sentido dos pés à cabeça, primeiro de costas, depois de frente, três vezes cada. Já o homem deve fazer essa &quot;corrente energética&quot; na mulher no sentido oposto, da cabeça para os pés.<br />
<br />
&quot;Essa prática tântrica toca no campo sutil do corpo e faz com que a energia do homem e a da mulher se equilibrem&quot;, explica Cláudya.<br />
<br />
Segundo Cláudya, às vezes a falta de desejo é momentânea e pode ser resolvida com uma simples noite de sono. &quot;Pode ser apenas cansaço. Então, peça para alguém ficar com suas crianças e relaxe&quot;, aconselha.<br />
<br />
A terapeuta dá ainda outras dicas para resgatar sua energia:<br />
- Ative suas percepções: ouça músicas, dance na frente do espelho;<br />
- Tome sol: principalmente na região do baixo ventre (o quadril);<br />
- Banhe-se: vale o chuveiro, a banheira, o mar ou até mesmo uma cachoeira;<br />
- Faça atividades físicas;<br />
- Massageie-se: isso pode ser feito no momento em que estiver passando hidratante.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/15/resgate-seu-desejo-sexual">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74531">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/15/resgate-seu-desejo-sexual#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/15/resgate-seu-desejo-sexual]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Wed, 15 Apr 2009 20:34:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/15/resgate-seu-desejo-sexual]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Para levar o homem ao delírio - matéria Portal Sem Pudor]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/14/para-levar-o-homem-ao-delirio--materia-portal-sem-pudor]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 14/4/2009 14:27 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Se em toda nova relação de sexo oral surge aquela dúvida &quot;como começo?&quot;, prepare-se para aprender o passo-a-passo. Depois deste guia prático, você vai se considerar uma expert. Portanto, mãos e lábios à obra.<br />
<br />
Com as mãos, faça movimentos de vaivém na base do pênis. &quot;Isso ajuda a ter noção do tamanho do para saber quanto colocar na boca&quot;, ensina a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello.<br />
<br /></p>		<p>Ainda segurando a base do pênis, alterne beijinhos leves e beijos molhados de baixo para cima. Enrijeça os lábios no formato do pênis e com movimentos ritmados chupe-o por alguns instantes.<br />
<br />
Suba e desça a língua por todo o pênis, mas se concentre na glande, porque é a parte mais sensível e, conseqüentemente, a que dá mais tesão. Chupe a cabeça do pênis como se fosse um delicado pirulito; alterne lábios, língua e beijos sempre.<br />
<br />
Não se esqueça de estimular os testículos ao mesmo tempo. &quot;Encha a mão com os testículos, mas tome cuidado para não apertar com força, porque é uma região sensível&quot;, diz Carla.<br />
<br />
Embora pequenas mordidas excitem e apimentem a transa, é fundamental ficar alerta para não perder a medida e acabar machucando o pênis do parceiro.<br />
<br />
Uma dica de ouro para o oral bem sucedido é fazê-lo com vontade. &quot;A mulher deve ficar na posição em que ele veja o rosto dela para sentir prazer&quot;, diz a personal sex trainer Fátima Moura.<br />
<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.sempudor.com.br/menu.aspx?id=21&name_menu=Para%20levar%20o%20homem%20ao%20del%C3%ADrio" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/14/para-levar-o-homem-ao-delirio--materia-portal-sem-pudor">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=74355">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/14/para-levar-o-homem-ao-delirio--materia-portal-sem-pudor#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/14/para-levar-o-homem-ao-delirio--materia-portal-sem-pudor]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 14 Apr 2009 14:27:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/14/para-levar-o-homem-ao-delirio--materia-portal-sem-pudor]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Herpes Genital]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/13/herpes-genital]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 13/4/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>É uma doença sexualmente transmissível causada pela infecção por dois vírus, que são o HERPES SIMPLEX 1 E HERPES SIMPLEX 2. Apesar da infecção por ambos os vírus poder provocar sintomas na região genital, o primeiro está mais associado com a boca e o nariz, enquanto o segundo é mais freqüentemente encontrado nos órgãos sexuais e no ânus. A sua transmissão pode ocorrer através da penetração vaginal, do sexo oral e do sexo anal, mas também através do beijo, de algumas carícias. Durante a gravidez, a situação pode ser grave para o feto, levando a danos cerebrais na criança ou mesmo ao aborto espontâneo.<br />
<br />
Os primeiros sintomas do herpes são o aparecimento de várias bolhas na região genital que estouram, provocando comichão, ardor e sensações de queimadura ao urinar. Por vezes, surgem também febre, dores de cabeça, cansaço e dores musculares. Habitualmente esses sintomas aparecem cinco a oito dias após o contágio e desaparecem de forma espontânea, no prazo de uma a duas semanas. Pode acontecer, no entanto, que ocorra uma infecção sem que a doença se manifeste durante vários anos, ficando em estado latente. Nesse caso, continua a ser possível a transmissão a outros indivíduos.<br /></p>		<p>O herpes não tem cura e tende a tornar-se uma doença crônica, ou seja, ciclicamente surgem bolhas que depois estouram e secam. Aparecem, regra geral, devido a vários fatores, tais como o estresse, a alimentação, a exposição ao sol, entre outros. No entanto, existem tratamentos que se podem fazer para diminuir a duração e a gravidade dos sintomas efetuados sempre de acordo com indicação médica.<br />
<br />
É recomendada a abstinência sexual durante todo o processo de aparecimento e desenvolvimento das bolhas, e a utilização do preservativo em outras circunstâncias, ainda que este não seja um método completamente seguro contra a transmissão do herpes. Deve-se também considerar a hipótese de transmitir a doença da zona genital para a zona oral e vice-versa, assim como para o ânus, através do sexo oral e do sexo anal. Especial cuidado deverá ser dirigido à possibilidade de transmissão do herpes para os olhos, nomeadamente através das mãos.<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/13/herpes-genital">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73849">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/13/herpes-genital#comments">Comentários [3]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/13/herpes-genital]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 13 Apr 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/13/herpes-genital]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O ânus]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/12/o-anus]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 12/4/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Cu, Fiofó, Rabo. É assim que é conhecida a abertura do reto para o exterior do corpo que fica localizada na parte traseira do corpo, entre as nádegas. O ânus constitui, assim, o extremo final do aparelho digestivo e é constituído por esfíncteres (músculos em forma de anel) por onde saem as fezes. Esses esfíncteres tem um componente voluntário e involuntário, ou seja, existe algum grau de controle consciente sobre uma parte do ânus, mas não sobre todos os músculos de que é constituído.<br />
<br />
<img height="280" width="233" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/anus2005.jpg" /><br />
<br />
O ânus encontra-se, em termos culturais, fortemente associado com a atividade excretora e com a sujidade. Desde pequenas, as crianças são encorajadas a controlar os seus esfíncteres e a não mexerem no seu ânus, exceto o estritamente necessário em termos de higiene. Assim, não é de estranhar que muitas pessoas não se sintam confortáveis com essa parte do seu corpo. Habitualmente só lhe prestam atenção quando tem algum tipo de problema aí localizado.<br />
<br />
No entanto, o ânus é muito rico em termos de terminações nervosas, o que o torna uma zona muito sensível à estimulação e, portanto, também ao prazer. Daí que muitas pessoas procurem ter prazer com essa parte do corpo. O sexo anal é uma prática relativamente comum, não só entre homens homossexuais, como também em casais heterossexuais e até em animais. Mesmo que não seja praticada a penetração anal, o ânus pode ser estimulado através de carícias.<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/12/o-anus">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73847">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/12/o-anus#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/12/o-anus]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 12 Apr 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/12/o-anus]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como levar uma mulher ao delírio com sexo oral... - matéria do Blog Mulheres Ousadas]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/09/como-levar-uma-mulher-ao-delirio-com-sexo-oral--materia-do-blog-mulheres-ousadas]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 9/4/2009 9:00 por Felipe Botelho</div><br/>		<p>Em toda prática sexual, a mulher precisa de um clima erótico para conseguir atingir o orgasmo. Portanto, não economize esforços para dar o máximo de prazer a ela. Não ter pressa é a chave do sucesso.<br />
<br />
<img height="329" width="400" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/sex-oral.jpg" /><br />
<br />
Primeiro, tire cada peça de roupa dela bem devagar como se isso fosse um jogo. Conduza-a para debaixo do chuveiro e acaricie todo o corpo dela. Então, beije cada centímetro da pele feminina e, quando perceber a excitação, concentre os beijos na parte interna das coxas.<br />
<br /></p>		<p>Neste momento, procure um lugar e uma posição confortável para que você possa explorar a vagina da parceira. Agora é a hora de caprichar nas preliminares. Lamba as coxas, beije o abdome e, por fim, toque a vagina com os lábios.<br />
<br />
Enrijeça a língua e estimule o clitóris. &quot;Os movimentos devem ser ritmados e contínuos para deixá-la cada vez mais excitada&quot;, ensina a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. Ou seja, se você mexer a língua na horizontal e depois na vertical, o resultado será frustrado, porque a mulher tem de ser estimulada sempre com o mesmo movimento.<br />
<br />
A personal sex trainer Fátima Moura afirma que a língua deve acariciar o clitóris inicialmente devagarinho e depois com um pouco mais de força. &quot;É importante ele ficar atento e perceber a intensidade de que a parceira gosta&quot;, diz.<br />
<br />
Quando sentir que ela está com bastante tesão e lubrificada, aproveite para introduzir o dedo na vagina enquanto faz o oral. O segredo é manter as carícias no momento em que a mulher alcança o orgasmo.<br />
<br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/09/como-levar-uma-mulher-ao-delirio-com-sexo-oral--materia-do-blog-mulheres-ousadas">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73465">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/09/como-levar-uma-mulher-ao-delirio-com-sexo-oral--materia-do-blog-mulheres-ousadas#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[felipebot@gmail.com]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/09/como-levar-uma-mulher-ao-delirio-com-sexo-oral--materia-do-blog-mulheres-ousadas]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 09 Apr 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/09/como-levar-uma-mulher-ao-delirio-com-sexo-oral--materia-do-blog-mulheres-ousadas]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pensando o Aborto]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/07/pensando-o-aborto]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 7/4/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Vale deixar claro que o aborto não é um método de anticoncepção. O aborto é a interrupção provocada ou espontânea da gravidez. A sociedade condena sua prática, porém não promove educação sexual. O primeiro passo é falarmos sobre o tema.<br />
<br />
<img height="283" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/aborto1.jpg" alt="" /><br />
<br />
A decisão pelo aborto nunca é fácil. Apesar da legislação brasileira não permitir, o aborto é praticado no Brasil sim! Seja por mulheres de alta ou baixa classe social, por adolescentes, jovens ou adultas, em boas condições de higiene ou não. &ldquo;Em termos de Brasil, calcula-se, na atualidade, que sejam praticados 2,5 milhões de abortos por ano, o que equivaleria a um total de 6850 abortos por dia, 285 por hora e 5 por minuto&rdquo;(Schor, 2002).<br /></p>		<p>O momento requer consenso entre os pais da criança, porém muitas vezes o parceiro abandona a mulher neste momento. O que venho percebendo no consultório é que a prática do aborto pode desencadear algumas dificuldades psicológicas e sexuais na mulher, como: queda da auto-estima, perda do desejo sexual, aversão ao companheiro, culpa, frustração, doenças psicossomáticas e depressão. Causando, assim, dificuldade de aceitação, dificuldade de relacionamento e disfunção sexual.<br />
<br />
O aborto é, sem dúvida, uma situação geradora de stress e ansiedade. É importante que a mulher, ao reconhecer alguma dificuldade procure ajuda especializada. <br />
<br />
Para você pensar melhor sobre a questão, faço a indicação do filme: O Preço de uma escolha ( If these walls could talk), de Cher / Nancy Savoca. Com Demi Moore, Sissy Spacek e Cher. EA, 1996, 97 min, cor. Drama<br />
<br />
Texto e Colaboração - Psicóloga e Sexóloga Carolina Gonçalves de Freitas</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/07/pensando-o-aborto">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73424">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/07/pensando-o-aborto#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/07/pensando-o-aborto]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 07 Apr 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/07/pensando-o-aborto]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Algumas notas sobre Bissexualidade]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/02/algumas-notas-sobre-bissexualidade]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 2/4/2009 10:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Vivemos em um meio cultural que não convive facilmente com as diferenças.<br />
A bissexualidade, é uma das categorias que não estão enquadradas nos modelos consideradas &quot;normais&quot; das culturas em geral.<br />
O indivíduo pertencente a este grupo tem a capacidade de envolver-se emocional e sexualmente com ambos os sexos, podendo também procriar, deixando pesquisadores &quot;malucos&quot;, pois nas pesquisas comparativas sempre se tentou encontrar diferenças entre homos e heteros. <br />
<br />
<br />
<img height="119" width="231" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Abril/bissex.jpg" /></p>		<p>Uma das vias percorridas é a da interpretação e conceituação pela formação cromossômica, que nunca encontraram diferença entre homos e heteros.<br />
Tentou-se também o estabelecimento de diferenças pelo tamanho do hipotálamo (estrutura do cérebro que comanda as sensações de fome, sede, emoções e apetite sexual) observando que o do homossexual masculino era menor quando comparado ao do heterossexual masculino, dando-se com o feminino o inverso. A este respeito M. Garber em seu livro &quot;Vice-versa...&quot; indaga sobre de que tamanho seria o hipotálamo do bissexual, seria comparado com o de qual sexo, seria maior ou menor, ou teria um tamanho ideal, uma terceira medida?<br />
O bissexual intriga. Isso fica patente ao constatarmos que desde de que nascemos nos é ensinado que existem comportamentos apropriados para meninos e comportamentos apropriados para meninas. Às vezes, de uma forma implícita nos brinquedos, cores e tipos de roupas, outras explícitas nas palavras de ordem, como &quot;feche as pernas para sentar, menina!&quot;, &quot;homem não chora!&quot; e etc. Dessa forma vai-se moldando nossa identidade de gênero. É importante frisar que o fato de termos uma identidade sexual não quer dizer que a identidade de gênero corresponda a esta. <br />
A identidade sexual é diferente de identidade de gênero, posto que a primeira é a consciência que se tem do sexo biológico e a segunda é o sentimento de pertencer a um determinado sexo, e uma é independente da outra. Para ficar mais claro, temos o exemplo do transexual, que tem corpo e órgãos genitais de um sexo, e consciência de que é um corpo de homem ou de mulher (identidade sexual), mas o seu sentimento é o de pertencer ao outro sexo (identidade de gênero), portanto não havendo correspondência entre ambas.<br />
No caso do bissexual sua identidade de gênero corresponde à sua identidade sexual. O que vai diferenciá-lo do heterossexual e do homossexual é que sua orientação sexual - a quem seu desejo se dirige, se orienta - pode ser para ambos os sexos, não necessariamente com a mesma intensidade.<br />
Em razão desta peculiaridade sofre preconceito por todos os lados, criando-se &quot;mitos&quot; e &quot;tabus&quot; em torno de seu comportamento, como por exemplo: o de um necessário relacionamento simultâneo com homens e mulheres (&quot;suruba, bacanal&quot;). Tal situação pode até ocorrer, mas não é a definição da conduta bissexual. <br />
Alega-se que os bissexuais são homossexuais que não se assumem como tais ou heterossexuais com problemas na constituição da personalidade, de adaptação social, que fixaram-se em determinada fase do seu desenvolvimento psicossexual ou de algo parecido no jargão psicológico. Diz-se também que são pessoas indecisas que querem brincar com o sentimento dos outros, insatisfeitos, querem tudo ao mesmo tempo.<br />
É preciso atentar para o fato de que a atração entre as pessoas é algo que vai além da sexualidade, pois todos nós temos a capacidade de nos sentirmos atraídos por homens e mulheres. No início de nossa formação somos todos bissexuais, segundo o pai da psicanálise.<br />
O bissexual muitas vezes vive clandestinamente, pois, são de certa forma marginalizados e excluídos tanto pelos homossexuais como pelos heterossexuais, o que faz com que os bissexuais não apareçam e sejam desconsiderados enquanto orientação. <br />
Muitos assumem uma posição velada, heterossexual ou homossexual, nos dois casos reprimindo seus desejos, vivendo com uma máscara social pela necessidade de serem aceitos, gerando um prejuízo no desenvolvimento humano.<br />
<br />
Texo e colaboração - Psicóloga e sexóloga Rosemary Aparecida Villela de Freitas</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/02/algumas-notas-sobre-bissexualidade">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=73039">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/02/algumas-notas-sobre-bissexualidade#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/02/algumas-notas-sobre-bissexualidade]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 02 Apr 2009 10:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/04/02/algumas-notas-sobre-bissexualidade]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexualidade na Adolescência]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/29/sexualidade-na-adolescencia]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 29/3/2009 11:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Quando em uma família, existe uma mulher a espera de um bebê, uma das primeiras perguntas que fazemos é: &quot;Será menino ou menina?&quot;<br />
<br />
<img height="303" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/sexo-adolesc.jpg" alt="" /><br />
<br />
Menino, menina, ele, ela, irmão, irmã, filho, filha, mãe, pai, são algumas das primeiras palavras que aprendemos e todas elas indicam o sexo (ou gênero) da pessoa: masculino ou feminino. Esta divisão em dois sexos é uma das coisas mais importantes da espécie humana. E essa diferença de gênero vai determinar muitas outras diferenças, no modo de se vestir, nas atitudes e até na personalidade de ambos os sexos.<br /></p>		<p>Temos certeza que o sexo é algo prazeroso e não podemos negar este fato. Então precisamos entender como exercer nossa sexualidade de uma forma consciente e saudável física e psicologicamente.<br />
<br />
A adolescência é o momento em que o jovem passa a ter mais liberdade, passa a ficar mais fora de casa e conviver mais com os amigos. Os hormônios começam a ser produzidos, deixando-os prontos para exercer sua sexualidade, pelo menos no que diz respeito à parte orgânica. Emocionalmente, o adolescente passa a buscar e descobrir este novo mundo em que começa a entrar.<br />
<br />
O &quot;ficar&quot; com uma garota ou um garoto representa justamente toda essa necessidade intensa que o jovem tem de descobrir e experimentar novas vivências. Ele ainda não está pronto para assumir algum compromisso mais sério.<br />
<br />
Por isso, a necessidade de simplesmente experimentar. Com o passar do tempo, as relações entre os garotos e garotas vão tendo outros objetivos. Passam então a querer uma relação mais duradoura, com maior intimidade emocional e companheirismo.<br />
<br />
É claro que os tempos mudaram, os conceitos morais estão sofrendo grandes alterações e o jovem é o porta voz de tudo isso. O &quot;ficar&quot; representa esta liberdade de comportamento atual. Os adolescentes sempre tiveram as mesmas necessidades emocionais, independente da época em que vivem.<br />
<br />
O que se modifica é a forma de expressão dessas necessidades, que varia conforme os conceitos de cada época. Hoje é possível beijar várias garotas ou garotos em uma noite. E a tendência natural é que todo esse &quot;fogo&quot; vá se modificando com o amadurecimento do jovem. A fase é natural se for encarada como transitória.<br />
<br />
Por isso, senhores pais, não se impressionem tanto com tais atitudes, pois elas passam. O que pode ser de grande ajuda, tanto para os pais quanto para os adolescentes, é um bom e franco diálogo, sobre todas essas coisas.<br />
<br />
Texto e colaboração Psicóloga Maria Claudia Lordello</p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/29/sexualidade-na-adolescencia">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=72616">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/29/sexualidade-na-adolescencia#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/29/sexualidade-na-adolescencia]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Sun, 29 Mar 2009 11:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/29/sexualidade-na-adolescencia]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quando os parceiros começam a afastar-se um do outro]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/17/quando-os-parceiros-comecam-a-afastarse-um-do-outro]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 17/3/2009 9:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Após um tempo de convívio pode acontecer períodos de abstinência sexual na relação de um casal. Isto muitas vezes ocorre e não é atípico na relação dual. Na mulher, afazeres ou outros tipos de preocupação podem levar a perda do desejo. No homem, a parceira já não é mais tão atraente ou não sabe estimulá-lo. Muitas vezes recebemos mensagens não verbais dos parceiros(as), mas na maioria das vezes não estamos atentos a ele(a), por estarmos com nossa atenção voltada para outras coisas, deixando com isso de expressar e contar suas necessidades.<br />
<br />
<img height="232" width="300" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Maro/briga.jpg" alt="" /><br />
<br />
Se o casal não abrir um canal de comunicação dos fatos que estão comprometendo a relação, muito rancor poderá se estabelecer, gerando cada vez mais angústias e frustrações, levando com isso a deterioração da relação afetiva, emocional e sexual. Tentar juntos analisar o comportamento de cada na vida a dois, será o primeiro passo para que possam descobrir a real fonte do distanciamento que cada um exerceu no relacionamento. Em um primeiro momento pode ser apenas uma crise passageira, devido à projeções de inseguranças pessoais, que podem estar inibindo a relação. Mas poderá ocorrer também um afastamento definitivo do casal.<br />
<br />
Estes conflitos poderão ser facilmente corrigidos se a parte afeitiva de cada um deles estiver preservada. Começar a colocar em prática um canal permanente aberto para o diálogo, expondo o que cada um espera um do outro é uma forma de minimizar as angustias e resolver os problemas. A medida que tomamos consciência de nós mesmos, podemos nos corrigir e viver de forma plena uma vida a dois.<br />
<br />
Buscar também ajuda profissional especializada poderá ser outro bom investimento para a relação. A psicoterpia de casal propõe o autoconhecimento, para que ambos possam lidar com as diferenças individuais, em prol do relacionamento. É fundamental que sempre possamos nos transformar, para garantirmos novas chances como tambem novas alternativas de convivência. <br />
<br />
Texto e colaboração - Psicóloga Regina Célia Tournour Veríssimo</p>		<p><br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://www.projetoambsex.com.br" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/17/quando-os-parceiros-comecam-a-afastarse-um-do-outro">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=70981">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/17/quando-os-parceiros-comecam-a-afastarse-um-do-outro#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/17/quando-os-parceiros-comecam-a-afastarse-um-do-outro]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Tue, 17 Mar 2009 09:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/03/17/quando-os-parceiros-comecam-a-afastarse-um-do-outro]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Projeto AmbSex]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/20/projeto-ambsex]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 20/2/2009 8:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><strong>O Projeto AmbSex </strong>&ndash; Ambulatório de Sexualidade - surgiu em 2003, a princípio com a finalidade de orientar e informar as pessoas em geral e sem recursos financeiros, de ambos os sexos, sobre suas dúvidas e dificuldades sexuais, proporcionando atendimento médico e psicológico, com profissionais especialista em sexualidade.<br />
Ambulatório:<br />
<br />
<img height="275" width="300" alt="" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Fevereiro/logo-AmbSex.jpg" /><br />
<br />
<u><strong>Seviços</strong></u><br />
<br />
<strong>Curso de Orientação Sexual</strong>, com duração de 2 horas; palestras para o público em geral; atendimento médico (ginecologia e urologia); atendimento psicológico (individual, casal e em grupo).<br />
<br />
<strong>Núcleo de Treinamento e Formação Profissional:</strong><br />
<br />
Cursos e palestras para os profissionais da área de saúde e afins, interessados em se especializar em Sexualidade Humana; oferece estágios.<br />
<br />
<strong>Participação em eventos:</strong><br />
<br />
Organização de eventos em clubes, shoppings, parques, com o apoio de entidades e empresas, objetivando levar informação a um número maior de pessoas, de uma forma descontraída, mas sem faltar com qualidade e seriedade.<br />
<br />
<strong>Site:</strong> <br />
<br />
Esclarecimento de dúvidas via Internet, com atualização periódica e informações &quot;fresquinhas&quot; e atuais sobre o tema. Lista de profissionais especializados em sexualidade e divulgação de eventos, palestras e cursos promovidos pelo Projeto AmbSex.<br />
<br />
<strong>Atendimento telefônico:</strong> <br />
<br />
Orientação e esclarecimento de dúvidas, gratuitamente, através do telefone (11) 3057-0369 (em horário comercial) por uma equipe especializada em sexualidade. <br />
<br /></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="www.projetoambsex.com.br" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/20/projeto-ambsex">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=68985">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/20/projeto-ambsex#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/20/projeto-ambsex]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Fri, 20 Feb 2009 08:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/20/projeto-ambsex]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Os Cinco sentidos do Prazer]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/09/os-cinco-sentidos-do-prazer]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 9/2/2009 12:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p>Poucas pessoas sabem usar plenamente os cinco sentidos na hora do amor e do sexo. Tanto homens como mulheres muitas vezes esquecem que os órgãos de percepção (tato, paladar, olfato, audição e visão) são capazes de perceber as mudanças de sensações e de envolvimento que recebem e transmitem durante a relação sexual. A audição, por exemplo, é um sentido poderoso, que pode proporcionar muito prazer. Vale a pena se acostumar a ouvir música na hora de fazer amor. Assim como ligar para a pessoa amada durante o dia, aproveitando a oportunidade para sugerir um convite sensual à noite.<br />
<img height="373" alt="" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Fevereiro/Prazer.jpg" /></p>		<p>A pele comtém milhares de terminações nervosas que aumentam o prazer. Uma massagem com óleo perfumado é capaz de revigorar a libido anestesiada. Vale ressaltar a importância de se notar a sensibilidade da pele durante o banho. Em vez de esfregar mecanicamente, experimente se ensaboar, sentindo suavemente cada toque no corpo. Ele tem o poder de sensualizar as emoções tanto para quem transmite como para quem recebe. Depois de descobrir as novas sensações, convide o(a) parceiro(a) e desfrutem juntos dessa troca de carícias.<br />
<br />
Os estímulos visuais estão entre os mais poderosos e excitantes do sistema nervoso. Para o homem, então, o sentido visual é o mais sensível. Ele realmente se excita com a visão de uma mulher bonita, bem vestida, com roupas sedutoras e cabelos brilhantes e cheirosos.<br />
<br />
O olfato também é fundamental no que se refere a essa percepção apurada dos sentidos. Os receptores do nariz são extensões diretas de uma parte do cérebro conhecida como hipotálamo. Ele é o responsável por várias funções do nosso corpo, principalmente aquelas consideradas autônomas, como a pulsação, a pressão sangüínea, o apetite e a produção de substâncias químicas que influenciam a memória e a emoção, como os cheiros que remetem ao amor.<br /></p><br/>			<ul>			<li><a href="http://projetoambsex.terra.com.br/artigos.asp?id=4" target="_blank">Saiba Mais</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/09/os-cinco-sentidos-do-prazer">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=67930">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/09/os-cinco-sentidos-do-prazer#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/09/os-cinco-sentidos-do-prazer]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Mon, 09 Feb 2009 12:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/09/os-cinco-sentidos-do-prazer]]></guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexo Oral: o prazer ao alcance da língua]]></title>
			<link><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/05/sexo-oral-o-prazer-ao-alcance-da-lingua]]></link>
			<description><![CDATA[	<div>			<div>Seção Orientações</a></div>			<div>Postado em 5/2/2009 7:00 por Carla Cecarello</div><br/>		<p><p><img height="267" alt="" width="400" src="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/img/image/FalandoNaquilo/2009/Fevereiro/Boca1.jpg" /><br />
Em sentido amplo, refere-se a qualquer prática que envolva a estimulação sexual com a boca. Tais práticas podem passar pelo contato dos lábios ou língua com diferentes partes do corpo de um parceiro, ainda que, mais comumente se utilize o termo sexo oral para designar os atos de lamber, chupar, mordiscar ou beijar os órgãos genitais, tendo em vista a estimulação sexual do parceiro, levando-o, ou não, ao orgasmo.</p>
<p>Nesse caso, dá-se o nome de fellatio ao contato da boca com o pênis, e de cunilingus ao contato da boca com a vagina. Pode-se ainda considerar o contato da boca com o ânus, a prática à qual se dá o nome de anulingus.</p>
<p>Durante o sexo oral existe contato direto entre pele e mucosas de ambos os parceiros, além de uma troca de fluidos. Dessa forma, deve-se considerar a possibilidade da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST), caso algum dos parceiros esteja infectado. Assim, torna-se importante a utilização do preservativo durante a prática de sexo oral, que é a única forma de evitar a transmissão da maioria das doenças nesse tipo de contato.</p>
<p>Para o cunilingus, pode-se utilizar um preservativo aberto ao comprido, de forma a obter um retângulo de látex, que pode então ser colocado sobre a vagina, servindo de barreira entre os fluidos sexuais e a boca.</p>
<p>Nos demais, ou seja, fellatio e anulingus, pode-se utilizar o preservativo na sua forma de fabricação.<br />
&nbsp;</p>
<p><br />
&nbsp;</p></p>		<p><br /></p><br/>			<ul>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/05/sexo-oral-o-prazer-ao-alcance-da-lingua">Permalink</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/EnvieAmigo.aspx?id=66976">Envie para um(a) Amigo(a)</a></li>				<li><a href="http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/05/sexo-oral-o-prazer-ao-alcance-da-lingua#comments">Comentários [0]</a></li>			</ul></div> </p>]]></description>
			<author><![CDATA[cecarelo@terra.com.br]]></author>
			<category><![CDATA[Orientações]]></category>
			<comments><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/05/sexo-oral-o-prazer-ao-alcance-da-lingua]]></comments>
			<pubDate><![CDATA[Thu, 05 Feb 2009 07:00:00 GMT]]></pubDate>
			<guid><![CDATA[http://falandonaquilo.blogtv.uol.com.br/2009/02/05/sexo-oral-o-prazer-ao-alcance-da-lingua]]></guid>
		</item>
	</channel>
</rss>
