Seção: Rapidinhas
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Se alguém ainda tem alguma dúvida é porque não experimentou ou está precisando praticar mais para comprovar, mas nós temos certeza de que sexo faz bem. E montamos um top 5 com razões pelas quais vale praticar:
1 - Orgasmo - Precisa explicar?
2 - Sexo une as pessoas - Tudo bem que eventualmente as pessoas brigam por causa de sexo também, mas daí entram outros fatores, como ciúmes e traições. Isso a gente não estimula de forma alguma, viu? Então enquanto se resume a duas pessoas, entre quatro paredes, a gente acha que aproxima as duas partes envolvidas.
3 - Queima calorias - É uma atividade física, que pode ser mais ou menos intensa, dependendo de quem e como se pratica. Só que ao contrário de ficar puxando ferro uma horinha na academia, é bem mais divertido.
4 - Ajuda a relaxar - Quer melhor maneira de relaxar antes de dormir?
5 - É de graça e divertido - Tudo bem que existe toda uma indústria que se beneficia dele, mas estamos falando de relações mais cotidianas, sem fins lucrativos envolvidos. É das poucas coisas divertidas pelas quais você ainda não precisa pagar!
Não há dúvida de que existem várias outras razões, e se você tiver alguma ótima, envia pra gente que queremos saber!
O homem que pensa assim acha que essa mulher o trai freqüentemente e que só pode ser depravada ou despudorada.

Na realidade, atrás dessa idéia preconcebida e machista está o temor do fracasso. Quando a mulher toma a iniciativa, ela se mostra mais forte e rejeita a passividade de uma relação de dominador e dominada. E é isso que assusta esse homem inseguro.
A ascensão da mulher e sua liberação para o sexo intimidam o homem que sempre tomou iniciativas, acostumado à submissão da mulher. Essa crítica, esse julgamento preconceituoso, é uma forma de esse homem justificar ou esconder suas inseguranças sexuais.
O melhor é reavaliar esse comportamento tolo e conservador.
A taxa de casamentos no Brasil atingiu o maior nível desde 1995. É o que mostra a pesquisa anual Estatísticas de Registro Civil, divulgada nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com dados atualizados de 2008.
A chamada taxa de nupcialidade legal atingiu 6,7 pontos -desde 1998, o número mais alto registrado havia sido 6,6 (em 1999). A taxa é obtida pela divisão do número de casamentos pelo de habitantes e multiplicando-se o resultado por 1.000. Em 1995, a taxa foi de 6,8 pontos.
Continue lendo Taxa de casamentos no Brasil atinge nível recorde desde 1995
De tempos em tempos os criadores de "South Park", Trey Parker e Matt Stone, se envolvem em alguma polêmica por conta dos temas controversos do desenho. A bola da vez? A Aliança Gay & Lésbica Norte-americana contra difamação anunciou nessa quinta-feira que vai processar a dupla se eles continuarem a incluir no roteiro a palavra "fag", termo considerado pejorativo e homofóbico.

* "O fato é que essa palavra sugere ódio e que muitas vezes é usada para intimidar e violentar pessoas gays todos os dias neste país. O que os criadores de 'South Park' sugerem com o uso deste termo é que as pessoas cada vez mais o usem", diz parte do comunicado que a GLAAD enviou à imprensa, segundo o site "The Hollywood Reporter".
* Exibido nos Estados Unidos nesta quarta-feira, o polêmico episódio teve a maior audiência desta temporada. Nem a Comedy Central, canal que transmite "South Park", ou Parker e Stone, responderam às alegações até o momento. Confira o vídeo clicando aqui e tire suas conclusões.
O aumento da presença feminina no mercado de trabalho impulsionou as mulheres à chefia de mais de um terço das famílias brasileiras até 2008, indicou um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9). De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), esse número subiu de 25,9% há 11 anos para 34,9% no ano passado.
Mesmo quando há um homem presente, 9,1% das mulheres são consideradas a pessoa de referência da casa, contra 2,4% delas em 2008, apontou o levantamento feito com base em informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Os dados levam em consideração apenas a opinião dos próprios membros da família.
1. Eliane (Rio Grande do Norte)
Transo com meu namorado há dois anos e nunca tive um orgasmo. Ele me pressiona e eu me sinto cada vez mais frustrada. O que devo fazer?
Carla Cecarello Essa dificuldade é comum: cerca de 30% das brasileiras com vida sexual ativa nunca tiveram um orgasmo durante a relação sexual. Antes de se preocupar com o relacionamento ou com ele, pense em você. Tente descobrir a origem do problema: às vezes, a ausência de orgasmo tem relação com alguma questão emocional -ter vivido num ambiente de culpa com relação ao sexo, por exemplo. O motivo também pode ter a ver com uma desilusão amorosa, com uma experiência anterior ruim, com o desconhecimento do próprio corpo, com ansiedade, com princípios religiosos rígidos etc. Investigue-se e, se for o caso, procure ajuda de um psicólogo especializado em sexualidade.
2. Luciana (Piauí)
Não consigo prazer na penetração como o que tenho com o sexo oral. Por quê?
CC É simples: durante a penetração, o contato com o clitóris é indireto. Músculo e mucosa separam o pênis do corpo do clitóris (que fica na parte interna da vagina). Durante o sexo oral ou com o toque manual, você recebe um estímulo direto na 'cabecinha' do clitóris (que se localiza na parte externa da vagina). Esse contato direto provoca uma sensação muito mais intensa. E não tem por que se sentir mal, ao contrário -o que importa é que você encontrou um canal de prazer.
Continue lendo Tira - dúvidas sobre orgasmo! - Matéria da Revista Marie Claire
Vamos ver o que pensa a população brasileira, segundo pesquisa coordenada pela Dra. Carla Cecarello:
1. Não. Não tenho olhos para mais ninguém.
8%
2. Não. Até acho outras pessoas bonitas e atraentes, mas não sinto desejo sexual por elas.
33%
3. Sim. Eu vejo uma outra pessoa e sinto atração sexual. Mas é só isso. Não chego às vias de fato, pois só transo com meu parceiro(a) fixo.
36%
4. Sim, claro. Mesmo tendo parceiro(a) fixo, se percebo que uma pessoa atraente está me dando chances, levo-a pra cama. Afinal, não sou de ferro.
23%
E você, como age nesta situação?
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Veja o que a pesquisa coordenada pela Dra. Carla Cecarello, aponta:
1. Eu não me masturbo
12%
2. Só de vez em quando / raramente.
20%
3. Às vezes. Acho que na mesma "na média" das outras pessoas
15%
4. Com freqüência. Gosto muito e faz bem!
38%
5. Sempre. Me masturbo muito, várias vezes por dia. Às vezes, acho até que chego a "exagerar na dose"!
16%
E você, o que acha?
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Veja o que a pesquisa coordenada pela Dra. Carla Cecarello, aponta:
1. Vida Sexual?! Que vida sexual?! Nem sei o que é isso...
28%
2. Minha vida sexual não é aquela maravilha que eu gostaria... Mas é melhor do que não ter vida sexual nenhuma...
40%
3. É... até que minha vida sexual não é ruim, não... Posso me considerar satisfeito(a), sim.
15%
4. Se tem uma coisa da qual não posso me queixar, é da minha vida sexual. Sou muito satisfeito(a) sexualmente.
10%
5. Minha vida sexual é muito melhor do que eu jamais imaginei que poderia ser. Não estou satisfeito(a); estou satisfeitíssimo(a)!
7%
E você, o que pensa a respeito?
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Veja o que a pesquisa coordenada pela Dra. Carla Cecarello, aponta:
1. Sim. Eu e meu parceiro(a), como temos a vida muito corrida, só conseguimos transar com dia marcado.
5%
2. Não chega a ser com dia marcado, porque aí também é demais... Mas confesso: em geral, é só sexta, sábado ou domingo, mesmo.
28%
3. Pra mim, não existe esse negócio de fazer sexo com hora marcada, não! Apesar de não fazer todos os dias, faço sempre que possível, não importa o dia, nem o cansaço.
58%
4. Sexo com dia marcado?! É, faço sim, com dia marcado: TODOS OS DIAS. Não fico um dia sem sexo...
9%
E você, marca dia?
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