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FALANDO "NAQUILO" | COMPORTAMENTO

Seção: Comportamento



90 post(s) publicado(s) em “Comportamento”.

Postado em 5/12/2009 10:20 por Carla Cecarello

Pensando a sexualidade: "Muletas"

Texto e colaboração - Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloga e Sexóloga

Será que o que falamos condiz com o que fazemos e acreditamos sexualmente? Como utilizamos instrumentos conceituais? De forma a validar nossos comportamentos ou apenas conceituá-los ao invés de mudá-los?

Utilizamos A MORAL de forma a manter o sistema, a civilidade e o progresso; A NATUREZA e suas leis naturais; A EDUCAÇÃO ditada pelos adultos; A RESPONSABILIDADE resignificando a culpa; A MATURIDADE retomando o poder do adulto; O DEVER E O SACRIFÍCIO em detrimento do prazer e do desejo; A INOCÊNCIA, um direito da criança; A PUREZA, idealizando a maternidade e a dedicação ao marido; O PUDOR resignificando o medo da agressão e da desaprovação sexual; e, O ALTRUÍSMO resignificando o egoísmo no prazer.

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Postado em 20/11/2009 10:00 por Carla Cecarello

Chamando todas as lésbicas de ocasião! - O guia do sexo entre mulheres para garotas heteros


A bicuriosidade – mulheres que querem ir para a cama com outras só para ver como é – é um fenômeno cada vez mais comum, que, em vez de ser mal visto socialmente, costuma conferir uma aura instantânea de “moderna” e “descolada” à garota que se autodefine assim. Estão aí os boatos sobre as peguetes lésbicas de figuras como Madonna, Kate Moss, Pink e Naomi Campbell que não me deixam mentir. Sem falar que toda mulher com um mínimo de sanidade no mundo inteiro levanta a mão na mesma hora quando questionada se gostaria de curtir um rala-e-rola básico com a Angelina Jolie, musa das fantasias lésbicas de toda garota heterossexual.

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Postado em 19/11/2009 9:00 por Carla Cecarello

Como eu posso saber se já não é o momento de parar de procurar a pessoa ideal e me ajeitar com aquilo que pude arrumar?


“Se ajeitar com o que tem”, ou seja, aceitar que você não vai achar a pessoa dos seus sonhos e por isso deve se contentar com a segunda, terceira ou quarta melhor é um conceito interessante. Se você passou a vida inteira se esforçando em busca do par ideal e já passou dos 85 anos sem ter encontrado ninguém que servisse, realmente “se ajeitar” pode ser a coisa mais prudente a fazer. Mas se você está com 25 e começou a surtar porque todas as suas amigas estão se casando, muita calma nessa hora. Eu tenho que admitir que esse papo de “se ajeitar” me embrulha um pouco o estômago (e talvez com você aconteça a mesma coisa), porque eu acharia mil vezes melhor continuar solteira e curtindo meus amigos a ficar com alguém por quem eu não tivesse admiração, respeito ou atração de verdade. Mas essa é a minha maneira de ver as coisas.

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Postado em 18/11/2009 9:00 por Carla Cecarello

ASSEXUADOS

Texto:  Ângela Regina Freitas da Silva - Psicóloga e sexóloga do Projeto AmbSex

 Esse tema é polêmico porque num mundo cheio de apelos eróticos como o nosso, fica difícil imaginar que existam pessoas que não se interessem pelo sexo afinal, fazer sexo transformou-se numa obrigação e significado de virilidade.

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Postado em 17/11/2009 10:00 por Carla Cecarello

Existem mesmo coisas que jamais devem ser ditas num relacionamento?


Aos montes. Há certas coisas que, depois que são proferidas em voz alta, não há conversa, justificativa ou explicação capaz de deter a mudança definitiva que provocarão na relação a dois. As piores e mais cruéis delas (“Eu não amo você, e nunca amei!”) tendem a ser despejadas aos gritos durante as brigas, e há outras (“O seu traseiro é enorme, e calça nenhuma vai mudar esse fato”) que nós deixamos escapar em momentos de irritação intensa.

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Postado em 13/11/2009 17:26 por Carla Cecarello

Beijando Alguém Pela Primeira Vez

O desejo vence muitas coisas, mas mau hálito não é uma delas. Escove os dentes regularmente, não se esqueça do fio dental e do anti-séptico bucal e muito menos das visitas ao dentista para a limpeza periódica, beba muita água e lembre-se de raspar a língua durante a escovação – o dispositivo apropriado está à venda em todas as farmácias.

Saiba que durante o ato provavelmente a pessoa beijada vai estar imaginando o efeito das mesmas manobras em outra parte do seu corpo (mas faça o máximo para não entrar em pânico com isso). Embora não seja aconselhável beijar a boca de ninguém exatamente da mesma maneira que você beijaria um pênis ou uma vagina (até porque isso seria esquisitíssimo!), pega bem ter o cuidado de incluir uma pequena amostra do seu estilo de sexo oral no pacote. Você faz a linha supersuave, lenta e sensual, ou está mais para uma língua intrépida, passional e confiante? Os dois estilos tem suas vantagens, mas uma combinação deles pode ser ainda melhor. Só não vale ficar vacilante, melado e desajeitado. E o melhor é decidir que linha vai seguir antes de partir para as vias de fato.

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Postado em 9/11/2009 12:02 por Felipe Botelho

Homens exigentes na escolha amorosa

Assumir postura passiva na hora da conquista pode tornar as pessoas mais rigorosos com possível parceiro

Em numerosos estudos sobre encontros “às escuras” – marcados pela internet ou intermediados por agências de namoros ­– as mulheres em geral se mostraram mais seletivas do que os homens ao considerar as características de alguém para um segundo encontro. Elas precisam devem ser exigentes porque, de acordo com a tão repetida teoria evolucionária, investem mais em um parceiro que tenha predicados suficientes para ajudá-las a manter a prole. Mas quando os pesquisadores fizeram um estudo curioso.

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Postado em 6/11/2009 15:09 por Felipe Botelho

Alguns esclarecimentos sobre Abuso Sexual

Por Carolina Gonçalves de Freitas - Psicóloa e Sexóloga do Projeto AmbSex

Tenho sido procurada por pais e professores para esclarecer dúvidas sobre como identificar se a criança tem sofrido abuso sexual. Assim, acredito ser importante alguns esclarecimentos sobre o tema.



A satisfação de desejo sexual de um adulto tendo a criança como instrumento, qualquer tipo de aproximação sexual inadequada entre menores em diferentes fases de desenvolvimento e coerção física e emocional definem o abuso. A violência se manifesta através do dano físico, do dano psíquico, do abandono, da negligência e do abuso sexual à criança. Sendo este último a forma mais grave de maltrato infantil, por ser um dos traumas psíquicos mais intensos, com consequências destrutivas da personalidade do abusado.

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Postado em 27/10/2009 12:00 por Carla Cecarello

"Amar é Viver": os idealistas

Como tão bem explica o psicanalista carioca Jurandir Freire Costa, no seu estudo sobre o amor romântico, para os idealistas, amar significa trazer a felicidade para perto, mesmo que para isso seja preciso perder a cabeça feito loucos. Eternos adeptos da utopia amorosa declaram: sem amor estamos amputados de nossa melhor parte. A vida pode ser até mais tranqüila e livre de dores quando não amamos, mas a tranqüilidade obtida é a de um cemitério.

O amor-paixão romântico é visto como o bem supremo. É a experiência emocional que tem sua fonte no respeito e ternura pelo outro, é uma proteção contra a solidão, qualidade que implicam igualdade dos parceiros e uma grande reciprocidade. Esse amor é uma forma de interdependência, quer dizer, dependência mútua em prazeres, esperanças, tristezas e intenções para o futuro. Diante dessa imagem tudo empalidece. Nada substitui a felicidade sexual, nada traz o alento do amor erótico correspondido.

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Postado em 26/10/2009 19:38 por Carla Cecarello

Amor à Vista ou Perigo à Vista?

A atual desordem amorosa é em grande parte, resultado das conseqüências negativas dos muitos mitos existentes sobre o amor. Os namorantes alimentam idéias erradas como a de que, quando amamos, não precisamos de mais nada. É também absurdo pensar no amor como um sentimento e depois se queixar de que não é duradouro.

Sentimentos mudam. Aquela emoção inebriante e arrebatadora ligada ao sexo prolonga-se por algumas horas, ou poucos dias: a excitação e a euforia talvez durem meses, mas isso ainda é um tempo curto no calendário do amor. O clímax de um bom romance não ocorre logo nos primeiros capítulos, quando ainda faltam 300 páginas para o final. Assim, ficar vidrado nas sensações calorosas e borbulhantes dos momentos iniciais pode nos fazer confundir excitação com amor.

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